Passa Jesus com teus anjos na vida de cada um que te chama agora, levanta os caidos, anima os que ficaram pela estrada da vida.
Renova os sonhos de quem desitiu de sonhar, consola o aflito, enxuga a alágrima dos que choram.
Para muitos, a vida se transformou num grande esforço, onde o simples levantar já se transforma em problemas, e enfrentar as pessoas e as situações, são formas de tortura.
Passa Jesus com teus anjos, e nesta manhã restaura; a vida de quem já não acredita mais, a fé de quem já perdeu a esperança, o amor de quem se sente só, a dignidade de quem se sente humilhado, a força de quem se sente fraco....
Hoje o Senhor passa pela Terra com teus anjos, e tem muita gente que não vai perceber, estão adormecidos pelas drogas, cegos pelas paixões, corroídos pelo orgulho, perdidos pelo "falso brilho" das coisas do mundo, doentes pelas "facilidades" da vida.
Acorda eles Jesus, desperta-os, renova a vida que o Senhor concedeu através da sua própria vida, passa com teus anjos e derrama amor sobre todos nós, derrama perdão para nossas almas aflitas, saúde para nossos corpos deteriorados,
Esperança para nossas almas secas, amor para nossos corações vazios.
Passa Jesus com teus anjos,mas, por favor, não se esqueça de mim, da minha vida, da minha família, dos meus sonhos, por crer em Ti, agradeço, espero e confio, passa Jesus com teus anjos...
Paulo Roberto Gaefke
MALES PEQUENINOS
Guardemos cuidado para com a importância dos males aparentemente pequeninos.
Não é o aguaceiro que arrasa a árvore benemérita.
É a praga quase imperceptível que se lhe oculta no cerne.
Não é a selvageria da mata que dificulta mais intensamente o avanço do
pioneiro.
É a pedra no calçado ou o calo no pé.
Não é a cerração que desorienta o viajor, antes as veredas que se bifurcam.
É a falta da bússola.
Não é a mordedura do réptil que extermina a existência de um homem.
É a diminuta dose de veneno que ele segrega.
Assim, na vida comum.
Na maioria das circunstâncias não são as grandes provações que aniquilam a
criatura e sim os males supostamente pequeninos, dos quais, muita vez, ela
própria escarnece, a se expressarem por ódio, angústia, medo e cólera, que
se lhe instalam, sorrateiramente, por dentro do coração.
(Obra: Coragem - Chico Xavier/André Luiz)
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