Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas. (I Coríntios, 6:12)
Quem
se deixa dominar pelas linhas paralelas dos sentimentos alheios e pelos
extremos dos seus próprios impulsos inferiores, não é digno da paz.
O
bom senso é força preponderante entre os anjos. Na verdade, o apóstolo
nos fala que todas as coisas são lícitas, mas não esquece de
acrescentar, que nem todas convêm.
Eis que cada criatura se
encontra em uma escala evolutiva, e ela, em seu estado de evolução, deve
saber escolher aquilo que certamente lhe convém, e é essa escolha, com
moderação, que a livra dos escândalos e de determinados infortúnios.
Todas
as coisas são lícitas porque foram feitas com a aquiescência de Deus,
não há dúvida. Entretanto, mais lícitas elas se tornam, quando usadas
como convém a consciência em Jesus Cristo.
A lei do equilíbrio se
faz como chave da inteligência, marcando os passos e contrapassos do
coração, como reator divino nas grades do arcabouço humano. (Miramez)
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