segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Bem aventurados os pacificadores

Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas. (I Coríntios, 6:12)

Quem se deixa dominar pelas linhas paralelas dos sentimentos alheios e pelos extremos dos seus próprios impulsos inferiores, não é digno da paz.

O bom senso é força preponderante entre os anjos. Na verdade, o apóstolo nos fala que todas as coisas são lícitas, mas não esquece de acrescentar, que nem todas convêm.

Eis que cada criatura se encontra em uma escala evolutiva, e ela, em seu estado de evolução, deve saber escolher aquilo que certamente lhe convém, e é essa escolha, com moderação, que a livra dos escândalos e de determinados infortúnios.

Todas as coisas são lícitas porque foram feitas com a aquiescência de Deus, não há dúvida. Entretanto, mais lícitas elas se tornam, quando usadas como convém a consciência em Jesus Cristo.

A lei do equilíbrio se faz como chave da inteligência, marcando os passos e contrapassos do coração, como reator divino nas grades do arcabouço humano. (Miramez)

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