terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
Contando tesouros.
Após a aula de Educação Física, o professor Jorge pediu aos seus alunos que se reunissem em torno dele.
Como
hoje é nosso último dia de aula, eu vou lhes propor um desafio, falou ele.
Aquele
que me trouxer o objeto mais caro, seja qual for, ganhará esta bola de futebol.
Os
alunos ficaram afoitos. Assim, ao sinal do professor, saíram correndo
pela escola, a fim de buscarem o objeto mais caro que pudessem
encontrar.
Alguns
entraram nas salas de aula, pedindo aos outros professores que lhes emprestassem seus relógios, anéis, colares.
Outros
foram conferir os enfeites que ornamentavam a mesa da diretora, buscando por aqueles que, julgavam, seriam os mais caros.
Meia
hora depois, conforme o combinado, reuniram-se novamente na quadra
esportiva, com o intuito de apresentar seus objetos ao professor.
Um
a um, cada aluno foi apresentando ao educador e aos colegas o objeto coletado.
Alguns
haviam trazido joias. Outros, artigos preciosos de decoração. Houve até mesmo quem trouxesse equipamentos eletrônicos.
E,
então, chegou a vez de João.
Ele
se postou à frente dos colegas e retirou do seu bolso uma pequena
fotografia, na qual estavam retratados sua mãe, seu pai, seu irmão mais
velho e sua irmã caçula.
Os
colegas, vendo objeto tão simples e comum, começaram a caçoar. As risadas que começaram meio tímidas logo cresceram em volume.
O
professor repreendeu aquele comportamento e disse que cada qual era livre para apresentar aquilo que mais lhe aprouvesse.
Esperou,
então, que todos os estudantes terminassem de apresentar suas conquistas e, pedindo silêncio, apontou o vencedor: João.
A
turma não se conteve. Como poderia o professor ter escolhido a fotografia de João quando tantos objetos caros haviam sido apresentados?
Jorge,
observando o alvoroço da turma, esperou pacientemente que eles se
acalmassem e, dando voz a João, perguntou o motivo pelo qual ele
apresentara aquele retrato de família.
Meus
pais e meus irmãos são meu grande tesouro, respondeu o menino. Não
há nada no mundo que, para mim, valha mais do que eles.
O
professor, como que já esperando aquela resposta, sorriu para o garoto e o abraçou, lhe entregando o prêmio.
Depois,
se dirigindo a toda turma, explicou: Recebemos da vida muitos tesouros: bens materiais, amizades, nossas famílias e muitos mais. Porém, alguns
são mais valiosos do que outros.
O
verdadeiro sábio,prosseguiu, é aquele que sabe dar
o valor correto para cada um deles.
Sorrindo,
finalizou: E,
por acaso, existe bem mais precioso, mais caro e mais importante no
mundo do que nossas famílias? Parabéns por nos lembrar disso,
João!
*
* *
O
Criador, em toda Sua sabedoria, nos reúne em famílias a fim de que elas nos sejam laboratório de experiências.
Afinal
de contas, como podemos almejar o amor ao próximo, o perdão, a
caridade, a paciência e todas as outras virtudes, quando não as
colocamos em prática nem ao menos com aqueles que são nosso próximo mais
próximo?
Pensemos
nisso!
Se você gostou,repasse.Ou escreva para
domingo, 7 de fevereiro de 2016
NOSSO MATERIAL DE LIÇÃO
Criatura alguma conseguirá partilhar o trabalho de várias comunidades ao
mesmo tempo, não obstante a pessoa, por seus atos, influir
indiretamente no conjunto da Humanidade.
Cada um de nós, estejamos encarnados ou desencarnados em serviço na Crosta Terrestre, vive jungido a um grupo de companheiros que constituem laços do pretérito ou instrumentos da hora, junto dos quais somos convidados a educar a vida e o coração para a Existência Maior.
Semelhantes sócios de ideal parecer-nos-ão, às vezes, inadequados para nós, mas é preciso considerar que, provavelmente no conceito que fazem de nós, nos julgarão também impróprios para eles. Forçoso reconhecer que são agora o que são, como somos neste momento o que temos sido até hoje.
As Diretrizes Divinas não nos reuniram, por acaso uns com os outros.
Não dispomos de recurso bastante para conhecer circunstanciadamente os propósitos da Justiça Real. Sabemos que nos concede o melhor que sejamos capazes de receber para realizarmos o melhor que possamos fazer na hora que passa.
Usemos o amor que o Evangelho nos indica a fim de que se nos reduzam as deficiências recíprocas. Imperioso amá-los quais se nos fossem familiares queridos.
Agradecer aos mais virtuosos o conforto com que nos alimentam a alma e auxiliar os que se nos mostrem menos seguros.
Seguir o exemplo dos valorosos no dinamismo construtivo e apoiar os tíbios que tropeçam a cada passo na tarefa a desenvolver. Sentir-lhes os percalços, compartir-lhes os regozijos.
Recolher a inspiração dos que acertam e amparar os que se transviam.
Escutar com atenção os que ensinam e ouvir com paciência os que se desequilibram nos labirintos da necessidade.
Estimular as mínimas aspirações que entremostrem no rumo da correção, permanecendo justos para que a fraternidade jamais lisonjeie o mal naqueles que amamos.
Saber tocá-los no sentimento, sem converter a sinceridade em censura e sem transformar a bondade em fraqueza, para que não se emaranhem nas armadilhas da ilusão.
Entender que sem eles seríamos quais alunos obrigados à frequência da escola, sem material de lição.
Em suma, aceitar o campo da vivência cotidiana como o educandário mais digno em que possamos estagiar, provisoriamente internados pela Fraternidade Comum, e do qual não sairemos senão para a repetência de provas, se não tivermos notas de aproveitamento que nos recomendem a equipes superiores.
Para isso, guardemos por norma a realização de benefícios generalizados a fim de que a rotina improdutiva não nos detenha à margem, adiando o nosso acesso à verdadeira compreensão.
(André Luiz - De “Estude e Viva”, de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, pelos Espíritos de Emmanuel e André Luiz)
fonte: WWW.ADDE.COM.BR
Cada um de nós, estejamos encarnados ou desencarnados em serviço na Crosta Terrestre, vive jungido a um grupo de companheiros que constituem laços do pretérito ou instrumentos da hora, junto dos quais somos convidados a educar a vida e o coração para a Existência Maior.
Semelhantes sócios de ideal parecer-nos-ão, às vezes, inadequados para nós, mas é preciso considerar que, provavelmente no conceito que fazem de nós, nos julgarão também impróprios para eles. Forçoso reconhecer que são agora o que são, como somos neste momento o que temos sido até hoje.
As Diretrizes Divinas não nos reuniram, por acaso uns com os outros.
Não dispomos de recurso bastante para conhecer circunstanciadamente os propósitos da Justiça Real. Sabemos que nos concede o melhor que sejamos capazes de receber para realizarmos o melhor que possamos fazer na hora que passa.
Usemos o amor que o Evangelho nos indica a fim de que se nos reduzam as deficiências recíprocas. Imperioso amá-los quais se nos fossem familiares queridos.
Agradecer aos mais virtuosos o conforto com que nos alimentam a alma e auxiliar os que se nos mostrem menos seguros.
Seguir o exemplo dos valorosos no dinamismo construtivo e apoiar os tíbios que tropeçam a cada passo na tarefa a desenvolver. Sentir-lhes os percalços, compartir-lhes os regozijos.
Recolher a inspiração dos que acertam e amparar os que se transviam.
Escutar com atenção os que ensinam e ouvir com paciência os que se desequilibram nos labirintos da necessidade.
Estimular as mínimas aspirações que entremostrem no rumo da correção, permanecendo justos para que a fraternidade jamais lisonjeie o mal naqueles que amamos.
Saber tocá-los no sentimento, sem converter a sinceridade em censura e sem transformar a bondade em fraqueza, para que não se emaranhem nas armadilhas da ilusão.
Entender que sem eles seríamos quais alunos obrigados à frequência da escola, sem material de lição.
Em suma, aceitar o campo da vivência cotidiana como o educandário mais digno em que possamos estagiar, provisoriamente internados pela Fraternidade Comum, e do qual não sairemos senão para a repetência de provas, se não tivermos notas de aproveitamento que nos recomendem a equipes superiores.
Para isso, guardemos por norma a realização de benefícios generalizados a fim de que a rotina improdutiva não nos detenha à margem, adiando o nosso acesso à verdadeira compreensão.
(André Luiz - De “Estude e Viva”, de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, pelos Espíritos de Emmanuel e André Luiz)
fonte: WWW.ADDE.COM.BR
O Labirinto da Solidão
A vida assemelha-se a uma estrada cheia de encruzilhadas, dependendo do rumo que se segue, encontra-se a luz ou a sombra.
E há um labirinto onde alguns podem se perder, onde entram por medo do mundo lá fora, por medo de se mostrar, de se expor, que alguém saiba que não são perfeitas: é o labirinto traiçoeiro da solidão.
Entram nele sem perceber, buscando evitar atritos e decepções ou para esquecer
humilhações; quase sem sentir, vão se isolando dos amigos, da sociedade, às vezes, até da própria família. Quando se dão conta estão trancafiados numa gaiola invisível porém poderosa.
Sair dessa gaiola nem sempre será tarefa simples, será necessário uma boa dose de
perseverança e força.
Em primeiro lugar é preciso olhar-se com atenção, reconhecer-se, encarar de frente virtudes e limitações, o que exige uma certa dose de coragem.
É preciso olhar os outros, buscando ver primeiramente as qualidades positivas e aprender a elogiar. Quando se aprende a valorizar as qualidades alheias, também aprendemos a perceber melhor as nossas.
É preciso aprender a dizer que se ama, que se admira as pessoas, mesmo quando se sabe que esse sentimento não será recíproco.
O que faz a diferença é reconhecer e falar o que se sente sem estar tão preocupado com a resposta dos outros.
Abrir o coração com serenidade e confiança e estar preparado para qualquer tipo de retorno.
E, acreditem, quando se entra no labirinto da solidão, pode-se até conseguir evitar alguns revezes mas em troca, deixa-se de viver de fato.
E viver só vale a pena se for para valer.
E viver só será pleno se o coração estiver livre de ressentimentos e o espírito sereno.
fonte: WWW.ADDE.COM.BR
A Microcefalia, o Vírus Zika e congêneres
As notícias referentes à incidência da Microcefalia em nascituros estão, atualmente, presentes em todos os meios de comunicações, expondo uma situação preocupante e comovedora.
Segundo a Ciência “A Microcefalia (do grego mikrós, pequeno + kephalé, cabeça) é uma condição neurológica em que o tamanho da cabeça e/ou seu perímetro cefálico occipito-frontal é dois ou mais desvios padrão abaixo da média para a idade e sexo. Também chamada de Nanocefalia, diferenciam-se diversas formas de manifestações clínicas e etiologias. A microcefalia verdadeira pode ser familiar e não necessariamente associada ao retardo mental.
Pode ser provocada pela exposição a substâncias nocivas durante o desenvolvimento fetal, tais como consumo abusivo de álcool e/ou exposição a drogas como aminopterina, metil-mercúrio, cocaína e heroína durante a gravidez, ou estar associada com problemas ou síndromes genéticas hereditárias, como Diabetes materna mal controlada; Hipotiroidismo materno; Insuficiência placentária e outros fatores associados à restrição do crescimento fetal e pré-eclâmpsia; Anomalias genéticas; Exposição à radiação de bombas atômicas; Infecções durante a gravidez, especialmente rubéola, citomegalovírus, toxoplasmose e vírus Zika, também por causas pós-natais.” (1)
Como não há efeito sem causa, é preciso admitir, por isso mesmo e necessariamente, a existência de Deus, que é “a inteligência suprema e causa primária de todas as coisas (2), consequentemente estaremos sempre subordinados à perfeição da justiça e bondade divinas, que só permitem acontecimentos que o espírito tenha necessidade de vivenciar.
Como o nascituro não teve possibilidade de dar causa ao efeito de que é portador enquanto foi gerado, a causa só pode estar nas suas vidas pregressas.
O Senhor Jesus, após curar o paralítico no Tanque de Betesda, orientou o recém curado “… não voltes a pecar, para que não te aconteça coisa pior” (3) deixando claro para todos nós a existência do vínculo entre o erro e sua repercussão no corpo físico.
Allan Kardec fez aos Espíritos Superiores encarregados de implantar o Consolador prometido pelo Senhor Jesus na Terra (4), os seguintes questionamentos acerca do retorno do espírito ao mundo físico:
Na espiritualidade, antes de começar uma nova existência corporal, o Espírito tem consciência e previsão das coisas que acontecerão durante sua vida? – Ele mesmo escolhe o gênero de provas que quer passar. Nisso consiste seu livre-arbítrio. (5)
Então não é Deus que impõe os sofrimentos da vida como castigo? – Nada acontece sem a permissão de Deus, que estabeleceu todas as leis que regem o universo. Perguntareis, então, por que Ele fez esta lei em vez daquela. Ao dar ao Espírito a liberdade de escolha, deixa-lhe toda a responsabilidade de seus atos e de suas conseqüências, nada impede seu futuro; o caminho do bem está à frente dele, assim como o do mal. Mas, se fracassa, resta-lhe uma consolação: nem tudo está acabado para ele. Deus, em sua bondade, deixa-o livre para recomeçar, reparando o que fez de mal. (6)
O Benfeitor Espiritual André Luiz nos esclarece, pela psicografia de Francisco Cândido Xavier, que “a célula masculina que atinge o óvulo em primeiro lugar, para fecundá-lo, não é a mais apta em sentido de «superioridade», mas em sentido de «sintonia magnética», em todos os casos de fecundação para o mundo das formas” (7), e o também Benfeitor Espiritual Manoel Philomeno de Miranda, pela psicografia de Divaldo Pereira Franco acrescenta: “Ao reencarnar-se o Espírito, o seu perispírito imprimi no futuro programa genético do ser os requisitos depurativos que lhe são indispensáveis ao crescimento interior e à reparação dos gravames praticados. Os genes registram o desconcerto vibratório produzido pelas ações incorretas no futuro reencarnante, passando a constituir-se um campo no qual se apresentarão os distúrbios do futuro quimismo cerebral.” (8),
Na monumental obra mediúnica Evolução em Dois Mundos, também de Francisco Cândido Xavier, o Benfeitor André Luiz responde ao questionamento:
A invasão microbiana está vinculada a causas espirituais? — Excetuados os quadros infecciosos pelos quais se responsabiliza a ausência da higiene comum, as depressões criadas em nós por nós mesmos, nos domínios do abuso de nossas forças, seja adulterando as trocas vitais do cosmo orgânico pela rendição ao desequilíbrio, seja estabelecendo perturbações em prejuízo dos outros, plasmam, nos tecidos fisiopsicossomáticos que nos constituem o veículo de expressão, determinados campos de ruptura na harmonia celular.
Verificada a disfunção, toda a zona atingida pelo desajustamento se torna passível de invasão microbiana, qual praça desguarnecida, porque as sentinelas naturais não dispõem de bases necessárias à ação regeneradora que lhes compete, permanecendo muitas vezes, em devedor do ponto lesado, buscando delimitar-lhe a presença ou jugular-lhe a expansão.
É que, geralmente, quase todos eles surgem como fenômenos secundários sobre as zonas de predisposição enfermiça que formamos em nosso próprio corpo, pelo desequilíbrio de nossas forças mentais a gerarem rupturas ou soluções de continuidade nos pontos de interação entre o corpo espiritual e o veículo físico, pelas quais se insinua o assalto microbiano a que sejamos mais particularmente inclinados pela natureza de nossas contas cármicas.
Amparo aos outros cria amparo a nós próprios, motivo por que os princípios de Jesus, desterrando de nós animalidade e orgulho, vaidade e cobiça, crueldade e avareza, e exortando-nos à simplicidade e à humildade, à fraternidade sem limites e ao perdão incondicional, estabelecem, quando observados, a imunologia perfeita em nossa vida interior, fortalecendo-nos o poder da mente na autodefensiva contra todos os elementos destruidores e degradantes que nos cercam e articulando-nos as possibilidades imprescindíveis à evolução para Deus. (9)
De posse destes esclarecimentos restam, entre outras coisas, algumas obrigações naturais ao espírito encarnado:
– Sanear o meio ambiente para se evitar criadouros dos vetores transmissores;
– Desenvolver, no campo da ciência, vacinas e medicações e tratamentos para alívio dos sofrimentos físicos e morais dos acometidos pelas enfermidades;
– Desenvolver a resignação e a obediência diante dos fatos impostos pela Lei Divina;
– Comportar-se retamente segundo as orientações contidas no evangelho do Senhor Jesus, trabalhando as imperfeições da alma no sentido de erradicá-las, aplicando-se na implantação do sentimento de compaixão por aqueles que sofrem, tratando-os e ajudando-os como quereríamos ser tratados e ajudados se estivéssemos nas mesmas condições. Isso evita expiações reparadoras.
Pensemos nisso.
Antônio Carlos Navarro
Referências:
1- https://pt.wikipedia.org/wiki/Microcefalia – acesso em 28.01.2016;
2- O Livro dos Espíritos, item n. 1;
3- João 5:14;
4- João 14:26;
5- O Livro dos Espíritos, item 258;
6- O Livro dos Espíritos, item 258a;
7- Missionários da Luz, cap. Proteção;
8- Tormentos da Obsessão, cap. Distúrbio Depressivo;
9- Evolução em Dois Mundos, cap. 40 – Invasão microbiana.
fonte: http://www.redeamigoespirita.com.br/group/artigosespiritas/forum/topic/show?id=2920723%3ATopic%3A1917178&xgs=1&xg_source=msg_share_topic
INCRÍVEL "Dor de cabeça FLUÍDICA" ! Chico Xavier

Era uma sexta-feira. Muita gente aglomerava-se em volta de Chico. Ele, de pé, abraçava um, dirigia a palavra a outro. Quando aproximou-se dele uma jovem senhora, reclamando de forte dor de cabeça. Chico a ouviu atentamente e convidou-a a sentar-se na assistência para participar do encontro. A palestra transcorreu normalmente. Depois da meia-noite, termina a reunião, a senhora que reclamara da dor de cabeça achegou-se ao médium, com a fisionomia radiante e feliz. A dor de cabeça cessara nos primeiros minutos das tarefas. Chico sorriu docemente, despedindo-se dela com carinho. Instantes depois, explicou: - Emmanuel me disse que aquela senhora teve uma discussão muito forte com o marido, chegando quase a ser agredida fisicamente. O marido desejou dar-lhe uma bofetada e não o fez por recato natural. Contudo, agrediu-a vibracionalmente, provocando uma concentração de fluidos deletérios que lhe invadiram o aparelho auditivo, causando a dor de cabeça. Tão logo começou a reunião, Dr. Bezerra colocou a mão sobre sua cabeça e vi sair de dentro de seu ouvido um cordão fluídico escuro, negro, que produzia a dor. Eu estava psicografando mas, orientado por Emmanuel, pude acompanhar todo o fenômeno. “O grito de cólera é um raio mortífero, que penetra o círculo de pessoas em que foi pronunciado e aí se demora, indefinidamente, provocando moléstias, dificuldades e desgostos.” – Néio Lúcio, psicografia de Chico Xavier “Quando haja de reclamar isso ou aquilo, espere que as emoções se mostrem pacificadas, um grito de cólera, muitas vezes, tem a força de um punhal.”
- André Luiz, psicografia de Chico Xavier
fonte: http://www.espiritbook.com.br/profiles/blog/show?id=6387740%3ABlogPost%3A2370807&xgs=1&xg_source=msg_share_post
Microcefalia na Visão Espírita

Os diversos casos de
microcefalia que estão ocorrendo por todo o Brasil, e com mais
intensidade no Nordeste, com os números cada vez mais aumentando,
faz-nos indagar: por que isto está acontecendo?
Para nós espíritas isto não é por acaso. Na visão da Doutrina Espírita esta situação enquadra-se nas chamadas provações coletivas, é um resgate coletivo. São espíritos que trazem necessidade de provas ou expiações semelhantes, nisto são atraídos a lugares ou situações, onde graves desequilíbrios destes espíritos são tratados em conjunto. Sobretudo nas doenças chamadas de congênitas, que a criança já traz ao nascer, não pode ser atribuída ao acaso ou a má sorte elas passarem por esta situação.
Há casos também em que esses espíritos reencarnam com este problema para ajudar os familiares a desenvolverem boas qualidades, a terem mais paciência, para desenvolver o cuidado pelo próximo, a compaixão, a generosidade...
O Espiritismo nos esclarece que estamos num mundo de efeitos, de consequências, onde percebemos que na reencarnação encontra-se o “por que” para compreendermos o que está ocorrendo, as causas e as consequências.
Nas questões 132 e 133 de O Livro dos Espíritos, encontramos os seguintes esclarecimentos: Que Deus impõe a encarnação com o objetivo de fazer os espíritos chegarem a perfeição. Para alguns a encarnação é uma expiação, para outros é uma missão. Todavia, para alcançarem essa perfeição, devem suportar todas as vicissitudes da existência corporal; nisto é que está a expiação. (...)
Todos nós necessitamos de reencarnarmos, pois todos nós fomos criados simples e ignorantes; instruímo-nos nas lutas e nas tribulações da vida corporal. Deus, que é justo, não poderia fazer a alguns felizes, sem dificuldades e sem trabalho e, por conseguinte, sem mérito. Os espíritos que seguem o caminho do bem alcançam mais depressa o objetivo. Aliás, as dificuldades da vida, frequentemente, são consequências da imperfeição do espírito; quanto menos tenham de imperfeição, menos tem de tormentos. (...)
Estamos vivenciando um momento crucial no progresso do planeta Terra, e no nosso progresso. Esta é a encarnação que melhor nos preparamos através das outras encarnações. É a grande chance e a grande oportunidade para nos tornamos indivíduos melhores. E para esses espíritos que nasceram com o corpo físico com microcefalia é uma grande oportunidade de reajuste de dividas passadas, é uma reencanação impar para eles, mesmo que seja por breve instantes, ou pela experiência de passar por isso, ou que vivam por anos; tanto para eles como para os familiares .
Sabemos que a Terra está passando pela mudança de uma Era para outra, deixando o mundo de Provas e Expiações para o mundo de Regeneração. Tudo que estamos vivenciando seja desencarnes coletivos, seja reencarnações de resgate coletivo, é para acelerar o processo de quitação de divida do mundo em estagio de Provas e Expiações, pois não se pode chegar um novo estagio moral na Terra com as dividas e os sofrimentos atuais. Só irão ficar na Terra os espíritos que assumirem o compromisso com o bem, espíritos com a moral adequada para habitar o mundo em estagio evolutivo de Regeneração. Por isso que as dividas tem que serem pagas, e por isso que está havendo esse aceleramento para o pagamento dos débitos desses espíritos, e tudo isso acontecendo por meio da Lei de Causa e Efeito, da ação e da reação.
Assim, os débitos de vidas anteriores que tal espírito contraiu e acarretou tal deficiência, é sanado com essa atitude de encarnar com a microcefalia. Décadas atrás a incidência de casos de deficiência física era muito grande, e se apresentando de diversas formas as deficiências físicas, atualmente os espíritos estão nascendo com doenças emocionais, psíquicas, é a mente que está sofrendo atualmente. Tendo diminuído os casos de deficiência física, pois os espíritos que precisavam passar por tais circunstancias já terem quitado tal divida, contraída por erros em vidas passadas. É por isso que esta é a grande chance, quem sabe uma das ultimas chamadas para esses espíritos quitarem suas dividas e a dos seus familiares por meio da microcefalia.
Deus sempre Escreve Certo e Seu Amor e Justiça nunca falham. Temos que entender que os espíritos desses bebês, são espíritos que já viveram muitas outras vidas, com erros e acertos. Os aspectos espirituais por trás desta situação é que são espíritos que precisam passar pela experiência da microcefalia, é como se fosse um processo de cura para as dificuldades espirituais desses espíritos.
Que as mães não abortem esses bebês de forma alguma, porque se houver um caso na família de microcefalia é porque a família necessita desta experiência para desenvolver boas qualidades. Porque se haver de nascer na família um bebê com alguma deficiência física é necessidade da família e do bebê. A família tem que se doar, porque tudo tem uma razão de ser. É a Justiça Divina atuando, mesmo que não compreendemos atualmente, para que alcancemos a luz.
Que as mães, os pais e os familiares agradeçam a Deus por esta oportunidade bendita, por receber estes espíritos sofredores, que vão precisar dos seus pais, responsáveis, familiares, de todo o amor, carinho, da servidão, para se dedicarem a estes espíritos, dando condição a eles de cura para o espírito, através desta oportunidade. Quando servimos crescemos. É um crescimento mútuo, para os pais e para o filho, muitos casos podem ser resgates de dividas dos pais com os filhos de outras vidas, outros casos os bebês podem assim nascer para sensibilizar os pais e familiares, e outros podem ser a necessidade do espírito de nascer desta forma e os pais o acolhem para ajuda-lo e isto já foi estabelecido no plano reencarnatório, antes dos pais e filhos nascerem.
Que esses casos sirvam para a sociedade em geral, para sensibilizar-nos e nos voltarmos mais para o bem, para o amor, para a caridade... Uma nova era está chegando, e temos que cada dia sermos pessoas melhores. O tempo urge, e os trabalhos estão sendo acelerados. Colhemos o que plantamos isto através dos séculos, isto é a lei de causa e efeito, ação e reação. Mas, sobretudo, confiemos em Deus Pai. E nos ensinos de Mestre Jesus, pois Ele afirmou: “Das ovelhas que meu Pai me confiou, nenhuma se perderá.”
“Estamos certos de que Deus age em todas as coisas com o fim de beneficiar todos os que o amam, dos que foram chamados conforme seu plano.“ (Romanos 8:28)
Para nós espíritas isto não é por acaso. Na visão da Doutrina Espírita esta situação enquadra-se nas chamadas provações coletivas, é um resgate coletivo. São espíritos que trazem necessidade de provas ou expiações semelhantes, nisto são atraídos a lugares ou situações, onde graves desequilíbrios destes espíritos são tratados em conjunto. Sobretudo nas doenças chamadas de congênitas, que a criança já traz ao nascer, não pode ser atribuída ao acaso ou a má sorte elas passarem por esta situação.
Há casos também em que esses espíritos reencarnam com este problema para ajudar os familiares a desenvolverem boas qualidades, a terem mais paciência, para desenvolver o cuidado pelo próximo, a compaixão, a generosidade...
O Espiritismo nos esclarece que estamos num mundo de efeitos, de consequências, onde percebemos que na reencarnação encontra-se o “por que” para compreendermos o que está ocorrendo, as causas e as consequências.
Nas questões 132 e 133 de O Livro dos Espíritos, encontramos os seguintes esclarecimentos: Que Deus impõe a encarnação com o objetivo de fazer os espíritos chegarem a perfeição. Para alguns a encarnação é uma expiação, para outros é uma missão. Todavia, para alcançarem essa perfeição, devem suportar todas as vicissitudes da existência corporal; nisto é que está a expiação. (...)
Todos nós necessitamos de reencarnarmos, pois todos nós fomos criados simples e ignorantes; instruímo-nos nas lutas e nas tribulações da vida corporal. Deus, que é justo, não poderia fazer a alguns felizes, sem dificuldades e sem trabalho e, por conseguinte, sem mérito. Os espíritos que seguem o caminho do bem alcançam mais depressa o objetivo. Aliás, as dificuldades da vida, frequentemente, são consequências da imperfeição do espírito; quanto menos tenham de imperfeição, menos tem de tormentos. (...)
Estamos vivenciando um momento crucial no progresso do planeta Terra, e no nosso progresso. Esta é a encarnação que melhor nos preparamos através das outras encarnações. É a grande chance e a grande oportunidade para nos tornamos indivíduos melhores. E para esses espíritos que nasceram com o corpo físico com microcefalia é uma grande oportunidade de reajuste de dividas passadas, é uma reencanação impar para eles, mesmo que seja por breve instantes, ou pela experiência de passar por isso, ou que vivam por anos; tanto para eles como para os familiares .
Sabemos que a Terra está passando pela mudança de uma Era para outra, deixando o mundo de Provas e Expiações para o mundo de Regeneração. Tudo que estamos vivenciando seja desencarnes coletivos, seja reencarnações de resgate coletivo, é para acelerar o processo de quitação de divida do mundo em estagio de Provas e Expiações, pois não se pode chegar um novo estagio moral na Terra com as dividas e os sofrimentos atuais. Só irão ficar na Terra os espíritos que assumirem o compromisso com o bem, espíritos com a moral adequada para habitar o mundo em estagio evolutivo de Regeneração. Por isso que as dividas tem que serem pagas, e por isso que está havendo esse aceleramento para o pagamento dos débitos desses espíritos, e tudo isso acontecendo por meio da Lei de Causa e Efeito, da ação e da reação.
Assim, os débitos de vidas anteriores que tal espírito contraiu e acarretou tal deficiência, é sanado com essa atitude de encarnar com a microcefalia. Décadas atrás a incidência de casos de deficiência física era muito grande, e se apresentando de diversas formas as deficiências físicas, atualmente os espíritos estão nascendo com doenças emocionais, psíquicas, é a mente que está sofrendo atualmente. Tendo diminuído os casos de deficiência física, pois os espíritos que precisavam passar por tais circunstancias já terem quitado tal divida, contraída por erros em vidas passadas. É por isso que esta é a grande chance, quem sabe uma das ultimas chamadas para esses espíritos quitarem suas dividas e a dos seus familiares por meio da microcefalia.
Deus sempre Escreve Certo e Seu Amor e Justiça nunca falham. Temos que entender que os espíritos desses bebês, são espíritos que já viveram muitas outras vidas, com erros e acertos. Os aspectos espirituais por trás desta situação é que são espíritos que precisam passar pela experiência da microcefalia, é como se fosse um processo de cura para as dificuldades espirituais desses espíritos.
Que as mães não abortem esses bebês de forma alguma, porque se houver um caso na família de microcefalia é porque a família necessita desta experiência para desenvolver boas qualidades. Porque se haver de nascer na família um bebê com alguma deficiência física é necessidade da família e do bebê. A família tem que se doar, porque tudo tem uma razão de ser. É a Justiça Divina atuando, mesmo que não compreendemos atualmente, para que alcancemos a luz.
Que as mães, os pais e os familiares agradeçam a Deus por esta oportunidade bendita, por receber estes espíritos sofredores, que vão precisar dos seus pais, responsáveis, familiares, de todo o amor, carinho, da servidão, para se dedicarem a estes espíritos, dando condição a eles de cura para o espírito, através desta oportunidade. Quando servimos crescemos. É um crescimento mútuo, para os pais e para o filho, muitos casos podem ser resgates de dividas dos pais com os filhos de outras vidas, outros casos os bebês podem assim nascer para sensibilizar os pais e familiares, e outros podem ser a necessidade do espírito de nascer desta forma e os pais o acolhem para ajuda-lo e isto já foi estabelecido no plano reencarnatório, antes dos pais e filhos nascerem.
Que esses casos sirvam para a sociedade em geral, para sensibilizar-nos e nos voltarmos mais para o bem, para o amor, para a caridade... Uma nova era está chegando, e temos que cada dia sermos pessoas melhores. O tempo urge, e os trabalhos estão sendo acelerados. Colhemos o que plantamos isto através dos séculos, isto é a lei de causa e efeito, ação e reação. Mas, sobretudo, confiemos em Deus Pai. E nos ensinos de Mestre Jesus, pois Ele afirmou: “Das ovelhas que meu Pai me confiou, nenhuma se perderá.”
“Estamos certos de que Deus age em todas as coisas com o fim de beneficiar todos os que o amam, dos que foram chamados conforme seu plano.“ (Romanos 8:28)