NOSSA HISTÓRIA

NOSSA HISTÓRIA

Grupo Espírita Mensageiros da Luz

CNPJ 13.117.936/0001-49

Fundada em 18 de junho de 1985 . Nossas atividades se iniciaram na sede do Clube Cultural dos Violeiros de Gravataí onde fomos recebidos com muito carinho e respeito. Ali desenvolvemos os trabalhos de estudo doutrinário e formação de grupos de trabalhos. Procedente do Grupo Espirita Nosso lar em Gravataí, onde participei por 4 anos como voluntário e palestrante, eu, Carlos Eduardo Muller, resolvi fundar nossa casa espírita no Parque dos Anjos . Foi uma tarefa executada com muita alegria e acompanhada de pessoas interessadas em desenvolver um grupo de estudos para que posteriormente a casa prestasse atendimento ao público. Nosso grupo contou inicialmente com a irmã Bernadete Antunes, irmã Kátia Pisoni, irmã Maria Guiomar, irmã Ieda R. Rosa, irmã Elisabete, irmão Miguel Cardoso, irmão Everton da Silva Cardoso, irmã Eni, e dirigindo as atividades eu, Carlos Eduardo Muller. Foram 13 anos de muito aprendizado neste local, e nenhuma dificuldade nos impediu de impulsionar cada vez mais a Doutrina Espírita, pois somente através de muito esforço conseguiríamos atingir nosso objetivo: Ter uma casa Espírita com irmãos preparados espiritualmente e conhecedores da doutrina ditada pelos espíritos a Allan Kardec. Só o fato de manter um grupo em plena atividade ja era uma vitória. Todos sabíamos das responsabilidades em conduzir um trabalho 100% filantrópico. Como em todas as casas espíritas, tambem a nossa sofria e sofre com a rotatividade de colaboradores, fato compreendido por todos nós espíritas. Foram muitos os colaborabores que passaram e contribuiram de alguma forma para o crescimento do grupo. Por opção, alguns foram em busca de outros grupos e outros não conseguiram acompanhar as atividades pelo tamanho da responsabilidade que nos é dada.

Neste período criamos o programa " UM DIA SÓ PRA MIM " normalmente promovido a cada ano. São encontros promovidos com intuito de reunir pessoas da comunidade e outros grupos espíritas durante um dia inteiro com palestras variadas e trocas de informações e sugestões pelos participantes. Neste dia todos se manifestam de alguma forma no sentido de fortalecer os laços que nos unem. O primeiro encontro foi realizado na casa da irmã Eni onde tivemos a participação de aproximadamente 60 pessoas da comunidade e outros grupos. A partir deste, passamos a executar o programa anualmente. Dentre os palestrantes que nos auxiliaram nestes encontros tivemos Nazareno Feitosa procedente de Brasília DF, que aproveitando nosso evento tambem promoveu palestras em casas espíritas de Porto Alegre . Tambem contamos com a participação do dr. José Carlos Pereira Jotz que nos brindou com esposições tendo como tema medicina e saúde .

Em 1998 surgiu a oportunidade de mudança de endereço. Foi só a partir deste ano que conseguimos então organizar melhor as atividades do grupo. Foi uma experiência valiosa. Promovemos a partir de então campanhas de arrecadação de roupas e alimentos para irmãos em dificuldades e quando possível fazíamos o Sopão Comunitário para famílias mais nescessitadas.

Mas foi somente em 31 de julho de 2007 que o Grupo Espírita Mensageiros da Luz foi definitivamente registrado , tendo então uma diretoria formada e um estatuto social . Nesta data em assembléia realizada com a participação de 30 pessoas foi dado posse após votação unânime a diretoria da Sociedade Espírita Mensageiros da Luz, tendo como Presidente a irmã Maira Kubaski de Arruda e como vice Carlos Eduardo Muller. Participaram desta Assembléia , votaram e foram considerados oficialmente Sócios Fundadores as seguintes pessoas: Alexandre Fabichak Junior, Iliani Fátima Weber Guerreiro, Maira Kubaski de Arruda, Alex Sander Albani da Silva, Alexsandra Siqueira da Rosa Silva, Xenia Espíndola de Freitas, Terezinha Richter, Valéria Correia Maciel, Richeri Souza, Carla Cristina de Souza, Miriam de Moura, Maria Guiomar Narciso, Neusa Marília Duarte, Elisabete Martins Fernandes, Leandro Siqueira, Paulo dos Santos, Carlos Eduardo Muller, Camila Guerreiro Bazotti , Sislaine Guerreiro de Jesus, Luiz Leandro Nascimento Demicol, Vera Lucia de Oliveira Nunes, Ieda Rocha da Rosa, Marlon Esteves Bartolomeu, Ricardo Antonio Vicente, Miguel Barbosa Cardoso, Everton da Silva Cardoso, Maria Celenita Duarte, Vera Regina da Silva, Rosangela Cristina Vicente, e Bernadete Antunes. Todos os atos foram devidamente registrados em cartório e constam no livro ata de fundação, sob o número 54822 do livro A-4 com endossamento jurídico do Dr. Carlos Frederico Basile da Silva, advogado inscrito na OAB/RS 39.851.

Durante os meses de maio e junho de 2011 nossa casa promoveu com apoio da Federação Espirita do Rio Grande do Sul e da Ume, um curso de desenvolvimento Mediúnico ministrado as quintas feiras das 19 as 21 horas. Tivemos em média 40 participantes por tema ministrado com a inclusão de mais 4 casas espíritas de Gravataí , alem dos trabalhadores da nossa casa, fortalecendo desta forma os laços de amizade, assim como , o aperfeiçoamento de dirigentes e o corpo mediúnico das Casas Espíritas.

Hoje, nossa Casa Espírita assume uma responsabilidade maior e conta com grupo de estudos, atendimentos de passes isolado e socorro espiritual, magnetismo, atendimento fraterno , evangelização infantil, palestras, Cirurgias Espirituais (sem incisões), prateleira comunitária (arrecadação de alimentos e roupas para famílias carentes),, bem como leva ao público em geral informações valiosas através do nosso blog:
www.carlosaconselhamento.blogspot.com

Departamentos

DIJ - Depto da Infância e Juventude
DAFA- Depto da Família
DEDO - Depto Doutrinário
DECOM- Depto de Comunicação Espírita
DAPSE - Depto de Assistência Social Espírita
DP -Departamento Patrimonial



QUEM SOU EU E O QUE APRENDÍ

QUEM SOU EU E O QUE APRENDI
Alguem que busca conquistar a confiança no ser humano para poder acreditar que o mundo pode ser melhor.Aprendi que, por pior que seja um problema ou uma situação, sempre existe uma saída.Aprendi que é bobagem fugir das dificuldades.Mais cedo ou mais tarde,será preciso tirar as pedras do caminho para conseguir avançar.Aprendi que, perdemos tempo nos preocupando com fatos que muitas vezes só existem na nossa mente.Aprendi que, é necessário um dia de chuva,para darmos valor ao Sol. Mas se ficarmos expostos muito tempo, o Sol queima. Aprendi que , heróis não são aqueles que realizaram obras notáveis. Mas os que fizeram o que foi necessário ,assumiram as consequências dos seus atos. Aprendi que, não vale a pena se tornar indiferente ao mundo e às pessoas.Vale menos a pena, ainda,fazer coisas para conquistar migalhas de atenção. Aprendi que, não importa em quantos pedaços meu coração já foi partido.O mundo nunca parou para que eu pudesse consertá-lo. Aprendi que, ao invés de ficar esperando alguém me trazer flores,é melhor plantar um jardim.Aprendi que, amar não significa transferir aos outros a responsabilidade de me fazer feliz.Cabe a mim a tarefa de apostar nos meus talentos e realizar os meus sonhos. Aprendi que, o que faz diferença não é o que tenho na vida, mas QUEM eu tenho.E que, boa família são os amigos que escolhi.Aprendi que, as pessoas mais queridas podem às vezes me ferir.E talvez não me amem tanto quanto eu gostaria,o que não significa que não me amem muito,talvez seja o Maximo que conseguem.Isso é o mais importante. Aprendi que, toda mudança inicia um ciclo de construção,se você não esquecer de deixar a porta aberta. Aprendi que o tempo é muito precioso e não volta atrás.Por isso, não vale a pena resgatar o passado. O que vale a pena é construir o futuro.O meu futuro ainda está por vir.Foi então que aprendi que devemos descruzar os braços e vencer o medo de partir em busca dos nossos sonhos.



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Doutrina Espírita

Doutrina Espírita

sábado, 30 de abril de 2011

A Mais Bela Oração

E estando o Mestre sozinho, no recôndito da preceeis que chega um de seus discípulos e suplica-lhe:

Senhor, ensina-nos a orar...
Na face do Mestre a mais bela expressão,
A Sua alma antevia o bálsamo que postergaria aos irmãospor todos os tempos, ao corresponder a tão singelo pedido.
E em um breve momento,
Viu-se nos gemidos dos enfermos,
no soluçar dos desiludidos.
No desequilíbrio dos desesperados,
no debater-se dos ensandecidos.
No desamparo dos fracos,
na aflição dos perseguidos.
Na soberba dos orgulhosos,
na escravidão dos oprimidos.
Na inconsolação dos injustiçados,
na incredulidade dos ímpios.
Viu-se também na pureza do sorriso da criança,
na afetuosidade dos amigos.
Na serenidade da brisa mansa,
na mansidão dos pacíficos.
E de teus lábios ouviu-se a mais bela oração:
Pai Nosso que estás no céu...
Pedi e vos dará
Buscai e achareis
Batei e abrir-se á.

mensagem publicada no http://blogdootimismo.blogspot.com/


fonte:   http://www.otimismoemrede.com/

Quanto vale o seu tempo

Visitava um casal amigo.
Nosso papo ia muito animado e os assuntos se desdobravam: problemas da vida, espiritualidade, dificuldades familiares...
No meio da sala, o filhinho do casal, mais ou menos cinco anos, brincava pintando desenhos que ele mesmo fizera.
Por diversas vezes aproximara-se, ora do pai, ora da mãe − e dizia: − Posso falar?
E eles respondiam, quase da mesma forma: − Papai e mamãe estão ocupados... Espere um pouco, nós estamos conversando. Nós estamos conversando com o titio (por educação para comigo, pois poderiam, pelos meus cabelos brancos, dizerem vovô).
O garotinho, inicialmente contrariado, retornava a sentar-se, continuando com a brincadeira.
Nova tentativa, resposta negativa e ele voltava ao lugar menos contrariado.
Insiste... Por fim, permanece apenas brincando, de quando em quando olhando para nós.
Tentei interferir. − Podem atendê-lo. Deixem-no falar.
− Não! Ele tem que aprender, pois só quer a atenção para ele!
Apesar dos pedidos: − “posso falar?“ – ele não falou.
Retornando para o meu lar, pensando na cena e em seus personagens, a memória trouxe-me ao consciente uma história:
“Um menino, com voz tímida e olhos de admiração, corre para o pai, quando este chega do trabalho, perguntando: − Papai, quanto o senhor ganha por hora?
O pai, numa atitude severa, responde: − Olha, meu filho, isto nem a sua mãe sabe. Não me aborreça, estou cansado.
O menino, num gesto insistente torna a perguntar: − Mas, papai, não custa nada me dizer quanto o senhor ganha por hora.
− Três reais. Por que você quer saber?
− Então papai, o senhor poderia me emprestar um real?
O pai irado e tratando o filho com aspereza respondeu: − Então é por isso que você quer saber quanto eu ganho? Vá dormir e não me amole mais.
Já deitado para dormir, o pai começou a pensar no menino e arrependeu-se da forma com a qual o tratara. Talvez, quem sabe, o menino precisasse comprar algo. Levantou-se e foi até o quarto do filho e em voz baixa perguntou: − Filho, está dormindo?
− Não papai – respondeu o menino sonolento.
− Olha aqui está o dinheiro que você me pediu. Um real!
− Obrigado, papai! – disse o filho pegando uma caixinha embaixo da cama onde tinha mais dois reais.
− Pronto, agora completei três reais, papai. Poderia me vender uma hora do seu tempo? Sabe, você é tão ocupado, quase não brinca nem conversa comigo e eu sinto tanto a sua falta. Por isso pensei em comprar uma hora do seu tempo, pois é muito bom estar com você”. (Parábolas Eternas, Legrand – Ed. Soler.)
Há coisas que valem muito mais que o dinheiro. Entre elas a troca de amor!
“Bem grande é a influência dos pais sobre os filhos. Os Espíritos têm que contribuir para o progresso uns dos outros. Pois bem, os Espíritos dos pais têm por missão desenvolver os de seus filhos pela educação. Constitui-lhes isso uma tarefa. Tornar-se-ão culpados, se vierem a falir no seu desempenho.” (Questão nº 209, de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec – Ed. FEB.)

Caro leitor ou leitora, posso falar? − Você está valorizando o seu tempo no relacionamento com o seu filho? Não importa a idade dele! Nem sempre o mais importante é dar coisas aos filhos, mas... estar com os filhos!
− Ah! Você não é casado ou casada? Posso falar? Comece a pensar no assunto!
  
  Aylton Paiva
  fonte:   http://www.forumespirita.net/fe/accao-do-dia/quanto-vale-o-seu-tempo/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+forumespirita+%28Forum+Espirita+email+news+100+topicos%29

ESCOLHAS

É possível te admires das alterações que, por vezes, te desafiam o entendimento nas criaturas amadas.
Aqui determinada jovem terá sido preparada, com vistas a encargos artísticos, pelo carinho doméstico, no entanto, terá preferido os serviços de culinária, tão dignos de consideração quanto à musica.
Além, certo rapaz, a quem se ofertou condições positivas para o destaque na ciência, se aconchegou, de inesperado, aos labores do campo.
Assim ocorre na vida sentimental.
Se tens o ânimo defrontado por essa espécie de surpresa, enuncia com bondade o teu diverso ponto de vista. Entretando, ainda mesmo nos casos em que a escolha dos entes queridos se incline para estradas claramente inferiores, compadece-te e não violentes a confiança daqueles que a Divina Providência te confiou.
Não estraçalhes o nó afetivo nessa ou naquela alma que te desfruta a convivência, porque a Sabedoria da Vida saberá como e quando desatá-lo.
Nem todos te possuem a compreensão amadurecida, tanto quanto nem todos vieram ao mundo para a liderança espiritual ou para o amanho do solo.
Aceita os outros, tais quais são, sem o propósito de modificá-los, a menos que se encontrem na condição da criança que se ergue por argila de Deus em tuas mãos.
Cada criatura caminha na direção das experiências de que se reconhece necessitada.
Ampara-os, sem exigência, para que os teus sentimentos não se tisnem com a dor ou com a revolta, por vezes, imanifestas de quantos se arrastam sob as correntes invisíveis dessa ou daquela imposição.
Ama somente, agindo e servindo para o bem, porque todo coração que verdadeiramente ama, pelas leis do destino, alcançará a colheita do amor que semeia, em plenitude de união e de alegria sem fim.

pelo Espírito Meimei - Do livro: Sinais de Rumo, Médium: Francisco Cândido Xavier.

fonte:  http://www.caminhosluz.com.br/

Pesquisa comprova, por meio da foto kirlian, a ação do passe magnético

A experiência revela como uma crise emocional afeta o  organismo humano, produzindo distúrbiosenergéticos que podem ser fotografados .
Este é o título do trabalho apresentado pelo pesquisador Dário José Rodrigues no dia 14 de novembro de 1993 por ocasião do 3.º Seminário de Ciência Espírita realizado em Goiânia (GO), no campus da Universidade Federal de Goiás, pela Fundação Espírita de Pesquisa Científica (Fepesci), presidida na época pelo jornalista Luiz Signates.
O texto que ora transcrevemos foi extraído do Anuário de Espiritismo Científico de 1993, publicado pela Fepesci:

                                         TÍTULO

PESQUISA SOBRE ENERGIAS DURANTE O PASSE
Pesquisador
Dário José Rodrigues

Tipo de pesquisa
Fotografia do campo energético que envolve os corpos durante a aplicação do passe magnético

Instrumento
Máquina fotográfica Kirlian (Padrão Milhomens)

Pesquisados
Senhorita L (19 anos) e Senhor J (23 anos)
Relatório do pesquisador - Constatando a olho nu que, durante a exposição do dedo da senhorita L em contato com a placa elétrica da máquina Kirlian , havia falhas energéticas em algumas partes dos dedos, resolvi então tirar algumas fotografias para verificar como se apresentariam essas falhas numa fotografia colorida em slide. Isto se deu em uma sala hermeticamente fechada e sem luz, pois a célula fotossensível ficaria exposta durante as fotografias. Enquanto observava a olho nu as alterações ocorridas durante a experiência, verificamos que os eflúvios luminosos permaneciam em movimento e também sempre com grandes falhas.
Observando as falhas enormes nas energias da Senhorita L, coloquei também em exposição o dedo indicador do Senhor J e constatei que não havia falha alguma, estando a luminosidade envolvendo por completo todos os dedos do Senhor J colocados em exposição. Curioso, procurei observar a exposição do dedo do Senhor J juntamente com o da Senhorita L, com o intuito de saber como se portaria essa falha com a aproximação das duas energias. Observei então que durante a exposição do Senhor J, próximo ao dedo da Senhorita L, as falhas constatadas na energia luminosa dela permaneciam, enquanto que no dedo dele continuava uma energia homogênea.
Começou a surgir-me a idéia de uma seqüência de fotos para a análise de uma experiência que poderia ser muito interessante. Sabendo que me deparava naquele momento com um fato que merecia especial atenção, pois se tratava de uma diferença no campo energético de suas pessoas que estavam no mesmo ambiente, concentrados naquele momento na mesma atividade. A Senhorita L já havia, em dias anteriores, comentado que estava vivendo naqueles dias uma forte crise emocional, em que, rompendo um noivado, sentia-se depressiva e com constante dor de cabeça, o que me levou a sugerir que ela fizesse parte desta experiência.
A seqüência de fotos da experiência foi a seguinte:
1.º - Fotografar a energia da Senhorita L isoladamente.
2.º - Fotografar as energias da Senhorita L juntamente com as do Senhor J, verificando as diferenças.
3.º - Proceder a um passe magnético, na esperança de eliminar a falha energética da Senhorita L, continuando com a exposição da energia do Senhor J juntamente com a da Senhorita L.
4.º - Finalizar fotografando a energia da Senhorita L.

Resultados – Iniciamos a seqüência de fotos Kirlian, tendo como exposição os dedos indicadores esquerdos. Nas primeiras exposições constatamos a olho nu sempre uma grande falha de luminosidade em torno deles. À medida que avançamos concentrados neste trabalho, verificamos maior movimentação dos fluxos energéticos da Senhorita L, que durante a aplicação do passe magnético foi se fechando muito devagar, até que a falha desaparecera por completo. Tiramos mais uma foto Kirlian, depois encerramos exaustos e agradecidos.
Na revelação dos slides, foi maior ainda nossa surpresa quando constatamos quanto ficou evidente a diferença entre o campo energético do Senhor J com o da Senhorita L, que apareceu nas fotos, como que rejeitando e bloqueando a energia do Senhor J, que durante o passe magnético foi cedendo, começando a emanar cada vez mais energias, até que na última foto observamos o fechamento por completo do campo luminoso.
Ficou também claro ao observarmos os slides que, à medida que o passe magnético estava sendo aplicado, a energia do Senhor J foi aumentando gradativamente, ficando com uma luminosidade completamente inversa à das energias da Senhorita L.
Fonte:
Anuário de Espiritismo Científico de 1993, Fepesci, págs. 132 e 133.
Thiago Bernardes

fonte2:   http://www.forumespirita.net/fe/jornal-das-boas-noticias/pesquisa-comprova-por-meio-da-foto-kirlian-a-acao-do-passe-magnetico/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+forumespirita+%28Forum+Espirita+email+news+100+topicos%29

quinta-feira, 28 de abril de 2011

A missão da maternidade

O Bispo de La Serena, Chile, Dom Ramon Angel Jara, teve oportunidade de escrever um texto muito poético que diz:
Uma simples mulher existe que, pela imensidão de seu amor, tem um pouco de Deus.
Pela constância de sua dedicação, tem muito de anjo. Que, sendo moça, pensa como uma anciã e, sendo velha, age com as forças todas da juventude.
Quando ignorante, melhor que qualquer sábio desvenda os segredos da vida.
Quando sábia, assume a simplicidade das crianças. Pobre, sabe enriquecer-se com a felicidade dos que ama. Rica, sabe empobrecer-se para que seu coração não sangre ferido pelos ingratos.
Forte, estremece ao choro de uma criancinha. Fraca, se revela com a bravura dos leões.
Viva, não lhe sabemos dar valor porque à sua sombra todas as dores se apagam.
Morta, tudo o que somos e tudo o que temos daríamos para vê-la de novo, e dela receber um aperto de seus braços, uma palavra de seus lábios.
Não exijam de mim que diga o nome dessa mulher, se não quiserem que ensope de lágrimas esse álbum. Porque eu a vi passar no meu caminho.
Quando crescerem seus filhos, leiam para eles esta página. Eles lhes cobrirão de beijos a fronte. Digam-lhes que um pobre viandante, em troca da suntuosa hospedagem recebida, aqui deixou para todos o retrato de sua própria mãe.
Na atualidade, a mulher assumiu muitos papéis. Lançou-se no mundo e se transformou na operária, juíza, cientista, professora, militar, policial, secretária, empresária, presidente, general e tudo o mais que, no passado, era privilégio do homem.
A mulher se tornou em verdade uma super-mulher que, além dos afazeres domésticos, conquistou o seu espaço no mercado de trabalho.
Naturalmente, não para competir com o homem, mas para somar com ele, pois dos esforços de ambos resulta o sustento e o bem-estar da família.
A rainha do lar se transformou na mulher que atua e decide na sociedade.
Das quatro paredes do lar para o palco do mundo. Contudo, essa mulher senadora, escriturária, deputada, médica, administradora de empresa não perdeu a ternura.
Ela prossegue a acolher em seu ninho afetivo o esposo e os filhos.
Equilibrada e consciente, ela brilha no mundo e norteia o lar. Embora interprete muitos papéis, ela não esqueceu do seu mais importante papel: o de ser mãe.

* * *
Dentre todas as mulheres que se projetaram no mundo, realizando grandes feitos, a nossa lembrança recua no tempo buscando uma mulher especial.
A história não lhe registra grandes discursos, mas o Evangelho lhe aponta gestos e palavras que valem muito mais.
Mãe de um filho que revolucionou a História, manteve-se firme na adversidade, na dor, exemplificando o que Ele ensinara.
Não deixou testamento, riquezas ou haveres mas legou à Humanidade a excelente lição da mulher que gera o filho, alimenta-O e O entrega ao mundo para servir ao mundo.
Seu nome era Maria... Maria de Nazaré.

Redação do Momento Espírita, com base no artigo Um poético e autêntico retrato de uma genitora – nossa homenagem à toda mulher-mãe, do jornal Correio fraterno do ABC, de maio de 2000 e no texto Retrato de mãe, de Dom Ramon Angel Jara, Bispo de La Serena, Chile, tradução de Guilherme de Almeida.

Em 29.04.2011.

Simpatias e Antipatias Terrenas

- Dois seres que se conheceram e se amaram podem encontrar-se noutra existência corpórea e se reconhecerem?
- Reconhecerem-se, não; mas serem atraídos um pelo outro sim; e frequentemente as ligações íntimas, fundadas numa afeição sincera, não provem de outra causa. Dois seres se aproximam um do outro por circunstâncias aparentemente fortuitas, mas que são o resultado da atração de dois Espíritos que se buscam através da multidão.
- Não seria agradável para eles se reconhecerem?
- Nem sempre. A recordação das existências passadas teria inconvenientes maiores do que acreditais. Após a morte eles se reconhecerão e saberão em que tempo estiveram juntos.
- A simpatia tem sempre por motivo um conhecimento anterior?
- Não. Dois Espíritos que tenham afinidades se procuram naturalmente sem que se hajam conhecido como encarnados.
- Os encontros que se dão algumas vezes entre certas pessoas, e que se atribuem ao acaso, não seriam o efeito de uma espécie de relações simpáticas?
- Há, entre os seres pensantes, ligações que ainda não conheceis. O magnetismo é a bússola desta ciência, que mais tarde compreendereis melhor.
- De onde vem a repulsa instintiva que se experimenta por certas pessoas, à primeira vista?
- Espíritos antipáticos que se percebem e se reconhecem, sem se falarem.
- A antipatia instintiva é sempre um sinal de natureza má?
- Dois Espíritos não são necessariamente maus pelo fato de não serem simpáticos. A antipatia pode originar-se de uma falta de similitude do modo de pensar. Mas, à medida que eles se elevam, os matizes se apagam e a antipatia desaparece.
- A antipatia entre duas pessoas nasce em primeiro lugar naquele cujo Espírito é pior ou melhor?
- Numa e noutra, mas as causas e os efeitos são diferentes. Um Espírito mau sente antipatia por quem quer que o possa julgar e desmascarar; vendo uma pessoa pela primeira vez, percebe que ela vai desaprová-lo; seu afastamento se transforma então em ódio, inveja e lhe inspira o desejo de fazer o mal. O bom Espírito sente repulsa pelo mau porque sabe que não será compreendido por ele e que ambos não participam dos mesmos sentimentos; mas seguro de sua superioridade, não sente contra o outro nem ódio nem inveja: contenta-se em evitá-lo e lastimá-lo.

Fonte:
O Livro dos Espíritos – Allan Kardec
Livro 2 – Mundo Espírita ou dos Espíritos
Cap. 7 – Retorno à Vida Corporal
Item VII – Simpatias e Antipatias Terrenas
(Questões 386 a 391)

Blog Espírita na Net

O poder da doçura

O viajante caminhava pela estrada, quando observou o pequeno rio que começava tímido por entre as pedras.
Foi seguindo-o por muito tempo. Aos poucos ele foi tomando volume e se tornando um rio maior.
O viajante continuou a segui-lo. Bem mais adiante o que era um pequeno rio se dividiu em dezenas de cachoeiras, num espetáculo de águas cantantes.
A música das águas atraiu mais o viajante que se aproximou e foi descendo pelas pedras, ao lado de uma das cachoeiras.
Descobriu, finalmente, uma gruta. A natureza criara com paciência caprichosas formas na gruta. Ele a foi adentrando, admirando sempre mais as pedras gastas pelo tempo.
De repente, descobriu uma placa. Alguém estivera ali antes dele. Com a lanterna, iluminou os versos que nela estavam escritos. Eram versos do grande escritor Tagore, Prêmio Nobel de Literatura de 1913:
Não foi o martelo que deixou perfeitas estas pedras, mas a água, com sua doçura, sua dança, e sua canção. Onde a dureza só faz destruir, a suavidade consegue esculpir.

* * *
Assim também acontece na vida. Existem pessoas que explodem por coisa nenhuma e que desejam tudo arrumar aos gritos e pancadas.
E existem as pessoas suaves, que sabem dosar a energia e tudo conseguem. São as criaturas que não falam muito, mas agem bastante.
Enquanto muitos ainda se encontram à mesa das discussões para a tomada de decisões, elas já se encontram a postos, agindo.
E conseguem modificar muitas coisas. Um sábio exemplo foi de Madre Teresa de Calcutá.
Antes dela e depois dela tem se falado em altos brados sobre miséria, fome e enfermidades que tomam comunidades inteiras.
Ela observou a miséria, a morte e a fome rondando os seus irmãos, na Índia. Tomou uma decisão. Agiu. Começou sozinha, amparando nos braços um desconhecido que estava à beira da morte nas ruas de Calcutá.
Fundou uma obra que se espalhou, com suas Casas de Caridade, por todas as nações.
Teve a coragem de se dirigir a governantes e homens públicos para falar de reverência à vida, de amor, de ação.
Não gritou, não esbravejou. Cantou a música do amor, pedindo pão e afeto aos pobres mais pobres.
Deixou o mundo físico mas conseguiu insculpir as linhas mestras do seu ideal em centenas de corações. Como a água mansa, ela cantou nos corações e os conquistou, amoldando-os para a dedicação ao seu semelhante.

* * *
Há muito amor em sua estrada que, por enquanto, você não consegue valorizar...
Busque se aplicar no dom de ver e, vendo a ação da presença do Criador, que é amor, na expressão mais alta, como conceituou o Apóstolo João, faça de sua passagem pelo mundo um dia feliz.
Se você espera ser útil e desaprova a paralisia do coração, procure amar, porque todos os mistérios da vida e da morte se encontram no amor... pois o amor é Deus!

Redação do Momento Espírita, com pensamento finais do cap. 22 do livro Rosângela, pelo Espírito homônimo, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.
Em 26.04.2011.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Camelos também choram

Primavera no deserto de Gobi, sul da Mongólia.
Uma família de pastores nômades assiste ao nascimento de filhotes de camelo.
A rotina é quebrada com o parto difícil de um dos camelinhos albinos.
A mãe, então, o rejeita.
O filho ali, branquinho, mal se sustentando sobre as pernas, querendo mamar e ela fugindo, dando patadas e indo acariciar outro filhote, enquanto o rejeitado geme e segue inutilmente a mãe na seca paisagem.
A família mongol e vizinhos tentam forçar a mãe camela a alimentar o filho. Em vão.
Só há uma solução, diz alguém da família. Mandar chamar o músico.E o milagre começou musicalmente a acontecer.
Dois meninos montam agilmente seus camelos, numa aventura até uma vila próxima, tentando encontrar o músico.
É uma vila pobre, mas já com coisas da modernidade, motos, televisão, e, na escola de música, dentro daquele deserto, jovens tocam instrumentos e dançam, como se a arte brotasse lindamente das pedras.
O professor de música, qual um médico de aldeia chamado para uma emergência, viaja com seu instrumento de arco e cordas para tentar resolver a questão da rejeição materna.
Chega. E ali no descampado, primeiro coloca o instrumento com uma bela fita azul sobre o dorso da mãe camela. A família mongol assiste à cena.
Um vento suave começa a tanger as cordas do instrumento. A natureza por si mesma harpeja sua harmônica sabedoria. A camela percebe. Todos os camelos percebem uma música reordenando suavemente os sentidos.
Erguem a cabeça, aguçam os ouvidos e esperam. A seguir, o músico retoma seu instrumento e começa a tocá-lo. A dona da camela afaga o animal e canta.
E, enquanto cordas e voz soam, a mãe camela começa a acolher o filhote, empurrando-o docemente para suas tetas. E o filhote, antes rejeitado e infeliz, vem e mama, mama, desesperadamente feliz.
Enquanto se alimenta e a música continua, acontece então um fato impressionante.
Lágrimas desbordam umas após outras dos olhos da mãe camela, dando sinais de que a natureza se reencontrou a si mesma, a rejeição foi superada, o afeto reuniu num todo amoroso os apartados elementos.

* * *
Nós, humanos, na plateia, olhamos estarrecidos. Maravilhados. Os mongóis em cena constatam apenas mais um exercício de sua milenar sabedoria.
E nós, que perdemos o contato com o micro e o macrocosmos, ficamos pasmos com nossa ignorância de coisas tão simples e essenciais.
Os antigos falavam da terapêutica musical. Casos de instrumentos que abrandavam a fúria, curavam a surdez, a hipocondria e saravam até a mania de perseguição.
O pensamento místico hindu dizia que a vida se consubstancia no Universo com o primeiro som audível - um ré bemol - e que a palavra só surgiria mais tarde.
E nós, da era da tecnologia, da comunicação instantânea, dos avanços científicos jamais sonhados... E nós? O que sabemos dessas coisas?
Coisas que os camelos já sabem, que os mongóis já vivem. Coisas dos sentimentos, coisas do coração. O que sabemos nós?
Será que sabíamos que os camelos também choram?

Redação do Momento Espírita com base em crônica de Affonso Romano de Sant´anna, encontrada no
http://acaodopensamento.blogspot.com/.
Em 25.04.2011.

Agradeça a Deus...

Ao amanhecer de cada dia,
pela oportunidade da vida;
pelo convívio com seu semelhante;
pelo renascer do dia como o seu renascer.
Agradeça,
as pedras do caminho que lhe estimulam o trabalho;
o tropeço nos obstáculos que lhe pedem mudança de rota.
Agradeça,
a oportunidade de conhecer as palavras do Mestre que lhe traz o conforto e o amparo;
a chuva que faz germinar a semente do alimento;
a luz do sol que faz brilhar a sua luz.
Agradeça a Deus,
pelo seu amor e bondade;
a oportunidade de evolução e de poder seguir o caminho reto.
Paz no coração de todos.

De um irmão sempre presente
A todos os amigos da Fraternidade

Mensagem recebida, pelo Grupo de Estudos de Psicografia da Fraternidade Francisco de Assis

fonte:    http://www.forumespirita.net/fe/mensagens-de-animo/agradeca-a-deus/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+forumespirita+%28Forum+Espirita+email+news+100+topicos%29

SERVIR PARA MERECER

Finalizando as nossas atividades na noite de 4 de agosto de 1955, tivemos a palavra do grande companheiro Antônio Gonçalves Batuíra, denodado pioneiro do Espiritismo no Estado de São Paulo, que, de modo vibrante, nos convocou ao valor moral para mais alto padrão de eficiência da nossa tarefa espírita.
Meus irmãos, que a divina bondade de Nosso Senhor Jesus - Cristo seja louvada.
Pedir é mais que natural, no entanto, é razoável saber o que pedimos.
Habitualmente trazemos para o Espiritismo a herança do menor esforço, haurida nas confissões religiosas que nos viciaram a mente no culto externo excessivo, necessitando, assim, porfiar energicamente para que a vocação do petitório sistemático ceda lugar ao espírito de luta com que nos cabe aceitar os desafios permanentes da vida.
No intercâmbio com as almas desencarnadas, procedentes da esfera que vos é mais próxima, sois surpreendidos por todos os tipos de queda espiritual.
Sob tempestades de ódio e lágrimas, desesperação e arrependimento, consciências culpadas ou entorpecidas vos oferecem o triste espetáculo da derrota interior a que foram atiradas pelo próprio desleixo.
É que, soldados da evolução, esqueceram as armas do valor moral e da vontade firme com que deveriam batalhar na Terra, na aquisição do próprio aprimoramento, passando à condição parasitária daqueles que recebem dos outros sem darem de si e acabando o estágio humano, à feição de fantasmas da hesitação e do medo, a se transferirem dos grilhões da preguiça e da pusilanimidade à escravidão àquelas Inteligências brutalizadas no crime que operam, conscientemente, nas sombras.
Levantemo-nos para viver como alunos dignos do educandário que nos recolhe!
Encarnados e desencarnados, unamo-nos no dinamismo do bem para situar, sempre mais alto, a nossa oportunidade de elevação.
É inútil transmitir a outrem o dever que nos compete, porque o tempo inflexível nos aguarda, exigindo-nos o tributo da experiência, sem o qual não nos será possível avançar no progresso justo.
Todos possuímos escabroso pretérito por ressarcir, e, dos quadros vivos desse passado delituoso, recolhemos compulsoriamente os reflexos de nossos laços inferiores que, à maneira de raízes do nosso destino, projetam sobre nós escuras reminiscências.
Todos temos aflições e dúvidas, inibições e dificuldades, e, sem elas, certamente estaríamos na posição da criatura simples, mas selvagem e primitivista, indefinidamente privada do benefício da escola.
Clareemos o cérebro no estudo renovador e limpemos o coração com o esmeril do trabalho, e, então, compreenderemos que o Senhor nos emprestou os preciosos dons que nos valorizam a existência, não para rendermos culto às facilidades sem substância, engrossando a larga fileira dos pedinchões e preguiçosos inveterados, mas sim para que sejamos dignos companheiros da luz, caminhando ao encontro de seu amor e de sua sabedoria, com os nossos próprios pés.
Saibamos, assim, aprender a servir para merecer.

pelo Espírito Batuíra - Do livro: Vozes do Grande Além, Médium: Francisco Cândido Xavier - Espíritos Diversos.

fonte:    http://www.caminhosluz.com.br/

domingo, 24 de abril de 2011

Histórias Extraordinárias

CASO LEONICE FITZ - MEDIUNIDADE DE EFEITOS FÍSICOS


A morte de Tancredo Neves em destaque no "Fantástico" de 21 de abril de 1985. Nesse mesmo programa, uma reportagem do grande Hélio Costa, que estava senso exibida, foi bruscamente interrompida para que se pudesse comunicar à nação de que falecera o presidente eleito Tancredo de Almeida Neves.
http://www.youtube.com/watch?v=8zMCWKNxbjo&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=Zkl2pIts4Pw&feature=fvwrel

23 de abril: Ruídos do Espírito
Em 1988, os poderes de uma menina, no interior de Santa Rosa, tornaram-se manchete nacional. Leonice Fitz, então com 13 anos, movimentava objetos, provocava ruídos, estouros de lâmpadas, entre outros fenômenos. Recentemente ela faleceu e agora a mãe, marido e amigas contam como tudo aconteceu. Direção de Marta Biavaschi e participação de Amanda Urnau e de Evandro Soldatelli; roteiro de William Mayer, fotografia de Bruno Polidoro, arte de Bernardo Zortea e montagem de Bruno Carboni.
http://mediacenter.clicrbs.com.br/rbstvrs-player/45/player/176046/historias-extraordinarias-trailer-programa-2-ruidos-do-espirito/1/index.htm

                                   O ESPIRITISMO EXPLICA:
CASO LEONICE FITZ - MEDIUNIDADE DE EFEITOS FÍSICOS
 http://www.youtube.com/watch?v=rkVtaO98Bfw
 
                                   Efeitos Físicos e o Espiritismo
http://www.youtube.com/watch?v=ZmZAR4eUnX0&feature=related
 
Programa Transição nº 83 - Mediunidade de Efeitos Físicos 1/3
http://www.youtube.com/watch?v=YFvcvN2S024&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=DNR3V6ltV2E&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=BftBnEbZxvM&feature=related
 
                                 Dos Médiuns


http://www.espirito.org.br/portal/codificacao/lm/index.html
Médiuns de efeitos físicos - Pessoas elétricas - Médiuns sensitivos ou impressionáveis - Médiuns audientes - Médiuns falantes - Médiuns videntes - Médiuns sonambúlicos - Médiuns curadores - Médiuns pneumatógrafos

159. Todo aquele que sente, num grau qualquer, a influência dos Espíritos é, por esse fato, médium. Essa faculdade é inerente ao homem; não constitui, portanto, um privilégio exclusivo. Por isso mesmo, raras são as pessoas que dela não possuam alguns rudimentos. Pode, pois, dizer-se que todos são, mais ou menos, médiuns. Todavia, usualmente, assim só se qualificam aqueles em quem a faculdade mediúnica se mostra bem caracterizada e se traduz por efeitos patentes, de certa intensidade, o que então depende de uma organização mais ou menos sensitiva. E de notar-se, além disso, que essa faculdade não se revela, da mesma maneira, em todos. Geralmente, os médiuns têm uma aptidão especial para os fenômenos desta, ou daquela ordem, donde resulta que formam tantas variedades, quantas são as espécies de manifestações. As principais são: a dos médiuns de efeitos físicos; a dos médiuns sensitivos, ou impressionáveis; a dos audientes; a dos videntes; a dos sonambúlicos; a dos curadores; a dos pneumatógrafos; a dos escreventes, ou psicógrafos.

1. Médiuns de efeitos físicos
160. Os médiuns de efeitos físicos são particularmente aptos a produzir fenômenos materiais, como os movimentos dos corpos inertes, ou ruídos, etc. Podem dividir-se em médiuns facultativos e médiuns involuntários. (Veja-se a 2ª parte, caps. II e IV.)
Os médiuns facultativos são os que têm consciência do seu poder e que produzem fenômenos espíritas por ato da própria vontade. Conquanto inerente à espécie humana, conforme já dissemos, semelhante faculdade longe está de existir em todos no mesmo grau. Porém, se poucas pessoas há em quem ela seja absolutamente nula, mais raras ainda são as capazes de produzir os grandes efeitos tais como a suspensão de corpos pesados, a translação aérea e, sobretudo, as aparições. Os efeitos mais simples são a rotação de um objeto, pancadas produzidas mediante o levantamento desse objeto, ou na sua própria substância. Embora não demos importância capital a esses fenômenos, recomendamos, contudo, que não sejam desprezados. Podem proporcionar ensejo a observações interessantes e contribuir para a convicção dos que os observem. Cumpre, entretanto, ponderar que a faculdade de produzir efeitos materiais raramente existe nos que dispõem de mais perfeitos meios de comunicação, quais a escrita e a palavra. Em geral, a faculdade diminui num sentido à proporção que se desenvolve em outro.

161. Os médiuns involuntários ou naturais são aqueles cuja influência se exerce a seu mau grado. Nenhuma consciência têm do poder que possuem e, muitas vezes, o que de anormal se passa em torno deles não se lhes afigura de modo algum extraordinário. Isso faz parte deles, exatamente como se dá com as pessoas que, sem o suspeitarem, são dotadas de dupla vista. São muito dignos de observação esses indivíduos e ninguém deve descuidar-se de recolher e estudar os fatos deste gênero que lhe cheguem ao conhecimento. Manifestam-se em todas as idades e, freqüentemente, em crianças ainda muito novas. (Veja-se acima, o capítulo V, Das manifestações físicas espontâneas.)
Tal faculdade não constitui, em si mesma, indício de um estado patológico, porquanto não é incompatível com uma saúde perfeita. Se sofre aquele que a possui, esse sofrimento é devido a uma causa estranha, donde se segue que os meios terapêuticos são impotentes para fazê-la desaparecer. Nalguns casos, pode ser conseqüente de uma certa fraqueza orgânica, porém, nunca é causa eficiente. Não seria, pois, razoável tirar dela um motivo de inquietação, do ponto de vista higiênico. Só poderia acarretar inconveniente, se aquele que a possui abusasse dela, depois de se haver tornado médium facultativo, porque então se verificaria nele uma emissão demasiado abundante de fluido vital e, por conseguinte, enfraquecimento dos órgãos.

162. A razão se revolta à lembrança das torturas morais e corporais a que a ciência tem por vezes sujeitado criaturas fracas e delicadas, para se certificar da existência de fraude da parte delas. Tais experimentações, amiúde feitas maldosamente, são sempre prejudiciais às organizações sensitivas, podendo mesmo dar lugar a graves desordens na economia orgânica. Fazer semelhantes experiências é brincar com a vida. O observador de boa-fé não precisa lançar mão desses meios. Aquele que está familiarizado com os fenômenos desta espécie sabe, aliás, que eles são mais de ordem moral, do que de ordem física e que será inútil procurar-lhes uma solução nas nossas ciências exatas.
Por isso mesmo que tais fenômenos são mais de ordem moral, deve-se evitar com escrupuloso cuidado tudo o que possa sobreexcitar a imaginação. Sabe-se que de acidentes pode o medo ocasionar e muito menos imprudências se cometiam, se se conhecessem todos os casos de loucura e de epilepsia, cuja origem se encontra nos contos de lobisomens e papões. Que não será, se se generalizar a persuasão de que o agente dos aludidos fenômenos é o diabo? Os que espelham semelhantes idéias não sabem a responsabilidade que assumem: podem matar. Ora, o perigo não existe apenas para o paciente, mas também para os que o cercam, os quais podem ficar aterrorizados, ao pensarem que a casa onde moram se tornou um covil de demônios. Esta crença funesta é que foi causa de tantos atos de atrocidade nos tempos de ignorância. Entretanto, se houvesse um pouco mais de discernimento, teria ocorrido aos que os praticaram que não queimavam o diabo, por queimarem o corpo que supunham possesso do diabo. Desde que do diabo é que queriam livrar-se, ao diabo é que era preciso matassem. Esclarecendo-nos sobre a verdadeira causa de todos esses fenômenos, a Doutrina Espírita lhe dá o golpe de misericórdia. Longe, pois, de concorrer para que tal idéia se forme, todos devem, e este é um dever de moralidade e de humanidade, combatê-la onde exista.
O que há a fazer-se, quando uma faculdade dessa natureza se desenvolve espontaneamente num indivíduo, é deixar que o fenômeno siga o seu curso natural: a Natureza é mais prudente do que os homens. Acresce que a Providência tem seus desígnios e aos maiores destes pode servir de instrumento a mais pequenina das criaturas. Porém, forçoso é convir, o fenômeno assume por vezes proporções fatigantes e importunas para toda gente (1).
(1) Um dos fatos mais extraordinários desta natureza, pela variedade e singularidade dos fenômenos, é, sem contestação, o que ocorreu em 1852, no Palatinado (Baviera renana), em Bergzabern, perto de Wissemburg. É tanto mais notável, quanto denota, reunidos no mesmo indivíduo, quase todos os gêneros de manifestações espontâneas: estrondos de abalar a casa, derribamento dos móveis, arremesso de objetos ao longe por mãos invisíveis, visões e aparições, sonambulismo, êxtase, catalepsia, atração elétrica, gritos e sons aéreos, instrumentos tocando sem contacto, comunicações inteligentes, etc. e, o que não é de somenos importância, a comprovação destes fatos, durante quase dois anos, por inúmeras testemunhas oculares, dignas de crédito pelo saber e pelas posições sociais que ocupavam. A narração autêntica dos aludidos fenômenos foi publicada, naquela época, em muitos jornais alemães e, especialmente, numa brochura hoje esgotada e raríssima. Na Revue Spirite de 1858 se encontra a tradução completa dessa brochura, com os comentários e explicações indispensáveis. Essa, que saibamos, é a única publicação feita em francês do folheto a que nos referimos. Além do empolgante interesse que tais fenômenos despertam, eles são eminentemente instrutivos, do ponto de vista do estudo prático do Espiritismo.
Eis, então, o que em todos os casos importa fazer-se. No capítulo V - Das manifestações físicas espontâneas, já demos alguns conselhos a este respeito, dizendo ser preciso entrar em comunicação com o Espírito, para dele saber-se o que quer. O meio seguinte também se funda na observação.
Os seres invisíveis, que revelam sua presença por efeitos sensíveis, são, em geral, Espíritos de ordem inferior e que podem ser dominados pelo ascendente moral. A aquisição deste ascendente é o que se deve procurar.
Para alcançá-lo, preciso é que o indivíduo passe do estado de médium natural ao de médium voluntário. Produz-se, então, efeito análogo ao que se observa no sonambulismo. Como se sabe, o sonambulismo natural cessa geralmente, quando substituído pelo sonambulismo magnético. Não se suprime a faculdade, que tem a alma, de emancipar-se; dá-se-lhe outra diretriz. O mesmo acontece com a faculdade mediúnica. Para isso, em vez de pôr óbices ao fenômeno, coisa que raramente se consegue e que nem sempre deixa de ser perigosa, o que se tem de fazer é concitar o médium a produzi-los à sua vontade, impondo-se ao Espírito. Por esse meio, chega o médium a sobrepujá-lo e, de um dominador às vezes tirânico, faz um ser submisso e, não raro, dócil. Fato digno de nota e que a experiência confirma é que, em tal caso, uma criança tem tanta e, por vezes, mais autoridade que um adulto: mais uma prova a favor deste ponto capital da Doutrina, que o Espírito só é criança pelo corpo; que tem por si mesmo um desenvolvimento necessariamente anterior à sua encarnação atual, desenvolvimento que lhe pode dar ascendente sobre Espíritos que lhe são inferiores.
A moralização de um Espírito, pelos conselhos de uma terceira pessoa influente e experiente, não estando o médium em estado de o fazer, constitui freqüentemente meio muito eficaz.

EFEITOS FÍSICOS

São osMÉDIUNS dotados de faculdade capaz de produzir efeitos materiais ostensivos. Seus trabalhos têm a finalidade de chamar a atenção da incredulidade humana para a existência dos Espíritos e do mundo invisível. Produzem fenômenos materiais, tais como:  movimento de corpos inertes, ruídos, voz direta, curas fenomênicas, transportes etc.

fonte:   Carlos Eduardo Cennerelli < cennerelli@terra.com.br >

SITE AUTORES ESPÍRITAS CLÁSSICOS

Alphonse Bouvier - O grande médium passista de Lyon... E grande estudioso do magnetismo espiritual....Segue as obras em anexo... Área totalmente reformada...
Segue Link abaixo:

http://www.autoresespiritasclassicos.com/Autores%20Espiritas%20Classicos%20%20Diversos/ALPHONSE%20BOUVIER/Alphonse%20Bouvier%20%20-%20Magnetismo%20Curativo.htm

Escravos da Palavra

Você já percebeu o quanto nos tornamos escravos das palavras que falamos? De como nos conduzimos por situações difíceis pela nossa própria fala?
Os pensamentos, enquanto guardados na intimidade da casa mental, são propriedade única e exclusivamente de quem os idealiza.
Porém, o pensamento que se converte em verbo falado, passa a ser de domínio público e deveremos responder pelos reflexos dos mesmos.
A palavra que edifica, enobrece, auxilia, é tesouro que dispensamos ao caminhar.
Porém, o verbo ácido da crítica destrutiva, do comentário maledicente buscando a desmoralização alheia, ou a acusação injusta do julgamento insensato, são dificuldades que amealhamos e das quais teremos que dar conta, uma a uma.
Assim, é atitude de sabedoria vigiarmos as palavras que saem de nossa boca. Pensar antes do falar é atitude sensata que nos poupa de muitos dissabores.
Para tanto, é imperioso cultivarmos a reflexão e autoanálise do que se passa em nosso mundo íntimo, pois que a boca fala daquilo que está cheio o coração, conforme nos alerta Jesus.
Alguns pesquisadores chegam a afirmar que circulam em nossa casa mental cerca de 95.000 ideias ao dia, das quais 85.000 são repetitivas, doentias, monotemáticas.
Para que o verbo se faça construtivo, é necessário o exercício da faxina mental, para que da mente possamos exteriorizar aquilo que não nos escravize negativamente.
O exercício do silêncio interior, do isolar-se alguns instantes diariamente do mundo para se encontrar consigo mesmo é fundamental.
Ao mergulharmos no silêncio de nossa casa mental, vamos conhecendo e entendendo qual o mundo íntimo que carregamos e que, muitas das vezes, ainda se mostra totalmente desconhecido para nós mesmos.

* * *
Vigiemos nossas palavras, para que elas sejam úteis, proveitosas e edificantes. Evitemos o comentário maldoso, o julgamento precipitado ou a acusação indevida.
Ainda, preservemos o nosso falar das expressões chulas, das comparações grotescas ou das piadas vulgares. O clima emocional e psíquico, com o qual nos envolvemos, é fruto do que pensamos e do que falamos.
Se a mente ainda traz dificuldades, se os pensamentos infelizes ainda tomam nossa casa mental, muitas vezes nos perturbando, façamos o silêncio interior, deixando que lentamente aqueles pensamentos cedam espaço para outros, mais nobres e enriquecedores.
Cultivemos o verbo elegante, a palavra de consolo, os temas edificantes para que nossa boca não seja quem nos condene, fazendo-nos escravos daquilo que, de forma invigilante, expressamos com a palavra não refletida.

Redação do Momento Espírita, a partir de seminário ministrado por Divaldo Pereira Franco, no 'Encontro fraterno', na praia de Guarajuba, Bahia, em 05.09.09.

fonte:   Blog Espírita na Net 
           feedblitz@mail.feedblitz.com

quarta-feira, 20 de abril de 2011

ACOMODADOS

Nos dias de hoje há os que se emocionam e choram diante das provações alheias; contudo, nada fazem. Além disso, não conseguem estabelecer uma ponte entre a emoção e o bem a ser feito.
Hoje, diante da vida do corpo que o tempo limita, as criaturas querem colher, mas não semear. Amanhã, diante da mudança forçada pelo fenômeno da morte, quem não semeou parte com as mãos vazias e, quase sempre, com o coração transbordante de aflição e desespero.

Livro: Lar Esperança
Antônio Lúcio
CEAC Editora

As mães de Chico Xavier: Promoção e comentário

Esta Semana nas Bancas!


Está semana a Istoé edição 2162 traz uma novidade para seus leitores. Ela contém um vale-ingresso ( voucher na página 18 ) para o filme "As Mães de Chico Xavier". Na compra de um ingresso inteiro, o seu cliente trocará o cupom por outro, totalmente Grátis. Confira e prestigie.

Você já assistiu ao filme As mães de Chico Xavier?
Tive a oportunidade de ir ao cinema na quinta-feira passada em um shopping na capitalamazonense.
Era a primeira sessão vespertina. Quando cheguei, só havia outro espectador. E assim foi a película toda. Apenas dois presentes na confortável sala de exibição.
Emocionei-me várias vezes, e, apesar de ser durão, não resisti às lágrimas que molharam um lenço de pano que carregava no bolso. Ainda bem.
Envolvente, cativante, superior. São tantos os sentimentos nos variegados matizes do vocábulo Amor que não contive a sensibilização e chorei feito criança no colo de mãe. Acompanhei atento o desenrolar das estórias, das mães, das perdas e das buscas, dos desencontros, encontros e reencontros. Fascinante, deslumbrante, puro.
As palavras do Chico, o esclarecimento espiritual e, sobretudo, a consolação com a esperança da imortalidade da alma, cuja vida prossegue dinâmica após a passagem pela morte.
Assim que o filme acabou, não consegui me levantar de imediato da poltrona. O outro espectador saiu celeremente. Fiquei só. Acompanhei as cenas finais dos créditos com o Chico recebendo as pessoas à sombra do abacateiro. Lindo e significativo!
As músicas elevadas entoavam os sentimentos em direção à Espiritualidade Maior numa comunhão entre os dois planos da vida.
Levantei-me e senti a presença de meu Amigo Espiritual. Indaguei-o, pelas vias do pensamento: como poderia um filme desses, tão maravilhoso, sem praticamente público algum?! Nesse ínterim, a emoção veio mais forte, ainda. Disse-me ele: “Veja com olhos de ver”.
Uma vez mais e, copiosamente, as lágrimas rolaram pela minha face, quando pude enxergar, ao compasso dos esclarecimentos do Amigo, que todas as poltronas estavam ocupadas por mãezinhas espirituais. Elas haviam retornado antes de seus filhos e, do outro lado da vida, recebiam a consolação e a certeza de que o amor é o passaporte seguro para o reencontro, no tempo certo, das almas que constituem a mesma família espiritual.
Você já assistiu ao filme As mães de Chico Xavier?
Aproveite a oportunidade. Ainda há tempo. Leve familiares e amigos.
Tenha a certeza de que o Mundo Espiritual estará presente, mesmo que a sala pareça vazia.
Geraldo Campetti Sobrinho
Brasília, 18 de abril de 2011.

Extraída do livro TRANSIÇÃO PLANETÁRIA, psicografia do médium Divaldo Pereira Franco, pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda, editado pela LEAL - páginas 132-134.




O AUXÍLIO VIRÁ

O problema que te preocupa talvez te pareça excessivamente amargo ao coração. E tão amargo que talvez não possas comentá-lo, de pronto.
Às vezes, a sombra interior é tamanha que tens a idéia de haver perdido o próprio rumo.
Entretanto, não esmoreças.
Abraça o dever que a vida te assinala.
Serve e ora.
A prece te renovará energias.
O trabalho te auxiliará.
Deus não nos abandona.
Faze silêncio e não te queixes.
Alegra-te e espera, porque o Céu te socorrerá. Por meios que desconheces, Deus permanece agindo.
Emmanuel

(Do livro Recados do Além, capítulo 49, psicografia do médium Francisco Cândido Xavier - Editora IDE)

fonte:     Carlos Eduardo Cennerelli < cennerelli@terra.com.br >

Pascoa Passagem

Que esta passagem traga realmente renascimento, amor, esperança e libertação!

Aprendizado Eterno

O professor de violino ouvia, admirado, a pretensão daquele velhinho lúcido e ágil, não obstante seus 77 anos: - Quero ser seu aluno!.
- Muito bem, Sr. Antônio, seja feita sua vontade. Saiba, entretanto, que, não sendo jovem, terá dificuldade no aprendizado.
Além do mais, trata-se de um instrumento musical dos mais complexos...
- Tudo bem, meu filho. Estou disposto a enfrentar essa "barra", mesmo com minhas limitações...
O professor não se conforma.
- Senhor Antônio, sua iniciação lhe tomará vários anos dedicados a estudos e exercícios. Considerando que, pela ordem natural, sua existência está no ocaso, não lhe parece um desperdício?
O velhinho sorri e encerra o assunto, esclarecendo:
- Em absoluto! O esforço do aprendizado não só me oferecerá motivações existenciais, alegrando meu presente, como preparará meu futuro. Regressarei ao Plano Espiritual com noções musicais que, tenho certeza, enriquecerão meus patrimônios culturais, favorecendo minha reintegração na pátria verdadeira. Lá também há violinistas...

* * * Não há existências findantes - apenas etapas de aprendizado que se completam, as quais podem ser aproveitadas integralmente, favorecendo o porvir.
A vocação de hoje iniciou-se no aprendizado de ontem, tanto quanto o talento do futuro começa no esforço do presente.
Aprender, em qualquer idade, é o caminho mágico de realizações gloriosas. Quem faz com perseverança vai em frente, melhorando sempre, sem cansar nunca.

Livro: Atravessando a Rua
Richard Simonetti

fonte:      http://www.forumespirita.net/fe/meditacao-diaria/aprendizado-eterno-35114/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+forumespirita+%28Forum+Espirita+email+news+100+topicos%29

Presentes sem preço

Quando recebemos um convite para um aniversário, um casamento, a primeira preocupação, quase sempre, é: Como presentearei? O que oferecerei como presente?
E ficamos a cogitar o que será mais adequado, mais bonito, mais precioso, mais agradável.
Assim, consultamos catálogos, sites, visitamos lojas, verificamos preços. Afinal, o presente deve ser muito bom, mas deve caber no nosso orçamento.
Será que a pessoa apreciará o que escolhemos? Estará do seu gosto?
É sempre um grande dilema. Uma coisa é certa: não importa o tipo, o tamanho, a qualidade do presente. O mais importante é a intenção de quem dá e a gratidão de quem recebe.
Assim aconteceu com Rita. Ela estava envolvida nos preparativos do casamento da filha. Eram tantas providências: o salão para a festa, a decoração, os músicos, o cerimonial, o bolo, as bebidas...
Dois dias antes do casamento, ela estava revendo detalhes no salão onde seriam recepcionados os convidados, quando viu um senhor espreitando à porta.
Ela o cumprimentou e logo percebeu que era um solitário desejando conversar. Ele contou que, em criança, sofrera um acidente, batera com a cabeça e por isso, passara sua vida num asilo.
Encontrava-se, por um período, em casa de um irmão e estava passeando antes do jantar. Quis saber o que é que iria acontecer no salão e, ante a notícia do casamento, perguntou se poderia vir dar uma espiada na festa.
Rita o convidou para a recepção.
Chegou o grande dia. No salão, a cerimônia, a música, o corte do bolo da noiva, risos, danças.
Então, alguém veio dizer a Rita que um cavalheiro estava na entrada e desejava lhe falar.
Era o homem solitário. Estava impecavelmente arrumado, mas tímido. Não desejou entrar. Rita foi buscar um pedaço do bolo da noiva e lho entregou.
Ele ficou comovido e lhe deu um presente: É para a noiva, disse com orgulho.
Tratava-se de um pacote pequeno, mal embrulhado com papel pardo, atado com um barbante.
Ele se foi e Rita colocou o presente junto a outros tantos.
Após a recepção, já em casa, ela principiou a anotar, com detalhes, cada um dos presentes e quem o tinha oferecido.
Quando chegou no pequeno embrulho, o abriu. Era uma pequena leiteira branca, de louça, dessas bem simples, que se usam em hospitais e em asilos.
Então Rita chorou. Chorou pela felicidade da sua filha e pela solidão daquele homem, que passara a maior parte da sua vida numa casa para doentes mentais.
Chorou pelo gesto de amor daquele estranho. E, na lista, escreveu: Uma leiterinha – Sr. Fulano, Asilo Tal.
Mais tarde, quando sua filha arrumou a casa, dispôs os presentes, colocou a leiterinha em destaque, no meio de outras lindas peças de prata.
Ela se comovera com a dádiva daquele homem. Era um presente especial, de um mundo solitário para um outro de esperança.
Um testemunho de amor de uma vida para outra.
* * *
Feliz é quem sabe ser grato ao que recebe, com a certeza de que a alma que o escolheu, comprou, embrulhou e lhe ofereceu, impregnou aquele objeto com toda sua afeição.
Por isso, todo presente é sempre muito especial. Ele é mensageiro do afeto de alguém. Muito próximo de nós ou simples conhecido, esse alguém despendeu seus pensamentos, seu tempo para nos agraciar com um mimo.
Pensemos nisso.

Redação do Momento Espírita, com base no artigo Testemunho de amor, de Rita Du Tot, de Seleções Reader’s Digest, de dezembro de 1982.
Em 20.04.2011.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Ante os testemunhos


Segundo o Evangelho, na iminência de Seu martírio, Jesus dirigiu-Se ao Getsêmani com os discípulos.
Acompanhado de três deles, afastou-Se um pouco para orar.
Declarou-Se triste, pediu que vigiassem com Ele e orou.
Absolutamente tudo o que Jesus fez durante Sua jornada terrena é pleno de significados.
Ele é o Modelo e Guia dado por Deus à Humanidade.
Forte como nenhum homem jamais o foi, por Suas virtudes, mas ainda assim sujeito às intempéries da vida terrena.
Em face do grande testemunho que se avizinhava, esse Homem Superior lançou mão de duas providências.
Primeiro, cercou-Se de Seus amigos queridos e partilhou com eles Suas angústias.
Segundo, entrou em contato com a Divindade por meio da oração.
No mundo, o homem está sempre às voltas com testemunhos.
Em sua fragilidade, a cada instante é colocado à prova.
Diferente de Jesus, pleno de pureza, bondade e sabedoria, o homem comum está sujeito às tentações e às dúvidas.
Frequentemente se indaga a respeito de qual o melhor caminho a seguir.
Hesita, sente-se fraco e teme não conseguir vencer as provações.
Mesmo quando decidido, às vezes fraqueja ao colocar em prática suas boas resoluções.
Essencialmente frágil, o ser humano não se debate apenas com dificuldades pontuais.
Diariamente, ele corre o risco de cometer pequenos e desnecessários equívocos.
Não se trata de pintar um quadro desanimador, mas de ser realista.
O bem é sempre possível e ele invariavelmente ilumina e pacifica.
Apenas, por vezes, as tentações do mundo se apresentam bastante sedutoras.
Nesse contexto, convém recordar o sábio exemplo de Jesus.
Em Sua grandeza, Ele não abdicou de dois sublimes recursos: a oração e a amizade.
A oração coloca o homem em ligação com o Divino.
Faculta que ele receba salutares inspirações e se fortifique.
O hábito de orar constitui um eficiente antídoto contra as loucuras do mundo.
Mas, nessa busca do Alto, importa não esquecer os companheiros de jornada.
As amizades sinceras aquecem o coração e reduzem as carências e fragilidades.
É importante aprender a partilhar as próprias dificuldades e sonhos com algumas pessoas de confiança.
Esse processo de narrar os conflitos íntimos a Deus e ao próximo faculta o autoconhecimento.
Se algo parecer muito vergonhoso para ser partilhado com um amigo querido, é porque jamais deve ser colocado em prática.
Assim, ante seus testemunhos diários, ligue-se a Deus e a seus amigos.
Trata-se de uma valiosa estratégia para que vença a si mesmo e caminhe firme em direção ao alto.
Pense nisso.
Redação do Momento Espírita.

Em 18.04.2011.


DEUS AGUARDA

Nunca se creias inútil.

O Caminho para a Vida Superior começa na prestação de serviço aos outros. E as Leis de Deus não te conservariam onde te encontras, se ai não tivessem necessidade de ti.

Reflete e reconheceras que todos os seres, ao redor de teus passos, algo esperam que os mantenha e auxilie.

Erguendo-te, cada manhã, observa e perceberás que todos aqueles que se te associam ao grupo doméstico, aguardam o teu sorriso ou a tua frase encorajadora, nos quais se nutram de equilíbrio para mais um dia de trabalho e de esperança.

Nas tarefas em que te vejas, os companheiros te rogam cooperação.

Na rua, os transeuntes te pedem paciência em que se te expressem o entendimento e a bondade.

E a lista das requisições prossegue aumentando...

O Irmão da experiência comunitária te reclama simpatia, os necessitados aguardam pelo socorro que se te faça possível; o animal te esmola proteção, a planta te requisita respeito, a fonte espera lhe faças a preservação e a defesa, o ambiente em que vives conta contigo, na execução dos próprios deveres, a fim de que a paz felicite a vida de todos... E se estiveres de pensamento acordado, ante os princípios do Bem Eterno, compreenderas, em todas as situações e em todos os lugares, que Deus necessite de tua colaboração e espera por ti.

pelo Espírito Meimei - Do livro: Deus Aguarda, Médium: Francisco Cândido Xavier.

fonte:  CE Caminhos de Luz

sábado, 16 de abril de 2011

Chico Xavier foi Ruth-Céline Japhet

                                                             Parte 1
Em 2001, inspirado em ideia do meu amigo Hermínio Corrêa de Miranda (no cap. 13 do Eu Sou Camille Desmoulins), iniciei a produção da obra Quem foi Quem, sequenciando cerca de mil e quinhentas reencarnações e perto de setecentas entradas. Compendiei revelações de obras confiáveis, entre clássicas, mediúnicas e de estudiosos sérios do Espiritismo, além de alguns casos de tradição consagrada e bem aceita. Hoje, terminado o trabalho mais pesado, devo dizer que dois terços do livro foram completados por meu filho Luciano dos Anjos Filho, bem assim por algumas outras colaborações de membros do Grupo dos Oito, como o Pedro Miguel Calicchio (já desencarnado), a Viviane Albuquerque Calicchio e o Jorge Pereira Braga. Certos percalços de saúde atrasaram bastante o arremate, mas eis que estamos agora na revisão final. É um repositório de fôlego, com breves biografias de cada personagem, sem faltar a fonte em que nos baseamos.
Pois desde aquela época, bem antes de avolumar-se a poluição dessa língua negra vocalizadora de que Chico Xavier é Allan Kardec, ali já estava inserido o verbete Francisco Cândido Xavier nos seguintes registros cronológicos, alguns nomes anotados nos primórdios da década de 60):
Hatshepsut, rainha faraó (séc. XV a.C.) - Hebreia no Egito (entre o séc. XVIII a.C. e o séc. XIV a.C.) - Judia em Canaã (c. séc. XIII ou posterior) - cidadã grega (c. 600 a.C., séc. VII a.C.) – Chams, princesa (século VI a.C.) - cidadã síria (período a.C. até d.C.) – cidadã cartaginense (entre os séc. X a.C. e séc. II a.C.) – Flávia Lêntulus (séc. I) – Lívia (séc. III) – Joana, a Louca (1479-1555) – Verdun, abadessa (séc. XVI) – Jeanne d’Alencourt (séc. XVIII) – Ruth-Céline Japhet (1837) / Dolores del Sarte Hurquesa Hernandez (séc. XIX) - Francisco Cândido Xavier, o Chico Xavier (1910-2002)
Por volta de 1999, enviei para o Chico e, em 2008, também para o Divaldo Pereira Franco, o verbete de cada qual, pedindo-lhes que, se fosse o caso, me indicassem algum reparo aconselhável. Nenhum dos dois se opôs a nada.
A reencarnação do Chico como sendo a Ruth-Céline Japhet me havia sido repassada desde 4.8.1967, quando o Abelardo Idalgo Magalhães esteve com o médium em Uberaba e, lado a lado, foi anotando as vidas pregressas do Chico personificadas nos romances de Emmanuel.
Arnaldo Rocha é reconhecidamente espírita sério, honesto, de inatacável probidade .
Tenho esse quadro comigo até hoje com a assinatura do Abelardo. A Ruth-Céline não aparece porque não foi personagem de nenhum dos romances, mas o Abelardo também falou dela, a meu pedido, e recebeu a confirmação. Eu já sabia desde aquela década, em mero exercício especulativo. Essa mesma confirmação o Divaldo Pereira Franco ouviu diretamente do Chico, que tinha acabado de chegar de Paris, onde visitara o túmulo do Codificador. Ainda mais. Muitos anos antes, foi o mesmo Chico quem fizera igual revelação para um dos seus maiores amigos e confidentes, o Arnaldo Rocha, marido da Meimei, esse Espírito maravilhoso que nos ditou mensagens de elevado teor evangélico.
Destaco como importante que, de todos os que andam por aí se jactando de terem ouvido declarações do Chico, ou tirando conclusões por conta própria de que ele era Allan Kardec, nenhum deles viveu a intimidade vivida pelo Arnaldo Rocha. E, ainda este ano, quando mais uma vez esteve aqui em minha residência, o Arnaldo voltou a me afirmar que o Chico era a Ruth-Céline Japhet.
Também há pouco menos de um mês, no programa da Globo News em homenagem ao centenário do Chico, ele retomou o assunto e, em resposta a pergunta que lhe foi feita, falou, até com certo enfado, que não passa de bobagem essa ideia de que Chico Xavier era Allan Kardec. Anote-se que o Arnaldo Rocha é reconhecidamente espírita sério, honesto, de inatacável probidade. Ninguém, absolutamente ninguém, no momento, tem mais autoridade do que ele para colocar um ponto final nessa ficção que o bom senso e o conhecimento da doutrina espírita deveriam de há muito ter inumado.
Já em agosto do ano passado, em entrevista concedida ao site “Espiritismobh”, o Arnaldo havia divulgado que, num diálogo acontecido em 1946, o Chico lhe revelara que era a reencarnação da Ruth-Céline. O Arnaldo só não incluiu essa revelação no livro Chico – Diálogos e Recordações, de autoria do Carlos Alberto Braga, porque, transcorridos tantos anos daquele diálogo, ficou em dúvida se se tratava da Céline Japhet ou da outra médium de Kardec, que ele supunha chamar-se Céline Baudin. Na verdade, essa outra se chamava Caroline Baudin. Posteriormente, o Arnaldo dirimiu a dúvida, conforme relatou em entrevista mais recente, divulgada no mesmo site. “Tive a oportunidade de ir ao Rio encontrar um amigo muito querido, Luciano dos Anjos. Questionado por que não coloquei a história da Ruth-Céline Japhet no livro, respondi que fiquei muito em dúvida com os nomes, pois sabia da existência das duas Celines. Ele então me respondeu que a médium auxiliar de Kardec era a Ruth-Céline Japhet, judia e desencarnada em 1885.”
A personalidade de Francisco Cândido Xavier nunca teve nada a ver com a do Codificador .
Conversamos, sim, sobre o livro. Ele me expôs as razões e eu lhe expliquei que apenas a Japhet se chamava Céline e que, portanto, era a ela que o Chico se referira. Não existiu uma Céline Baudin. Mesmo porque, eu também já tinha essa informação desde há muito tempo e lhe pedira que aguardasse alguns detalhes que eu lhe passaria. Apenas questão de datas, pois o Arnaldo já sabia de tudo.
Ultimamente tem crescido esse movimento que vem fecundando a biografia do Chico com o radicalismo de ideias canonizantes. A personalidade de Francisco Cândido Xavier nunca teve nada, nada a ver com a do Codificador. E o próprio Chico ressaltou essa diferença, em declaração publicada no Diário da Manhã, de Goiás, de 28.8.1998, e que me dispus a propalar pela internet, em nota de 29.3.2010. Chico Xavier, como vimos aqui, no início desta matéria, tem sido sempre mulher. E, diga-se, nesta última vida de médium, foi uma grande mulher, com sentimentos que mostraram ao mundo o valor de saber ser mulher num corpo masculino. Isso é muito difícil, mas o Chico, nesse particular, foi um vitorioso, vencendo tendências naturais que lhe poderiam ter arrastado ao fracasso da missão.
Nesse entrecho, tem acontecido até anedota de humor despudorado. Médica espírita de São Paulo publicou artigo na Folha Espírita, alegando que o Chico não se casou da mesma forma que também Allan Kardec não viveu maritalmente com Amélie Boudet. Teria existido entre o casal apenas um amor platônico, daí não terem tido filhos (?!). A que delirante paroxismo chegamos. Vale tudo para colocar Kardec como santo católico, na mesma vestalidade das fêmeas mais pulcras. Ora, convenhamos: para estar a par de uma intimidade tão grande entre os dois só se admitindo – concluem os piadistas – que a doutora é a Amélie Boudet reencarnada. E já não duvido de que ela venha a público fazer essa fantástica confissão de identidade. A essa altura, espero por qualquer esquizofrenia.

Luciano dos Anjos ( continua )

fonte:   http://www.forumespirita.net/fe/accao-do-dia/chico-xavier-foi-ruth-celine-japhet/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+forumespirita+%28Forum+Espirita+email+news+100+topicos%29

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Seminario PerisPIRITO

Histórias Extraordinárias

No próximo sábado (16 de abril), uma história, realmente, extraordinária será apresentada pela RBS TV, logo após o Jornal do Almoço. Saiba mais')" >HISTÓRIAS EXTRAORDINÁRIAS 2011estreia contando o encontro do médium baiano Divaldo Pereira Franco e o jornalista e apresentador de TV Jorge Alberto Mendes Ribeiro. O jornalista não acreditava no mundo dos espíritos e foi fazer uma entrevista com o médium. Divaldo, durante o encontro, psicografou uma carta do avô de Mendes Ribeiro e depois uma outra mensagem que resolveria uma questão judicial de muitos anos. A partir desse fato a vida dele mudou e tornou-se espírita. O programa “Cartas de Luz”, dirigido por Claudinho Pereira, traz depoimentos de amigos, dos filhos de Mendes Ribeiro, colegas de trabalho e pessoas ligadas ao Espiritismo.

O ator Marcos Verza fará a apresentação dos quatro programas de Saiba mais')" >HISTÓRIAS EXTRAORDINÁRIAS. Ele , além de apresentar a série, participa do programa “Muitas Vidas” onde recria o médiun Francisco Lorenz que viveu muitos anos na cidade de Dom Feliciano (RS) e que foi psicografado por Chico Xavier.

Vale a pena ver
WASHINGTON L. N. FERNANDES

washingtonfernandes@terra.com.br
A psicografia do médium Divaldo Franco e suas possíveis explicações (2)

Saiba mais')"

http://www.oconsolador.com.br/ano2/83/especial.html

São Paulo - SP (Brasil)
O ex-deputado e jornalista Mendes Ribeiro, que foi conhecido colunista do jornal Zero Hora, de Porto Alegre (RS), deu, perante um auditório lotado, impressionante testemunho da mediunidade de Divaldo Franco
Para exemplificar o que dissemos no artigo anterior (1), sobre as explicações que se apresentam para justificar as mensagens e os livros atribuídos aos Espíritos e que os incrédulos recorrem a hipóteses animistas, do inconsciente, subconsciente, telepatia etc., trazemos um testemunho impressionante envolvendo um reconhecido homem público, no qual ele próprio prestou um depoimento em público em 1991, na cidade de Farroupilha (RS). O fato está registrado em vídeo, agora em DVD.
Estamos falando de um dos mais conceituados jornalistas do Rio Grande do Sul de todos os tempos, que foi o radialista e colunista do jornal Zero Hora, o ex-deputado Dr. Jorge Alberto Beck Mendes Ribeiro (foto). (2)
Perante um auditório lotado, num ginásio onde estavam presentes mais de três mil pessoas, na apresentação do orador da noite, que era o médium Divaldo Franco, o Dr. Mendes Ribeiro fez um espontâneo e incrível depoimento sobre a mediunidade de Divaldo Franco, o qual precisa ser registrado nos anais da mediunidade e da psicografia.
Mendes Ribeiro narrou que quando ele esteve de passagem por Salvador (eleresidia então em Porto Alegre-RS), juntamente com sua esposa Marlene, em visita ao Centro Espírita Caminho da Redenção (fundado por Divaldo em 1947) e à Mansão do Caminho (obra social-educacional de Divaldo, fundada por ele em 1952), Mendes Ribeiro pediu permissão a Divaldo para conhecer e participar de uma reunião mediúnica lá praticada, na qual se faz doutrinação dos Espíritos necessitados. Acompanhou com interesse toda a reunião mediúnica (estas reuniões mediúnicas são realizadas por Divaldo duas vezes por semana, desde 1947, reuniões que ocorrem com ou sem a presença de Divaldo, já que ele tem a agenda repleta de viagens, palestras e entrevistas).
Qual não foi a surpresa de Mendes Ribeiro por ele receber uma mensagem nessa reunião mediúnica, psicografada pelo médium Divaldo, endereçada a ele mesmo, Mendes Ribeiro!
Na mensagem o Espírito informou seu nome, a data do seu falecimento e o local em que seu corpo foi sepultado .
A mensagem que lhe foi inesperadamente dirigida deixou-o atônito, porque era firmada por um Espírito de que nem ele nem sua esposa, nem Divaldo e ninguém presente na reunião mediúnica jamais tinham ouvido falar.
Se fosse só isso, o fato já chamaria a atenção e demandaria muitas pesquisas e reflexões. Mas o curioso é que na mensagem o Espírito informou não somente o seu nome, mas também a data de seu nascimento e morte na última encarnação (ele havia desencarnado sessenta anos antes). Além disso, informou o cemitério em que fora enterrado em Porto Alegre (RS), o número da tumba, o número de um processo judicial relacionado à sua morte, que estava em andamento havia vinte anos (possivelmente referente ao seu inventário e seus cabíveis incidentes processuais).
Como se não bastasse tudo isso, que já é mais que extraordinário, o Espírito deu a descrição, os nomes e muitos detalhes relacionados especificamente aos seus familiares!
Perguntamos como explicar um fato como esse? Como foi possível ao médium transmitir tantas informações, absolutamente particulares, que nem que estivessem presentes pessoas muito próximas da própria família do Espírito comunicante, seria possível lembrar de todas elas, anteriores fazia sessenta anos? Para saber de todas as informações, e se pretendesse defender hipóteses do inconsciente, telepatia etc., precisariam estar presentes simultaneamente o advogado que cuida do processo do inventário, a viúva, os filhos, os irmãos, os amigos, com avantajada memória!!
Lembrando do conteúdo de nosso último artigo, abordando as justificativas animistas (inconsciente e subconsciente) que em geral se apresentam para tentar explicar fatos como esse, neste caso é absolutamente impossível tentar recorrer a tais explicações porque ninguém presente na reunião mediúnica conhecia ou sequer jamais tinha ouvido falar nesta pessoa.
O fato revelado pelo Espírito e comprovado por meio de pesquisa contribuiu para dar convicção espírita ao grande jornalista .
Vamos transcrever trechos do depoimento dado pelo próprio Mendes Ribeiro, que melhor expressam o acontecimento:
“Conto-lhes, como repórter e jornalista que sou, uma experiência que tive na Mansão do Caminho. Lembro que tive a ventura de ver psicografada por Divaldo P. Franco uma mensagem a mim dirigida. Assinava a mensagem o Coronel Francisco Dornelles, pessoa da qual eu nunca tinha ouvido falar. Francisco Lopes de Almeida era seu nome completo, e na mensagem havia menção do número do túmulo onde estava enterrado seu corpo e o nome do cemitério, Cemitério da Santa Casa de Misericórdia em Porto Alegre. Repórter (fiz questão de assim me apresentar hoje aqui), no dia seguinte telefonei a Porto Alegre e pedi a um colega que fosse até o Cemitério indicado e verificasse se no túmulo mencionado estavam os restos mortais de quem assinava a mensagem. Recebi a resposta, que o túmulo não está no Cemitério da Santa Casa e sim no cemitério São Miguel e, antes que eu redargüisse, meu colega Sergio Lima, nome do colega repórter, disse-me: Mendes Ribeiro, há um detalhe, este túmulo efetivamente pertencia ao Cemitério Santa Casa mas a irmandade São Miguel comprou a nesga de terra na qual foi erguido o túmulo em apreço. Hoje, pertence ao Cemitério São Miguel, mas na época da morte, tal como contido na mensagem, pertencia ao cemitério da Santa Casa. Não ficou por ai a coincidência para os descrentes. Estava descrito com minudência quem era quem, quem eram as pessoas da família e, sobretudo, um número que era exatamente o número do processo que deveria ser consultado para pôr um fim a uma lide jurídica que se arrastava havia mais de vinte anos. É o meu testemunho, sobre a palavra e a verdade deste incansável pregador do Bem, que eu tenho a suprema honra de apresentar esta noite, como se apresentá-lo fosse preciso: Divaldo Pereira Franco.”
Estamos trazendo somente um exemplo do tipo de casos em que fica impossível recorrer a hipóteses psicológicas ou psicanalíticas para explicar o ocorrido. Assim como esse caso, existem centenas de outros semelhantes, na história mediúnica e psicográfica envolvendo o médium Divaldo Franco, como também muitos outros médiuns.
Este tipo de fato merece registro porque muito contribuiu para dar convicção espírita a este grande jornalista e também vale para qualquer um como uma comprovação da mediunidade. Da mesma forma interessou e interessa para qualquer pessoa que quer melhor compreender e estudar os fenômenos paranormais. Faz igualmente refletir sobre os laços e os nexos espirituais que existem entre os Espíritos, que muitas vezes podem escapar totalmente à compreensão terrena.

Notas:
(1) O primeiro artigo desta série sobre a mediunidade psicográfica de Divaldo Franco foi publicado na edição 69, de 17/8/2008, desta revista.

(2) Jorge Alberto Beck Mendes Ribeiro, nascido em 14/7/1929, foi advogado, professor e jornalista. Exerceu também os mandatos de vereador em Porto Alegre, em 1963 e 1964; deputado estadual em 1962 e 1963 e deputado federal em duas legislaturas, em 1987-1991 e 1991-1995. No jornalismo começou sua carreira na Rádio Gaúcha, em 1951. Seu estilo logo foi ganhando espaço e levando-o a evoluir na profissão. Suas narrações esportivas marcaram época, em um momento em que a Rádio Guaíba, fundada por ele após ter saído da Gaúcha, foi uma das precursoras na transmissão de copas do mundo, tendo por exemplo transmitido a primeira conquista brasileira, em 1958, na Suécia. Após sua volta para a Gaúcha em 1963, Mendes Ribeiro foi o primeiro apresentador do programa Atualidade, transmitindo-o direto de Brasília, na época em que era deputado federal. Enquanto apresentava o programa, participava também do Jornal do Almoço e escrevia crônicas no jornal Zero Hora. Mendes Ribeiro faleceu em julho de 1999, dias antes de completar 70 anos.

fonte:Carlos Eduardo Cennerelli < cennerelli@terra.com.br >

Forças ocultas negativas

Sempre que se fala em forças ocultas pensamos no significado disso.
Oculto é tudo aquilo que não podemos ver, porém não significa que não possamos sentir. Força oculta nos leva a pensar em algum tipo de atuação que não podemos ver e identificar, mas que sentimos os seus efeitos.
A atuação de forças ocultas negativas ocorre em proporções que não podemos imaginar sua amplidão, tampouco seus efeitos nefastos na vida das pessoas. Não podemos nos esquecer de que existe um mundo invisível aos nossos olhos, mas que nem por isso deixa de ser real.
Apenas, nossos olhos não podem vê-lo. É assim, que muitas vezes pensamos e agimos com orgulho, egoísmo, de forma impiedosa para com nossos semelhantes, esquecendo-nos de que fora da caridade não há salvação.
A caridade não se faz com orgulho, vaidade, prepotência, nem com ostentação.
Note-se que o orgulho e a vaidade são sinônimos de queda para qualquer um de nós. Não nos esqueçamos de que jamais estamos sozinhos, pois há sempre alguém a nos espreitar intimamente, inclusive nossos pensamentos.
Ao agirmos de forma contrária às Leis Divinas, especialmente quando temos o conhecimento, fatalmente seremos alvo das chamadas “forças ocultas”, que esperam a mínima abertura para nos levarem à queda, à dor e ao sofrimento.
A humildade é a chave para o sucesso, a paz e a alegria.
Não somos melhores nem piores que os outros. Respeitemos o próximo agindo com ele como gostaríamos que agisse conosco. Com a mesma medida que julgarmos o próximo seremos julgados também. Sejamos cautelosos quanto às nossas atitudes e pensamentos em relação ao próximo e às situações vividas por cada um. Quando nos deixamos levar por sentimentos inferiores não percebemos, mas sutilmente “forças ocultas” se infiltram em nossa casa, no trabalho, enfim, em todos os lugares onde possamos estar, envolvendo familiares, pessoas do nosso convívio, causando turbulências em nossas vidas, trazendo problemas financeiros, enfermidades, dificuldades de relacionamento, podendo nos levar à loucura e aos desatinos. Os inimigos do bem se utilizam da nossa própria negatividade para nos atingir.
Portanto, tenhamos como escudo a prática da verdadeira caridade e do amor, sempre com humildade, lembrando que somos todos filhos de um mesmo Pai, bom amoroso e justo, que nos ama indistintamente!

fonte:  http://www.ceecal.com/informativo.php