Entendendo que os Espíritos do homem e da mulher, no plano espiritual, traçam o seu resgate juntos, fazem os seus projetos e seus planos e logo após reencarnam. Reencarnados, encontram-se, namoram, são felizes, vão viver juntos e o filho nasce possivelmente fazendo parte de projetos traçados na espiritualidade. Então se divorciam. Rescindem o “contrato”.
Se os planos que traçaram foram interrompidos com o divórcio, como se desenrolam suas histórias daí em diante? Se houver novo casamento significa que já estava planejado? E os novos filhos? Ou a espiritualidade se encarrega de dar novo rumo às suas trajetórias pós-divórcio, um plano “B”?
Se o Espiritismo não recomenda o divórcio (salvo em casos que podem resultar um mal maior), pode este divórcio ter sido planejado antes de reencarnar, como prova de expiação?
Se o culpado pelo divórcio foi o homem, que se afastou e desejou a separação, que faltou com o carinho, amor e atenção e assim perdeu o amor da esposa que muito o amava e ele reconheceu seus erros, arrependeu-se e quando quis retomar o amor perdido e reconquistar a ex-mulher e a família não foi correspondido pela companheira que não lhe propiciou outra chance, que pensar disto? Qual a “culpa” dos dois? Se houve nesta história um obsessor, que por motivos pessoais, talvez tendo sido cônjuge da citada mulher em outra encarnação, influenciou mentalmente desentendimentos, desconforto e ira entre o casal que se separou, que pensar desse caso?
Sandro...
“Mundo Espírita” responde:
Prezada irmão Sandro,
Perdoe-nos pela demora da resposta. É grande o nosso volume de correspondências, trazendo indagações. Mas jamais deixaremos quem quer que seja sem resposta.
A questão por você exposta é de extrema complexidade e de caráter muito especial. Sugerimos a leitura do capítulo XXII, de “O Evangelho segundo o Espiritismo” e o capítulo 8 do livro “Vida e Sexo”, de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier.
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