
Sociedade Espírita Frei São Luiz - Rio de Janeiro
Casos assim fazem parte da história de um lugar como o Lar de Frei Luiz, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Uma impressionante quantidade de pessoas vão ao local todas as semanas.
Só nas quartas-feiras, são 4 mil. Buscam mensagens de parentes mortos, respostas para o mundo dos vivos e um pouco de conforto. Às vezes, os problemas são simples, do dia-a-dia, que uma voz amiga ajuda a resolver.
Mas a Sociedade Espírita ficou conhecida por atender casos mais graves, doentes para quem os médicos já não dão esperança. São pacientes que se apegam à possibilidade de que a cura venha de um outro mundo – do mundo espiritual.
O médium mais respeitado no centro é quem atende doentes desenganados, na maioria vítimas de câncer e Aids. Ele aceita falar, mas não quer aparecer. Diz que é apenas um intermediário, um corpo usado por outro espírito para trabalhar.
"Nós trabalhamos com o doutor Frederick, um médico alemão que faz as cirurgias sem usar absolutamente nada", diz o médium.
O dentista Alexis Lima Jr. foi atendido pelo médium há seis anos, operado por ele numa cirurgia espiritual. Ele guarda até hoje as radiografias da medula. Exames que mostram um enorme tumor que tinha se alojado na coluna. Imagem do medo de não poder mais andar.
"Eu estava sentindo um desconforto muito intenso, a ponto de tomar banho quente, bater na perna e sentir a perna gelada. Os sinais nervosos totalmente loucos de tanta compressão na medula", conta o dentista.
Alexis procurou toda a ajuda possível. Fé e ciência; medicina e cura espiritual, trabalhando juntas. O atendimento no Lar de Frei Luís aconteceu uma semana antes da operação no hospital. E Alexis ficou impressionado com o que viu no Centro Espírita.
"Um manto branco exatamente do meu lado direito e aquela mão colorida em cima do meu peito, exatamente onde estava o problema. Eu não falei nada para ninguém. E aquele colorido ficou ali, mudando de cor em cima de mim", lembra Alexis.
O médium explica que Alexis presenciou a materialização de uma entidade, o médico alemão Frederick von Stein. O colorido nas mãos do médico seria uma espécie de magnetismo usado por ele para fazer as curas.
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