sábado, 18 de agosto de 2018
domingo, 10 de junho de 2018
Amor é o remédio
Impressionante vermos
doenças que pareciam eliminadas voltando e com intensidade enorme. É um
alerta. Somente há cura de fato quando o amor impera, quando o orgulho
desaparece, quando o egoísmo cessa. A febre amarela retorna. A
tuberculose preocupa novamente. Gripes avassaladoras, dengue,
chikungunya, zika... A grande parte dessas, evitável, pela
conscientização e despertar, vencendo o egoísmo. A existência delas
mostra a nossa ignorância e nossa enfermidade espiritual.
Doenças crônicas, como, diabetes, hipertensão... Doenças psiquiátricas em nível intenso, cânceres em todas as famílias, doenças e doenças...
O cerne de tudo é o Espírito imortal. Nos estudos espíritas vemos os instrutores a nos orientar que a usina é a mente. Que a mente equilibrada evitaria problemas, que a psicosfera sombria é caldo de fermentação de micróbios, que muitas tempestades são limpeza da atmosfera psíquica, e, caso não houvesse esse socorro divino, as doenças alcançariam um grau inimaginável.
Sabemos que o Espírito milenar se cura, muitas vezes, quando resignado, com doenças que lhe depuram o perispírito, retirando-lhe as arestas, deixando-o limpo. Isso não seria necessário se já vivêssemos o amor mais pleno. As doenças desaparecerão quando nos tornarmos melhores. O que vemos no mundo, ao nosso redor, em nós mesmos, nos revela o grau moral em que ainda nos encontramos. O remédio para isso é nos melhorarmos. A dor é cadinho libertador. Bendita a dor que redime! Ainda elevaremos cânticos de amor e gratidão a Deus, quando passarmos por provações que nos alcancem e melhorem. Foi assim com muitos maravilhosos Espíritos que passaram no mundo e hoje nos instruem. Hoje, são luz.
Cada um de nós anseia pelo mundo melhor, de regeneração, quando não mais haveremos de ver provações tão intensas, necessárias a Espíritos na condição moral em que nos encontramos.
Um dia, quando estivermos sãos em Espírito, quando o amor vencer na Terra, muitos males não existirão, serão apenas história, parte de uma civilização a ser estudada no futuro, como hoje fazemos com as civilizações do passado. O espírita, através dos mecanismos de comunicação mediúnica, tem grande chance de, como observador atento, buscar melhorar e amar mais. As enfermidades se revelam. Há mais ignorância do que maldade. Há desejos de vingança por não compreensão da Justiça Divina e do amor que cobre a multidão de pecados. Há falta de perdão por incompreensão.
A reunião mediúnica é o retrato dos sofrimentos humanos não resolvidos, da frase lapidar de Jesus “onde estiver teu tesouro, aí estará teu coração”.
A hora é de despertar para o amor. Chega de violência, de agressão, de crime! A sociedade evolui e um coração misericordioso, compassivo, elimina muitos males! A hora é de piedade, mansidão, paz!
Em reuniões mediúnicas temos ouvido depoimentos de Espíritos carregados de ódio, tentando atingir seus adversários de ontem, com toda a fúria. Vemos líderes das regiões abissais revelando seu comando, sua sede de poder, seu desejo de dominação, seu antagonismo com os ensinamentos de Jesus, sua não aceitação do bem. Todos eles revelam motivos que, no seu entendimento doentio, parecem justos. Contudo, quando compreendem a beleza do amor, quando seus corações aflitos e sobrecarregados ouvem a voz amorosa do Mestre, quando as lágrimas torrenciais afloram, quando o amor que grita em seu ser interno é ouvido, todos se rendem! O amor é a solução para todos os nossos males e só haverá alegria real na sua vivência, na obediência aos ensinamentos de Jesus.
Da obra O Evangelho segundo o Espiritismo, no capítulo V, item 19, eis as sábias e belas palavras de Santo Agostinho, que convidamos o leitor a analisar:
“Será a Terra um lugar de gozo, um paraíso de delícias? Já não ressoa mais aos vossos ouvidos a voz do profeta? Não proclamou ele que haveria prantos e ranger de dentes para os que nascessem nesse vale de dores? Esperai, pois, todos vós que aí viveis, causticantes lágrimas e amargo sofrer e, por mais agudas e profundas sejam as vossas dores, volvei o olhar para o Céu e bendizei do Senhor por ter querido experimentar-vos.
(...) Que remédio, então, prescrever aos atacados de obsessões cruéis e de cruciantes males? Só um é infalível: a fé, o apelo ao Céu. Se, na maior acerbidade dos vossos sofrimentos, entoardes hinos ao Senhor, o anjo, à vossa cabeceira, com a mão vos apontará o sinal da salvação e o lugar que um dia ocupareis... A fé é o remédio seguro do sofrimento; mostra sempre os horizontes do infinito diante dos quais se esvaem os poucos dias brumosos do presente. Não nos pergunteis, portanto, qual o remédio para curar tal úlcera ou tal chaga, para tal tentação ou tal prova.
(...) Os momentos das mais fortes dores lhe serão as primeiras notas alegres da eternidade. Sua alma se desprenderá de tal maneira do corpo, que, enquanto se estorcer em convulsões, ela planará nas regiões celestes, entoando, com os anjos, hinos de reconhecimento e de glória ao Senhor. Ditosos os que sofrem e choram! Alegres estejam suas almas, porque Deus as cumulará de bem-aventuranças. - Santo Agostinho”. (Paris, 1863.)
O amor é a solução eficaz. Quando ele imperar, não mais tantas dores. Enquanto ainda não o conquistamos e enquanto a dor for ainda o nosso remédio, envolvamo-nos na resignação e na fé, para nos livrarmos dos males que carregamos. Nosso perispírito será limpo, as impurezas desaparecerão e, no futuro, não mais provações. Mais amor, a libertação do ser. Enquanto não alcançarmos esse estágio, enquanto ainda precisarmos de provações, exercitemos os ensinamentos de Jesus no coração e aproveitemos o Espiritismo, para a cura real, para alcançarmos a paz.
Jane Martins Vilela
fonte : http://www.forumespirita.net/fe/meditacao-diaria/amor-e-o-remedio/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+forumespirita+%28Forum+Espirita+email+news+100+topicos%29#.Wx2aC4oh3IU
Doenças crônicas, como, diabetes, hipertensão... Doenças psiquiátricas em nível intenso, cânceres em todas as famílias, doenças e doenças...
O cerne de tudo é o Espírito imortal. Nos estudos espíritas vemos os instrutores a nos orientar que a usina é a mente. Que a mente equilibrada evitaria problemas, que a psicosfera sombria é caldo de fermentação de micróbios, que muitas tempestades são limpeza da atmosfera psíquica, e, caso não houvesse esse socorro divino, as doenças alcançariam um grau inimaginável.
Sabemos que o Espírito milenar se cura, muitas vezes, quando resignado, com doenças que lhe depuram o perispírito, retirando-lhe as arestas, deixando-o limpo. Isso não seria necessário se já vivêssemos o amor mais pleno. As doenças desaparecerão quando nos tornarmos melhores. O que vemos no mundo, ao nosso redor, em nós mesmos, nos revela o grau moral em que ainda nos encontramos. O remédio para isso é nos melhorarmos. A dor é cadinho libertador. Bendita a dor que redime! Ainda elevaremos cânticos de amor e gratidão a Deus, quando passarmos por provações que nos alcancem e melhorem. Foi assim com muitos maravilhosos Espíritos que passaram no mundo e hoje nos instruem. Hoje, são luz.
Cada um de nós anseia pelo mundo melhor, de regeneração, quando não mais haveremos de ver provações tão intensas, necessárias a Espíritos na condição moral em que nos encontramos.
Um dia, quando estivermos sãos em Espírito, quando o amor vencer na Terra, muitos males não existirão, serão apenas história, parte de uma civilização a ser estudada no futuro, como hoje fazemos com as civilizações do passado. O espírita, através dos mecanismos de comunicação mediúnica, tem grande chance de, como observador atento, buscar melhorar e amar mais. As enfermidades se revelam. Há mais ignorância do que maldade. Há desejos de vingança por não compreensão da Justiça Divina e do amor que cobre a multidão de pecados. Há falta de perdão por incompreensão.
A reunião mediúnica é o retrato dos sofrimentos humanos não resolvidos, da frase lapidar de Jesus “onde estiver teu tesouro, aí estará teu coração”.
A hora é de despertar para o amor. Chega de violência, de agressão, de crime! A sociedade evolui e um coração misericordioso, compassivo, elimina muitos males! A hora é de piedade, mansidão, paz!
Em reuniões mediúnicas temos ouvido depoimentos de Espíritos carregados de ódio, tentando atingir seus adversários de ontem, com toda a fúria. Vemos líderes das regiões abissais revelando seu comando, sua sede de poder, seu desejo de dominação, seu antagonismo com os ensinamentos de Jesus, sua não aceitação do bem. Todos eles revelam motivos que, no seu entendimento doentio, parecem justos. Contudo, quando compreendem a beleza do amor, quando seus corações aflitos e sobrecarregados ouvem a voz amorosa do Mestre, quando as lágrimas torrenciais afloram, quando o amor que grita em seu ser interno é ouvido, todos se rendem! O amor é a solução para todos os nossos males e só haverá alegria real na sua vivência, na obediência aos ensinamentos de Jesus.
Da obra O Evangelho segundo o Espiritismo, no capítulo V, item 19, eis as sábias e belas palavras de Santo Agostinho, que convidamos o leitor a analisar:
“Será a Terra um lugar de gozo, um paraíso de delícias? Já não ressoa mais aos vossos ouvidos a voz do profeta? Não proclamou ele que haveria prantos e ranger de dentes para os que nascessem nesse vale de dores? Esperai, pois, todos vós que aí viveis, causticantes lágrimas e amargo sofrer e, por mais agudas e profundas sejam as vossas dores, volvei o olhar para o Céu e bendizei do Senhor por ter querido experimentar-vos.
(...) Que remédio, então, prescrever aos atacados de obsessões cruéis e de cruciantes males? Só um é infalível: a fé, o apelo ao Céu. Se, na maior acerbidade dos vossos sofrimentos, entoardes hinos ao Senhor, o anjo, à vossa cabeceira, com a mão vos apontará o sinal da salvação e o lugar que um dia ocupareis... A fé é o remédio seguro do sofrimento; mostra sempre os horizontes do infinito diante dos quais se esvaem os poucos dias brumosos do presente. Não nos pergunteis, portanto, qual o remédio para curar tal úlcera ou tal chaga, para tal tentação ou tal prova.
(...) Os momentos das mais fortes dores lhe serão as primeiras notas alegres da eternidade. Sua alma se desprenderá de tal maneira do corpo, que, enquanto se estorcer em convulsões, ela planará nas regiões celestes, entoando, com os anjos, hinos de reconhecimento e de glória ao Senhor. Ditosos os que sofrem e choram! Alegres estejam suas almas, porque Deus as cumulará de bem-aventuranças. - Santo Agostinho”. (Paris, 1863.)
O amor é a solução eficaz. Quando ele imperar, não mais tantas dores. Enquanto ainda não o conquistamos e enquanto a dor for ainda o nosso remédio, envolvamo-nos na resignação e na fé, para nos livrarmos dos males que carregamos. Nosso perispírito será limpo, as impurezas desaparecerão e, no futuro, não mais provações. Mais amor, a libertação do ser. Enquanto não alcançarmos esse estágio, enquanto ainda precisarmos de provações, exercitemos os ensinamentos de Jesus no coração e aproveitemos o Espiritismo, para a cura real, para alcançarmos a paz.
Jane Martins Vilela
fonte : http://www.forumespirita.net/fe/meditacao-diaria/amor-e-o-remedio/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+forumespirita+%28Forum+Espirita+email+news+100+topicos%29#.Wx2aC4oh3IU
NO INTERCÂMBIO
No trato com os nossos irmãos desequilibrados, é preciso afinar a nossa
boa-vontade à condição em que se encontram, para falar-lhes com o proveito
devido.
Quantos no mundo se julgam triunfantes na viciação ou no crime, quando não passam de viajores em declive para a queda espetacular! E quantos companheiros, aparentemente vencidos, são candidatos à verdadeira vitória!... Mesmo entre vocês, não é difícil observar mendigos esfarrapados que, por dentro, se acreditam fidalgos, e pessoas bem-nascidas, conservando a humildade real no coração, entre o amor ao próximo e a submissão a Deus!... Aqui, na esfera em que a experiência terrestre continua a si mesma, os problemas dessa ordem apenas se alongam. Temos milhares de irmãos escravizados à recordação do que foram no passado, mas, ignorando a transição da morte, vivem por muito tempo estagnados em tremenda ilusão!... Sentem-se donos de recursos que perderam de há muito e tiranos de afeições que já se distanciaram irremediavelmente do trecho de caminho em que paralisaram a própria visão. Nos campos e cidades terrestres, a cada passo topamos antigos dominadores do solo, os quais a morte não conseguiu afastar de suas fazendas; magnatas de indústria que o túmulo não separou dos negócios materiais, e homens e mulheres em massa que, sem a veste do corpo, continuam agrilhoados aos prazeres e aos hábitos em que fisgaram a própria alma... Convidados à revisão do estado consciencial em que se alojam, irritam-se e defendem-se, como ouriços contentes no espinheiro em que moram, quando não se ocultam, matreiros, no egoísmo em que se deleitam, ao modo de velhas tartarugas a se esconderem na carapaça, ao primeiro toque estranho às sensações com que se acomodam. Se insistimos no socorro espiritual de que necessitam, vomitam impropérios e cospem blasfêmias... Mas, com isso, não deixam de ser doentes e loucos, agindo contra si mesmos e solicitando-nos amparo. Sentem-se vivos, tão vivos, como na época em que se embebedaram de mentira, fascinação e poder. O tempo e a vida correm para diante, por fora deles, por dentro, imobilizaram a própria alma na fixação mental de imagens e interesses, que não mais existem senão no mundo estreito desses infelizes irmãos. Querem apreço, consideração, apoio, carinho... Não pedimos a vocês estimular-lhes a fantasia, contudo, lembramos a necessidade de nossa tolerância, para que lhes possamos contornar, com êxito, as complicações e labirintos, doando-lhes, ao mesmo tempo, idéias novas com que empreendam a própria recuperação. Figuremo-los como prisioneiros, cuja miséria não nos deve sugerir escárnio ou indiferença, mas sim auxílio deliberado e constante para que se ajudem. Cultivemos, assim, a conversação com os desencarnados sofredores, sem curiosidade maligna, ouvindo-os com serenidade e paciência. Não nos esqueçamos de que somente a simpatia fraternal pode garantir a obra divina do amor. |
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Pelo Espírito José Xavier - Do livro: Instruções Psicofônicas, Médium: Francisco Cândido Xavier.
fonte: Centro Espírita Caminhos de
Luz-Pedreira-SP-Brasil
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Diante da multidão
“E Jesus, vendo a multidão, subiu a um monte...” – (Mateus, 5:1.)
O procedimento dos homens cultos para com o povo experimentará elevação crescente à medida que o Evangelho se estenda nos corações.
Infelizmente, até agora, raramente a multidão tem encontrado, por parte das grandes personalidades humanas, o tratamento a que faz jus.
Muitos sobem ao monte da autoridade e da fortuna, da inteligência e do poder, mas simplesmente para humilhá-la ou esquecê-la depois.
Sacerdotes inúmeros enriquecem-se de saber e buscam subjugá-la a seu talante.
Políticos astuciosos exploram-lhe as paixões em proveito próprio.
Tiranos disfarçados em condutores envenenam-lhe a alma e arrojam-na ao despenhadeiro da destruição, à maneira dos algozes de rebanho que apartam as reses para o matadouro.
Juizes menos preparados para a dignidade das funções que exercem, confundem-lhe o raciocínio.
Administradores menos escrupulosos arregimentam-lhe as expressões numéricas para a criação de efeitos contrários ao progresso.
Em todos os tempos, vemos o trabalho dos legítimos missionários do bem prejudicado pela ignorância que estabelece perturbações e espantalhos para a massa popular.
Entretanto, para a comunidade dos aprendizes do Evangelho, em qualquer clima da fé, o padrão de Jesus brilha soberano.
Vendo a multidão, o Mestre sobe a um monte e começa a ensinar...
É imprescindível empenhar as nossas energias, a serviço da educação.
Ajudemos o povo a pensar, a crescer e a aprimorar-se.
Auxiliar a todos para que todos se beneficiem e se elevem, tanto quanto nós desejamos melhoria e prosperidade para nós mesmos, constitui para nós a felicidade real e indiscutível.
Ao leste e ao oeste, ao norte e ao sul da nossa individualidade, movimentam-se milhares de criaturas, em posição inferior à nossa.
Estendamos os braços, alonguemos o coração e irradiemos entendimento, fraternidade e simpatia, ajudando-as sem condições.
Quando o cristão pronuncia as sagradas palavras “Pai Nosso”, está reconhecendo não somente a Paternidade de Deus, mas aceitando também por sua família a Humanidade inteira.
Fonte Viva. Francisco C. Xavier por Emmanuel
fonte: WWW.ADDE.COM.BR
O procedimento dos homens cultos para com o povo experimentará elevação crescente à medida que o Evangelho se estenda nos corações.
Infelizmente, até agora, raramente a multidão tem encontrado, por parte das grandes personalidades humanas, o tratamento a que faz jus.
Muitos sobem ao monte da autoridade e da fortuna, da inteligência e do poder, mas simplesmente para humilhá-la ou esquecê-la depois.
Sacerdotes inúmeros enriquecem-se de saber e buscam subjugá-la a seu talante.
Políticos astuciosos exploram-lhe as paixões em proveito próprio.
Tiranos disfarçados em condutores envenenam-lhe a alma e arrojam-na ao despenhadeiro da destruição, à maneira dos algozes de rebanho que apartam as reses para o matadouro.
Juizes menos preparados para a dignidade das funções que exercem, confundem-lhe o raciocínio.
Administradores menos escrupulosos arregimentam-lhe as expressões numéricas para a criação de efeitos contrários ao progresso.
Em todos os tempos, vemos o trabalho dos legítimos missionários do bem prejudicado pela ignorância que estabelece perturbações e espantalhos para a massa popular.
Entretanto, para a comunidade dos aprendizes do Evangelho, em qualquer clima da fé, o padrão de Jesus brilha soberano.
Vendo a multidão, o Mestre sobe a um monte e começa a ensinar...
É imprescindível empenhar as nossas energias, a serviço da educação.
Ajudemos o povo a pensar, a crescer e a aprimorar-se.
Auxiliar a todos para que todos se beneficiem e se elevem, tanto quanto nós desejamos melhoria e prosperidade para nós mesmos, constitui para nós a felicidade real e indiscutível.
Ao leste e ao oeste, ao norte e ao sul da nossa individualidade, movimentam-se milhares de criaturas, em posição inferior à nossa.
Estendamos os braços, alonguemos o coração e irradiemos entendimento, fraternidade e simpatia, ajudando-as sem condições.
Quando o cristão pronuncia as sagradas palavras “Pai Nosso”, está reconhecendo não somente a Paternidade de Deus, mas aceitando também por sua família a Humanidade inteira.
Fonte Viva. Francisco C. Xavier por Emmanuel
fonte: WWW.ADDE.COM.BR
domingo, 6 de maio de 2018
SEMENTEIRA E COLHEITA
Certo homem, enredado no vício da embriaguez, era freqüentemente visitado
por generoso amigo espiritual que lhe amparava a existência.
- Arrepende-te e recorre à Bondade Divina! – rogava o benfeitores quando o alcoólatra se desprendia parcialmente do campo físico, nas asas do sono. – Vale-te do tempo e não adies a própria renovação! Um corpo terrestre é ferramenta preciosa com que a alma deve servir na oficina do progresso. Não menosprezes as próprias forças!... O infeliz acordava, impressionado. Rememorava as palavras ouvidas, tentava mentalizar a formosura do enviado sublime e, intimamente, formulava o propósito de regenerar-se. Todavia, sobrevindo a noite, sucumbia de novo à tentação. Embebedando-se, arrojava-se a longo período de inconsciência, tornando ao relaxamento e à preguiça. Borracho, empenhava-se tão-somente em afogar as melhores oportunidades da vida em copinho sobre copinho. Entretanto, logo surgia alguma faixa de consciência naquela cabeça conturbada, o mensageiro requisitava-o, solícito, recomendando: - Atende! Não fujas à responsabilidade. A passagem pela Terra é valioso recurso para a ascensão de espírito... O tempo é um crédito de que daremos conta! Apela para a compaixão do senhor! Modifica-te! modifica-te!... O mísero despertava na carne, lembrava a confortadora entrevista e dispunha-se ao reajustamento preciso: no entanto, depois de algumas horas, engodado pelos próprios desejos, caía novamente na zona escura. Ébrio, demorava-se meses e meses na volúpia do auto-esquecimento. Contudo, sempre aparecia um instante de lucidez em que o companheiro vigilante interferia. Novo socorro do Céu, novas promessas de transformação e nova queda espetacular. Anos e anos foram desfiados no milagroso novelo do tempo, quando o infortunado, de corpo gasto, se reconheceu enfermo e abatido. A moléstia instalara-se, desapiedada, na fortaleza orgânica, inclinando-lhe os passo para o desfiladeiro da morte. Incapaz de soerguer-se, o doente orou, modificado. Queria viver no mundo e, para isso, faria tudo por recuperar-se. Em breves segundos de afastamento do estragado veículo, encontrou o divino mensageiro e, ajoelhando-se, comunicou: - Anjo abnegado, transformei-me! sou outro homem... Estou arrependido! Reconheço meus erros e tudo farei para redimir-me... Recorro à piedade de nosso Pai Todo-Compassivo, de vez que pretendo alcançar o futuro na feição do servidor desperto para as elevadas obrigações que a vida nos conferiu... O protetor abraçou-o, comovidamente, e, enxugando-lhe as lágrimas, rejubilou-se, exclamando: - Bem-aventurado sejas! Doravante, estarás liberto da perniciosa influência que até agora te obscureceu a visão. Abençoado porvir sorrirá ao teu destino. Rendamos graças a Deus! O doente retomou o corpo, de coração aliviado, com a luz da esperança a clarear-lhe a alma. Mas os padecimentos orgânicos recrudesciam. A assistência médica, aliada aos melhores recursos de enfermagem, revelava insuficiência para subtrair-lhe o mal-estar. Findos vários dias de angustiosa dor, entregou-se à prece com sentida compunção e, amparado pelo benfeitor invisível, achou-se fora da carne, em ligeiro momento de alívio. - Anjo amigo – implorou -, acaso o Todo-Bondoso não se compadece de mim? estou renovado!... alterei meus rumos! porque tamanhas provas? O guardião afagou-o, benevolente, e esclareceu: - Acalma-te! o sincero reconhecimento de nossas faltas é força de limitação do mal em nós e fora de nós, qual medida que circunscreve o raio de um incêndio, para extinguí-lo pouco a pouco, mas não opera reviravoltas na Lei. O amor infinito de Deus nos descerra fulgurantes caminhos à própria elevação; todavia, a justiça d’Ele determina venhamos a receber, invariavelmente, segundo as nossas obras. Vale-te do perdão divino que, por resposta do Senhor às tuas rogativas, é agora em tua alma anseio de reajuste e com renovador, mas não olvides o dever de destruir os espinhos que ajuntaste. O arrependimento não cura as afecções do fígado, assim como o remorso edificante do homicida não remedeia a chaga aberta pelo golpe da lâmina insensata!... Aproveita a enfermidade que te purifica o sentimento e usa a tolerância do Céu como novo compromisso de trabalho em favor de ti mesmo!... O doente desejou continuar ouvindo a palavra balsamizante do amigo celeste... A carne enfermiça, porém, exigiu-lhe a volta. Contudo, recompondo-se mentalmente no corpo fatigado, embora gemesse sob a flagelação regeneradora, chorava e ria, feliz. |
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pelo Espírito Irmão X - Do livro: Estante da Vida, Médium: Francisco Cândido Xavier.
fonte:
Centro Espírita Caminhos de Luz-Pedreira-SP-Brasil |

É certo que haverá dias em que os problemas naturalmente se avolumarão nas lides cotidianas, nos demandando maior dedicação para solucioná-los.
Não raro, haverá momentos em que as exigências emocionais se tornarão mais intensas, exigindo-nos maiores esforços para manter o equilíbrio, a fim de não nos perdermos em nós mesmos.
Possivelmente, haverá situações em que as dores morais se intensificarão de maneira quase insuportável, obrigando-nos a esforços inauditos para que não sucumbamos.
Vez por outra, compromissos e responsabilidades pesarão nos ombros, pedindo-nos acionar mais e mais as nossas capacidades.
Seja qual for a situação que a vida nos ofereça, será sempre a oração o bálsamo que nos dará o sustento, a coragem e a perseverança.
Se os problemas e desafios da vida são inevitáveis, será através da oração que eles tomarão sua verdadeira dimensão.
Será a prece e o recolhimento que nos permitirão ter a clareza e entendimento para enfrentar nossos problemas.
Com a mente tranquila e serena, fruto da oração, da comunhão com Deus, conseguiremos não dar valor excessivo aos problemas. Tampouco subestimá-los, não lhes oferecendo os cuidados necessários.
Dessa forma, ao nos refugiarmos alguns minutos em prece, estaremos nos dando a oportunidade da reflexão, do asserenamento necessário, da paz íntima, fundamentais para o bom enfrentamento dos desafios da vida.
Quando nos colocamos em contato com Deus, nenhum de nossos problemas será solucionado miraculosamente, ou nenhuma dificuldade irá desaparecer de nosso panorama.
Afinal, todos os problemas que nos ocorrem são oportunidades de aprendizado e crescimento pessoal.
E, quando buscamos a oração como recurso terapêutico, poderemos dela usufruir as bênçãos celestes que nos impulsionarão ao bem agir e melhor nos conduzirmos em nossa estrada.
Para tanto, não será necessário ritual ou fórmulas pré-estabelecidas. Também dispensável que estejamos nesse ou naquele lugar específico.
Onde estivermos, esse será sempre o momento adequado de buscarmos a inspiração Divina, o Seu amparo e as Suas benesses.
Portanto, conversemos com Deus como o filho que divide com o Pai amoroso seus problemas, aconselhando-se e pedindo ajuda.
Não tardará que a vida nos traga as melhores respostas e os melhores recursos, repercutindo na intimidade de nossa alma.
Assim, enfrentando problemas de qualquer monta, lembremo-nos que será a prece a companheira ideal para nos aclarar a mente, apaziguar nosso ânimo e nos indicar quais os melhores passos a dar, frente ao que nos cabe cumprir.
Redação do Momento Espírita.
Disponível no CD Momento Espírita, v. 25, ed. FEP.
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018
Porque todos nos calamos!
Primeiro eles vieram com a
exaltação à “santidade” e à “pureza”, ou “perfeição” do Homem de
Nazaré. Deturparam textos de Kardec, com traduções bizarras. E você se
calou! Depois, resolveram editar “Os quatro evangelhos” e,
massificadamente, utilizaram o expediente da publicidade em sua revista
oficial, a da Reforma – não por acaso – divulgando a obra com o seu
epíteto “a revelação da revelação”, porque “precisavam” de “novidades”. E
você, novamente, se calou!
Então, foram introduzindo, um a um, livros ditos psicografados ou escritos por literatos espíritas, editando-os, em sequência, apresentando um Jesus “fluídico” (sem sofrimentos físicos) e a virgindade de Maria, sua mãe, para celebrar os “mistérios”. E você, também, se calou!
Elegeram um “anjo” – materialização da fábula católica – como “guia espiritual” do planeta, e você achou sublime, porque a ideia da angelitude é uma metáfora em relação ao ápice do percurso espiritual. Você se deixou convencer e... se calou! Adiante, aproveitando-se de uma prodigiosa (mas, também, ingênua) mediunidade, que produzia muito, deram-lhe o caráter de “continuador” doutrinário, sem examinar e criticar os textos que provinham de um velho sacerdote católico, impregnado de suas crendices e visões igrejistas. E você, mais uma vez, se calou!
Dizem, alguns, que os originais destas obras foram destruídos. Porque não havia necessidade alguma de mantê-los, pois já tínhamos, editados, os livros físicos. E o silêncio foi a sua resposta!
Foram, um a um, muitos, desistindo da filosofia e da ciência, entendendo que o edifício estava pronto e que as manifestações de “espíritos eleitos” e “médiuns escolhidos”, do ontem e do hoje, eram todas “autorizadas” pela “Espiritualidade”, e você silenciou, novamente! Capciosamente, tocaram o teu coração com a simbologia da mensagem sublime, sobre amor e caridade, sobre perdão e não-discórdia, para tê-lo como cordeiro diante do Pastor, e você não esboçou qualquer reação!
Resgataram velhos e ultrapassados conceitos de temor e culpa, tão comuns entre as Igrejas, desde Constantino, instituindo “prêmios” para bons comportamentos, bonificadores, definindo lugares imaginários para o regalo das almas submissas à meia-verdade, com departamentos e ocupações similares às da Terra, e você deixou “barato”, porque desejava uma esperança de que, na outra vida, as coisas se parecessem com a “atmosfera” da vida física. E você se aquietou!
Agora, resgatam textos evangélicos diferentes dos escolhidos como relevantes por Kardec e pela Verdade, publicando oficialmente “O Novo Testamento” e projetando, ainda, uma “nova versão” da Bíblia (Antigo Testamento), porque, afinal, um é a consequência do outro e que voltar aos textos antigos é buscar a “sinergia” entre as mensagens. E você até está pensando, silente, em comprar as obras!
Disseram-te, também, que o tal controle das mensagens espirituais só era necessário na época de Kardec, porque a doutrina estava iniciando e era necessário filtrar as muitas comunicações, evitando a desfiguração da “árvore cristã”. E você até aplaudiu, inconscientemente, entendendo que a diretriz vinha, mesmo, do “Alto” e calar-se, para aprender, seria a única alternativa!
E os pastores, então, prosseguem, tangendo as almas pacatas, desfigurando a mensagem e aproximando-a das vaidades e das honrarias do mundo. Todos se maravilham, assim, ante os “dotes” artísticos, literários e de oratória de um ou outro “virtuose”, enquanto os grupos de aprofundamento espírita, de discussão e de promoção de saudáveis debates em busca dos conhecimentos progressivos mingua e se esvai, no tempo, contando com a tua aquiescência e timidez, silenciosas!
Dizes (ou dizemos), por vezes, que não tens (temos) tempo, nem energia, para gastar com contendas, que precisas (precisamos) cuidar de coisas mais importantes e os que estão no “movimento” não devem “procurar confusão”, e os dias vão passando... E a você só resta o silêncio de sua intimidade, a conversa com seus botões, e aquela indignação quase morta, que não ultrapassa os limites de sua boca, de sua letra, ou de sua própria casa... Porque você, eu, todos nós... Nos calamos!
Marcelo Henrique
Então, foram introduzindo, um a um, livros ditos psicografados ou escritos por literatos espíritas, editando-os, em sequência, apresentando um Jesus “fluídico” (sem sofrimentos físicos) e a virgindade de Maria, sua mãe, para celebrar os “mistérios”. E você, também, se calou!
Elegeram um “anjo” – materialização da fábula católica – como “guia espiritual” do planeta, e você achou sublime, porque a ideia da angelitude é uma metáfora em relação ao ápice do percurso espiritual. Você se deixou convencer e... se calou! Adiante, aproveitando-se de uma prodigiosa (mas, também, ingênua) mediunidade, que produzia muito, deram-lhe o caráter de “continuador” doutrinário, sem examinar e criticar os textos que provinham de um velho sacerdote católico, impregnado de suas crendices e visões igrejistas. E você, mais uma vez, se calou!
Dizem, alguns, que os originais destas obras foram destruídos. Porque não havia necessidade alguma de mantê-los, pois já tínhamos, editados, os livros físicos. E o silêncio foi a sua resposta!
Foram, um a um, muitos, desistindo da filosofia e da ciência, entendendo que o edifício estava pronto e que as manifestações de “espíritos eleitos” e “médiuns escolhidos”, do ontem e do hoje, eram todas “autorizadas” pela “Espiritualidade”, e você silenciou, novamente! Capciosamente, tocaram o teu coração com a simbologia da mensagem sublime, sobre amor e caridade, sobre perdão e não-discórdia, para tê-lo como cordeiro diante do Pastor, e você não esboçou qualquer reação!
Resgataram velhos e ultrapassados conceitos de temor e culpa, tão comuns entre as Igrejas, desde Constantino, instituindo “prêmios” para bons comportamentos, bonificadores, definindo lugares imaginários para o regalo das almas submissas à meia-verdade, com departamentos e ocupações similares às da Terra, e você deixou “barato”, porque desejava uma esperança de que, na outra vida, as coisas se parecessem com a “atmosfera” da vida física. E você se aquietou!
Agora, resgatam textos evangélicos diferentes dos escolhidos como relevantes por Kardec e pela Verdade, publicando oficialmente “O Novo Testamento” e projetando, ainda, uma “nova versão” da Bíblia (Antigo Testamento), porque, afinal, um é a consequência do outro e que voltar aos textos antigos é buscar a “sinergia” entre as mensagens. E você até está pensando, silente, em comprar as obras!
Disseram-te, também, que o tal controle das mensagens espirituais só era necessário na época de Kardec, porque a doutrina estava iniciando e era necessário filtrar as muitas comunicações, evitando a desfiguração da “árvore cristã”. E você até aplaudiu, inconscientemente, entendendo que a diretriz vinha, mesmo, do “Alto” e calar-se, para aprender, seria a única alternativa!
E os pastores, então, prosseguem, tangendo as almas pacatas, desfigurando a mensagem e aproximando-a das vaidades e das honrarias do mundo. Todos se maravilham, assim, ante os “dotes” artísticos, literários e de oratória de um ou outro “virtuose”, enquanto os grupos de aprofundamento espírita, de discussão e de promoção de saudáveis debates em busca dos conhecimentos progressivos mingua e se esvai, no tempo, contando com a tua aquiescência e timidez, silenciosas!
Dizes (ou dizemos), por vezes, que não tens (temos) tempo, nem energia, para gastar com contendas, que precisas (precisamos) cuidar de coisas mais importantes e os que estão no “movimento” não devem “procurar confusão”, e os dias vão passando... E a você só resta o silêncio de sua intimidade, a conversa com seus botões, e aquela indignação quase morta, que não ultrapassa os limites de sua boca, de sua letra, ou de sua própria casa... Porque você, eu, todos nós... Nos calamos!
Marcelo Henrique
Caridade – Síntese do amor em ação
Após a morte de Jesus, Simão Pedro foi para Jerusalém e, junto a corações amigos do Amigo que partira, fundou uma casa de assistência.
O seu objetivo era atender aos órfãos, viúvas e doentes. Chamou-a Casa do Caminho. Se o objetivo era nobre e necessário, manter aquele atendimento era bastante difícil.
Os necessitados chegavam todos os dias, batendo àquela porta de misericórdia e poucos eram os recursos.
Por isso mesmo, todas as manhãs, o apóstolo Pedro saía a pedir, em nome do Cristo, batendo às portas de conhecidos e comerciantes. Pedia comida para os seus asilados, roupas, enfim, o que tivessem para lhe ceder.
Ao final da tarde, retornava com os braços carregados de donativos, cansado, extenuado. Na manhã seguinte, tudo se repetia.
Paulo de Tarso, que há pouco abraçara o Cristianismo, após a visão magnífica da Estrada de Damasco, visitando a obra assistencial, verificou que muito se fazia ali pelo corpo físico das criaturas.
Mas o Espírito não era alimentado. Pedro retornava tão cansado das suas jornadas que não conseguia se deter para lhes falar de Jesus. Onde estava a mensagem, perguntava Paulo, em nome da qual se erguera aquela Casa? Aqueles seres necessitavam do pão, das vestes, da cama limpa e de medicamentos. Muito mais que isso, precisavam de alimento para as suas almas. E esse se chamava Boa Nova, o Evangelho de Jesus.
Assim, pensando em resolver a problemática da Casa do Caminho, propôs ao velho apóstolo Pedro que aqueles abrigados que tivessem condições poderiam aprender uma profissão e trabalhar para auxiliar no sustento.
Ele mesmo, Paulo, se propôs a ensinar a sua profissão. Ele era tecelão, sabendo manejar muito bem os fios de cabra, de camelo, a lã das ovelhas.
Animado com a ideia, outro companheiro de Paulo, de nome Barnabé, que era oleiro, se dispôs a ensinar o seu ofício.
Logo mais, a Casa do Caminho se autossustentava pelo trabalho dos que ali recebiam as suas bênçãos. E Pedro pôde se voltar para a tarefa de levar conforto aos corações, espalhando os ensinos de Jesus a todos.
Graças a essa medida, a Casa do Caminho sobreviveu por anos, atendendo os seus objetivos assistenciais. Sobretudo, esclarecendo os Espíritos dos homens, que tinham dessa forma a sua sede de justiça saciada, a sua fome de amor atendida.
Esclarecidos, os que dali partiam, curados das suas mazelas físicas, retornavam ao Mundo com novos valores nos seus corações, mais aptos para as lutas de cada dia.
Para que a obra prosseguisse no tempo, Paulo procurou, em seguida, braços fortes.
Eram pessoas que diziam seguir Jesus mas não saíam de suas casas. Nada faziam para melhorar a situação do mundo.
Ele as buscou e as convidou ao trabalho pelo bem do próximo.
Com tal atitude, Paulo de Tarso inaugurou na Terra a era da caridade.
* * *
A palavra caridade foi cunhada por Paulo de Tarso. Seu significado é amor em ação.
O Divino Mestre falou intensamente a respeito do amor. Amor ao próximo, amor aos inimigos, amor entre os Seus seguidores.
Paulo, tomando de todos esses ensinamentos, os sintetizou em uma palavra: Caridade.
==================================== Redação do Momento Espírita com base na palestra Conceito
espírita de caridade, proferida por Raul Teixeira, no ano de 1999.
fonte:
WWW.ADDE.COM.BR