Estudando as religiões tradicionais mais professadas no mundo ocidental – Catolicismo e Protestantismo de modo geral, sem outro intuito senão o de entendimento e harmonia, e com todo respeito pelo que representam e sua valiosa utilidade, percebe-se que embora tenham contribuído para a melhoria e disciplina do homem, no decorrer dos séculos, determinando comportamentos éticos e buscando refrear os instintos, as paixões; permitiram que os homens delas se distanciassem ao confrontar de forma ortodoxa outras formas de pensamentos, criando a dicotomia antagônica - religião x ciência, por seus dogmatismos que insistem, pelo temor e submissão, na pregação da fé irrestrita, “cega”, instituindo simbologias, sacramentos e rituais, e por afirmativas desprovidas de comprovação e razão, ao considerar mistérios divinos o que ignoram, e apregoarem uma única existência terrestre para o homem (espírito eterno) - que, após a morte, selaria definitivamente seu destino – céu , inferno e, posteriormente instituído, purgatório; condicionando a “salvação da alma” ao poder das igrejas e seus representantes. Para os que assim crêem, urge as indagações:
Como conciliar a bondade e a justiça divinas ante toda essa heterogeneidade, com as diferenças sociais reinantes, a opulência e a indigência, que geram gozos e sofrimentos?
E os diferentes graus de inteligência, qualidades, níveis de consciência moral, etc, dos homens, como espíritos criados por Deus?
E as diferentes oportunidades dadas a cada homem (como espírito), considerando o seu tempo de vida curto ou longo na terra ?
Por que a existência de gênios como de idiotas; além das infinitas variações de aptidões e qualidades da imensa massa humana?
Haveria, então, privilégios na criação das almas (Espíritos)?
Basta analisar, na visão religiosa tradicionalmente apregoada, princípios como:
“Adão e Eva”- determinante do início e desenvolvimento de toda raça humana;
assim como o “pecado original” - que responsabiliza e pune toda posteridade por erro de outrem, por hereditariedade;
como também, entre outros, os conceitos de “céu e inferno” e “salvação da alma” supramencionados, para concluir que representam um desafio à razão e ao bom senso.
Afastando-se da pureza dos ensinamentos exemplificados por Jesus, fizeram dos ideais cristãos uma lei de temor e servidão, enquanto o verdadeiro Cristianismo proclama o amor e a liberdade.
Por isso, com o progresso natural da ciência, liberta dos grilhões eclesiásticos do passado na busca incessante da verdade, o conseqüente desdém cético e o ateísmo contundente dos intelectuais orgulhosos, ao longo do progresso humano cada vez mais concorde com a razão e a lógica, com os conhecimentos humanos e os avanços científicos. (Ver: Ciência e Espírito )
O óbvio é que, com a evolução individual e coletiva da humanidade, como efeito natural, todas as religiões e formas de crença em Deus hão de convergir para esta realidade: a vida espiritual não como algo irreal ou sobrenatural, mas, como algo real, atuante, interagindo com o homem e o Universo, sob as leis naturais de causa e efeito, ação e reação, com a pluralidade das existências para a incessante evolução humana, como apregoa o Espiritismo, evidenciando o Cristianismo como lei de amor e liberdade.
Por outro lado, o ateísmo como o materialismo não resiste a uma reflexão mais profunda e consciente diante do perfeito equilíbrio do Universo, sob as leis imutáveis da natureza, enquanto a própria ciência afirma que não há efeito sem causa e, portanto, toda essa perfeição, como efeito inteligente, de tudo que não seja criação do homem, revela uma inteligência suprema, Divina. Basta a reflexão sem idéias preconcebidas para desconsiderar o acaso preconizado por setores do materialismo científico.
O ser humano não é constituído apenas de matéria perecível. Existe algo interligado ao organismo, a que chamamos de alma, espírito, ainda desconhecido da ciência oficial; de natureza etérea, fluídica, quintessenciada e imperecível, que sobrevive ao organismo físico e que obedece às leis divinas de causa e efeito, ação e reação, para consecução da perfectibilidade que lhe cabe, através da eternidade, pela gradativa ascensão moral e espiritual, em perfeita interação com as leis da natureza.
Há de se considerar que a idéia de uma existência única e puramente material, sem possibilidade de sobrevivência e continuidade pós-extinção física, creio que nos levaria ao anarquismo absoluto, à desordem geral e à barbárie, porquanto não haveria lógica em assistirmos inertes às diferenças sociais reinantes que limitam ou impedem gozos e causam sofrimento à maioria; em obedecermos às regras éticas e sociais, independente das influências culturais; porque o impulso lógico seria “gozar a vida” (sob a ótica exclusivamente material) a qualquer custo e da melhor forma possível, mesmo em detrimento de outrem... Entretanto, a nossa consciência nos impele sempre à reflexão, à busca de algo que nos proporcione paz interior e que está acima dos aspectos puramente materiais.
Eis porque os gozos materiais não satisfazem, em sua plenitude, o homem, por ser, em sua essência, um indivíduo espiritual, e por isso a insatisfação, a incessante busca da verdade que concilie e harmonize a mente, para seu equilíbrio e ascensão.
A ciência, através dos pesquisadores e estudiosos de todos os seus setores, há de caminhar e avançar ainda mais célere com a compreensão plena dos postulados Espíritas, concorde com a razão, ampliando sobremaneira o conhecimento humano em seu próprio benefício, como princípio inequívoco da nossa evolução a caminho da perfectibilidade eterna, ainda que relativa, a que estamos destinados.
Assim, com estudo sério e objetivo, destituído de teorias ortodoxas e materialistas preconcebidas, de preconceitos, mistificações e superstições; alicerçado no bom senso e na reflexão; creio que há de se compreender que a vida espiritual, pujante e atuante, em plena interação com o homem e o Universo, constitui-se uma realidade, como apregoa o Espiritismo, com base nos ensinamentos de Jesus e na própria vivência. Sobretudo com os recursos da vasta obra espírita de que dispomos, como 3ª Revelação, e na comprovação dos fatos e da fenomenologia espiritual, observada e amplamente difundida. O que nos aproxima da verdade e nos liberta da obscuridade e das contradições, em harmonia com a ciência e a razão, para nos propiciar, pela edificação da consciência, a real e verdadeira felicidade: a paz de espírito, oriunda do conhecimento intrínseco e do próprio equilíbrio, para construção da fraternidade universal.
Enfim, uma frase de Allan Kardec, codificador do Espiritismo, sintetiza o pensamento racional que norteia o ideal Espírita e encoraja o estudo desta maravilhosa Doutrina: “Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão, em todas as épocas da Humanidade”. (da sua obra “O Evangelho segundo o Espiritismo”).
É com esta convicção que creio no Espiritismo.
gostei muito detudo que voi dito mas tenho muita cautela pois voi com muita dor que a prendi o pouco que sei hoje e metornei muito cauteloza com tudo greio muito noque a prendi em todo longo tempo que tivi desde griança a parte espiritual procurei tirar o melhor que pude vi muita coisa errada que mefizerão chorar muito poriso que as fezes previro ouvir e não falar muito para não falar o que não sei amo muito a espiritualida e respeito e comfio pois foi asim que greci mas posso dizer uma coisa sou muito feliz posso não a precentar mas sou do meu jeito o brigada portudo ro
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