quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
Pequenos grandes gestos
Em 2011, o americano Bryan Ware
levou os filhos para jantar num restaurante que oferecia giz de cera e
papel para as crianças desenharem.
Ao perguntar o que seria feito com as sobras, soube que seriam jogadas no lixo.
Aquela informação o incomodou e ele decidiu fazer algo.
Em
dois anos, idealizou e fundou uma ONG que recolhe e recicla gizes de
cera e os entrega em hospitais, para que sejam utilizados pelas crianças
internadas.
Voluntários
recolhem os gizes usados em escolas, restaurantes e residências,
separam por cor, derretem e moldam em lápis maiores, de formato
triangular, especialmente desenvolvidos para crianças pequenas e as que
possuem dificuldades motoras.
Os gizes reciclados são colocados em caixas e distribuídos aos hospitais infantis.
Desde sua fundação, a ONG produziu mais de quinze mil gizes e distribuiu mais de duas mil caixas.
Bryan
espera que as crianças internadas, que não conseguem, muitas vezes,
verbalizar o que sentem, possam se expressar por meio de desenhos e
cores.
No
Brasil, em 2014, um grupo de jovens universitários criou a Renovatio,
uma ONG que desenvolve projetos para ajudar pessoas de baixa renda.
Um
de seus maiores projetos é o ver bem, que confecciona e distribui,
gratuitamente, óculos para quem não pode pagar. A ONG contrata moradores
de rua e ex-presidiários para produzir os óculos, em parceria com uma
ONG alemã, que desenvolveu a tecnologia que barateia o processo de
fabricação.
O dinheiro para a produção dos óculos é obtido por meio de doações.
A
ONG brasileira distribuiu mais de mil e quatrocentos óculos, além de
melhorar a vida das pessoas que trabalham na linha de produção,
ofertando-lhes salário, cursos de qualificação e educação.
* * *
Muitas iniciativas simples, ao redor do mundo, contribuem para ajudar pessoas necessitadas.
Nem
sempre ficam conhecidas. Mas os efeitos de suas ações se fazem sentir
naqueles que recebem a ajuda e se multiplicam entre aqueles que os
rodeiam.
Muitos
dos beneficiados, depois que conseguem se estabilizar, tornam-se,
também, voluntários e passam a colaborar para estender o bem a outras
pessoas que necessitam.
Dessa
forma, cria-se uma corrente de pequenos gestos que cresce e se
transforma em grandes ações coletivas. Nem sempre chegam aos
noticiários, mas se espalham, inspiram, trazem alento e revertem em
alegria.
Os
responsáveis por essas iniciativas não visam lucro, nem fama, muito
menos enriquecimento. Preocupam-se em ajudar, minimizar as diferenças.
Afastando-se
de pensamentos egoístas, visam o bem coletivo e se alegram com os
resultados humanizadores que tais ações proporcionam.
São pessoas que inspiram, agregam e mobilizam outras a colaborar para a construção de um mundo melhor.
Demonstram
que para fazer o bem pode-se começar com um pequeno gesto e uma boa
ideia que contagie as pessoas, agrupando-as em torno da vontade de
ajudar.
Dessa forma, mostram que qualquer um pode contribuir para fazer a diferença no mundo.
fonte: Jornalmundomaior@hotmail.com
Reflexões sobre a vida física e a causalidade
Raphael Reys
A vida só será entendida como dádiva e plenitude conferida.
As respostas sempre estão na nossa própria consciência. Como filhos das estrelas, no nosso íntimo estão guardados todos os conhecimentos universais.
Experiências vividas ao longo da rota evolutiva, que eternidade, tudo registra.
A razão é passional e criada por nossos desejos. Sem sentido para avaliarmos os propósitos da vida e da evolução. Palco de manifestações de formas, ilusão, fractais. Atômicos e vibráteis, que enganam os nossos sentidos objetivos.
A solidez é uma charada!
A verdadeira ação ocorre primeira no mundo espiritual, cabendo ao mundo físico dela somente um reflexo.
Habitamos corpos físicos em uma vida física, para que se cumpra à vontade Suprema.
O pensador Novalis chegou a afirmar que:
A vida é uma doença do espírito.
Refere-se às dificuldades quase intransponíveis que a nossa consciência encontra, ao tentar definir, os propósitos da vida. Quando observada a luz do insatisfatório e pessoal conhecimento objetivo.
Borges chegou a observar que:
Todos os fatos que podem ocorrer a um homem, desde o instante do seu nascimento até o de sua morte, foram prefixados por ele.
Uma clara alusão de que o nosso destino foi de alguma forma, traçado pela nossa consciência e livre arbítrio.
Deus é inocente.
É a teoria da imortalidade da alma, do livre arbítrio total do homem e das reminiscências do inconsciente. Por ter um espírito imortal, o homem, quando trazido à vida física, o é em missão e tudo o que lhe acontece foi por ele mesmo projetado. Com a permissão Superior.
E somente a ele compete julgar e avaliar a si mesmo, já que, como criação é parte integrante do todo.
O Espírito é uma centelha fragmentada do seio do Eterno e que ao se revestir de uma alma e um corpo físico cumpre uma missão. Assim são os diversos caminhos projetados para que neles ocorram as adaptabilidades e a instrumentalidade
fonte:;http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/reflexoes-53893/?PHPSESSID=cba8b94a4d7cfd6809721a1d7d4964af#.VntOAE_dgqI
A vida só será entendida como dádiva e plenitude conferida.
As respostas sempre estão na nossa própria consciência. Como filhos das estrelas, no nosso íntimo estão guardados todos os conhecimentos universais.
Experiências vividas ao longo da rota evolutiva, que eternidade, tudo registra.
A razão é passional e criada por nossos desejos. Sem sentido para avaliarmos os propósitos da vida e da evolução. Palco de manifestações de formas, ilusão, fractais. Atômicos e vibráteis, que enganam os nossos sentidos objetivos.
A solidez é uma charada!
A verdadeira ação ocorre primeira no mundo espiritual, cabendo ao mundo físico dela somente um reflexo.
Habitamos corpos físicos em uma vida física, para que se cumpra à vontade Suprema.
O pensador Novalis chegou a afirmar que:
A vida é uma doença do espírito.
Refere-se às dificuldades quase intransponíveis que a nossa consciência encontra, ao tentar definir, os propósitos da vida. Quando observada a luz do insatisfatório e pessoal conhecimento objetivo.
Borges chegou a observar que:
Todos os fatos que podem ocorrer a um homem, desde o instante do seu nascimento até o de sua morte, foram prefixados por ele.
Uma clara alusão de que o nosso destino foi de alguma forma, traçado pela nossa consciência e livre arbítrio.
Deus é inocente.
É a teoria da imortalidade da alma, do livre arbítrio total do homem e das reminiscências do inconsciente. Por ter um espírito imortal, o homem, quando trazido à vida física, o é em missão e tudo o que lhe acontece foi por ele mesmo projetado. Com a permissão Superior.
E somente a ele compete julgar e avaliar a si mesmo, já que, como criação é parte integrante do todo.
O Espírito é uma centelha fragmentada do seio do Eterno e que ao se revestir de uma alma e um corpo físico cumpre uma missão. Assim são os diversos caminhos projetados para que neles ocorram as adaptabilidades e a instrumentalidade
fonte:;http://www.forumespirita.net/fe/outras-doutrinas-espiritualistas/reflexoes-53893/?PHPSESSID=cba8b94a4d7cfd6809721a1d7d4964af#.VntOAE_dgqI
Carta aos Cristãos modernos.
Recorrendo à
sabedoria de Paulo,em suas memoráveis Epístolas, que disseminaram e
preservam o pensamento sublime de Jesus, é perfeitamente saudável que
repitamos a conduta do Apóstolo dos Gentios, ante
as dificuldades e os desafios nos dias atuais.
"Queridas irmãs e queridos irmãos em Cristo.
Que permaneça em vossa mente e em vosso coração, a paz que deflui da consciência tranquila,
como efeito da conduta reta e dos pensamentos dignos".
A sociedade atual, vive momentos graves na historia do seu processo evolutivo.
A decadência de um povo, tem início na degradação do seu governo, das suas autoridades.
Apesar da situação afligente e
ameaçadora, correm os ventos da esperança e da alegria, soprados pelos
mensageiros da imortalidade, que se encontram vigilantes, trabalhando os
espíritos lúcidos, para que assumam as suas responsabilidades
e laborem em favor dos melhores dias do porvir, que podem ser
alcançados.
Reconstruir a cultura dentro dos
padrões morais saudáveis, aplicando os recursos valiosos já
conquistados, em benefício da sociedade, em vez dos grupos econômicos
que exploram e exaurem o povo, constitui compromisso inadiável.
No ardor dos testemunhos e das
provações, é indispensável manter-se a alegria de viver, demonstrando
que o tributo da justiça, aos que são aplicados e ricos de amor, é a paz
da consciência que se enfloresce de júbilos.
Sede fiéis ao compromisso assumido
desde antes do berço, e levai-o adiante em hinos de louvor e de ação,
como nos primeiros dias do martirológio que ficaram no passado.
Nunca temais aqueles que somente alcançam o corpo e nada podem fazer ao espírito.
Jesus seguirá convosco, e em todos os momentos, senti-lo-eis.
Que ele vos abençoe e vos guarde em sua paz.
(Joanna de Ângelis, no livro: Entrega-te a Deus)
À todos os nossos amigos e
irmãos, os nossos mais sinceros votos de um Feliz Natal, e um Ano novo
repleto das bençãos do Meigo Nazareno.
fonte : Jornal_mundomaior@hotmail.com
domingo, 20 de dezembro de 2015
Perante o Mundo

"Não se turbe o vosso coração. Credes em Deus,
crede também em mim." - JESUS - JOAO, 14:
"A casa do Pai é o Universo. As diferentes moradas São os Mundos que circulam no espaço infinito e oferecem aos Espíritos que neles encarnam, moradas correspondentes ao adiantamento dos mesmos Espíritos."Cap. 111, 2.
Clamas que não encontraste a felicidade no mundo, quando o mundo, - bendita universidade do espírito, dilapidada, por inúmeras gerações, te inclui entre aqueles de quem espera cooperação para construir a própria felicidade.
Quando atingiste o diminuto porto do berço, com a fadiga da ave que tomba inerme, depois de haver planado longo tempo, sobre mares enormes, conquanto chorasses, argamassavas com teus vagidos, a alegria. e a esperança dos pais que te acolhiam, entusiasmados e jubilosos, para seres em casa o esteio da segurança.
Alcançaste o verde refúgio da meninice embora mostrasses a inconsciência afável da infância, foste para os mestres que te afagaram na escola a promessa viva de luz e realização que lhes emblemava o porvir. Chegaste ao róseo distrito da juventude e apesar da inexperiência em que se te esfloravam todos os sonhos, os dirigentes de serviço, na profissão que abraçaste, contavam contigo para dignificar o trabalho e clarear os caminhos.
Constituíste o lar próprio e, não obstante tateasses os domínios da responsabilidade, em meio de flores e aspirações, espíritos, afeiçoados e amigos te aguardavam generoso concurso para se corporificarem, na condição de teus filhos, através da reencarnação.
Penetraste os círculos da fé renovadora que te honra os anseios de perfeição espiritual e se bem que externasses imediata necessidade de esclarecimento e socorro, companheiros de ideal saudaram-te a presença, na certeza de teu apoio ao levantamento das iniciativas mais nobres.
Casa que habitas, campo que lavras, plano que arquitetas e obras que edificas solicitam-te paz e trabalho. Amigos que te ouvem rogam-te bom amimo.
Doentes que te buscam suspiram por melhoras.
Criaturas que te rodeiam pedem-te amparo e compreensão para que lhes acrescentes a coragem.
Cousas que te cercam requisitam-te proteção e entendimento para que se lhes aprimore o dom de servir. Tudo é ansiosa expectativa, ao redor de teus passos.
Não maldigais a Terra que te abençoa.
Afirmas que esperas, em vão, pelo auxílio do mundo...
Entretanto é o mundo que espera confiantemente por ti.
(Francisco Cândido Xavier por Emmanuel. In: Livro da Esperança)
fonte: WWW.ADDE.COM.BR
A PRECE
A oração não será um processo de fuga do caminho que nos cabe percorrer, mas constituirá uma abençoada luz em nossas mãos, clareando-nos a marcha.
Não representará uma porta de escape ao sofrimento regenerativo de que ainda carecemos, mas expressará um bordão de arrimo, com o auxílio do qual superamos a ventania da adversidade, no rumo da bonança.
Não será um privilégio que nos exonere da enfermidade retificadora, ambientada em nosso próprio templo orgânico pela nossa incúria e pela nossa irreflexão, no abuso dos bens do mundo, entretanto, comparecerá por remédio balsamizante e salutar, que nos renove as energias, em favor de nossa cura.
Não será uma prerrogativa indébita que nos isente da luta humana, imprescindível ao nosso aperfeiçoamento individual, todavia, brilhará em nossa experiência por sublime posto de reabastecimento espiritual, susceptível de garantir-nos a resistência e o valor na tarefa de renunciação e sacrifício em que nos cabe perseverar.
Não será uma outorga de recursos para que os nossos caprichos pessoais sejam atendidos, no jardim de nossas predileções afetivas, contudo, será uma dispensação de forças para que possamos tolerar galhardamente as situações mais difíceis, diante daqueles que nos desagradam, em sociedade ou em família, ajudando-nos, pouco a pouco, a edificar o santuário da verdadeira fraternidade, no próprio coração, em cujos altares amealharemos o tesouro da paz e do discernimento.
Ainda mesmo que te encontres no labirinto quase inextrincável das provações inflexíveis, ainda mesmo que a tua jornada se alongue sob o granizo da discórdia e da incompreensão, em plena sombra, cultiva a prece, com a mesma persistência a que te induzas na procura da água para a sede e do pão para a fome do corpo.
Na dor, ser-te-á divino consolo, na perturbação constituirá tua bússola.
Não olvides que a permanência na Terra é uma simples viagem educativa de nossa alma, no espaço e no tempo, e não te esqueças de que somente pela oração, descobriremos, cada dia, o rumo que nos conduzirá de retorno aos braços amorosos de Deus.
(Francisco Cândido Xavier/Emmanuel. Em: À luz da oração)
CAROLINA E AGENOR
– Não posso mais! Estou resolvida!
– Não diga isso. Fique mais calma. Somos espíritas e... – Não, Agenor! Não quero mais filhos. Nem esse e nem a possibilidade de outros. Estou decidida. – Se houvesse realmente necessidade... Mas você está forte, robusta... Isso é meiamorte. Pense bem. Olhe o “deixai vir a mim os pequeninos!...” – Não. É muita gente que faz isso, por que não posso fazer? Vou agora ao hospital tratar de meu caso... Estou resolvida. Assim falando, Carolina ralhou com os três filhos pequenos e deixou a casa, nervosa, acompanhada de Agenor. II – Quero falar com o doutor. Ele está? – Minha senhora, ele está operando agora. Não deve demorar muito, nisso, um senhor ao lado pergunta: – Quem está ele operando? É uma senhora loura? E o porteiro, respeitoso, respondeu em voz baixa : – Não, meu senhor. É uma senhora que acaba de chegar perdendo muito sangue. É alguma coisa de aborto. Está passando muito mal. Agenor olhou significativamente para Carolina... III – A senhora loura é sua parenta? – pergunta Carolina, ao vizinho da poltrona. – Sim. É minha tia. – De que se vai operar? – Ela, minha senhora, desde que perdeu o último filho, está perturbada. Vão fazer uma operação na cabeça dela, para ver se melhora o gênio. Agenor voltou a olhar expressivamente para Carolina... IV Eis que passam dois homens em avental branco, e Carolina, atenta ao movimento em torno, na expectativa de falar ao facultativo, ouviu, de relance: – As cifras estatísticas de câncer uterino são avultadas – disse um. E aqui, na região, a incidência é grande": –pergunta o outro. - Muitíssimo. Basta ver que a enfermaria feminina, sempre está com três a quatro casos... Agenor, ainda uma vez, olhou incisivamente para Carolina... V Carolina levanta-se, resoluta. Agenor segue. Vão transpondo a porta principal da casa de saúde, quando o solicito porteiro inquire: – Não vai esperar, minha senhora? – Não, meu amigo. O doutor está demorando. Preciso cuidar das crianças. Obrigada. Até logo. – Então, Calu, em que ficamos? – pergunta Agenor, ao descer a rampa do hospital. E Carolina responde: – Não, Agenor, dos males o menor. Fico assim mesmo... |
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pelo Espírito Hilário Silva - Do livro: Almas em Desfile, Médium: Francisco Cândido Xavier.
fonte: www.caminhosluz.com.br
Centro Espírita Caminhos de Luz-Pedreira-SP-Brasil
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Vida Eterna e Perfeição
Nós
somos como quem sobe uma serra íngreme, pedregosa, juncada de abrolhos,
mas que nas alturas, nos cimos em vasta planície a vida é suave, o ar é
puro e infindos horizontes deleitam o observador munido de instrumentos
que desvendam campinas em flores, metrópoles artísticas e populosas; de
uma banda matas frondosas; outro lado, mares azulinos e esverdeados em
que se destacam cidades flutuantes e cortados de embarcações que
cruzam-se e recruzam-se num comércio febricitante e progressivo.
Nós somos como o astrônomo, ao iniciar os seus estudos, que trabalha para adquirir um certo grau de perfeição, constrói com dificuldade o seu observatório dotando-o dos instrumentos precisos para medir e pesar os astros, avaliar as distâncias e pesquisar no oceano etéreo os sóis, os planetas, os cometas, e depois da obra feita se extasia ante os esplendores celestes.
Nós somos um mundo que surgidos do caos, mas em movimento contínuo, aquecidos pelo Sol, banhados pelas chuvas, exalando o bafo cálido que nos vem das entranhas, ora recolhendo-nos ao frio tiritante que nos oprime, vamos nos consolidando através de sucessivos tremores, formando à custa de contínuas evoluções e nos apresentamos todos os dias em modelações mais perfeitas e de valor positivo para os meios em que nos achamos.
Somos como a semente de mostarda que, lançada em terra num dolente anseio, morre e desabrocha com verde haste trêmula aos primeiros lampejos da luz, mas afirma-se e cresce dia e noite tornando-se a maior das hortaliças que chega a abrigar em seus braços cobertos de folhas os pássaros do céu.
Fomos o mínimo, mas seremos o maximum; fomos pequenos, mas seremos grandes; saímos da Terra, mas seremos dos céus.
No fragor das lutas, nos embates consecutivos das vidas, no alvoroço contínuo dos choques, na sucessividade das quedas e levantes, das fadigas e fortalecimentos, das enfermidades e saúdes, das tristezas e alegrias, das mortes e ressurreições, o Espírito nasce, cresce e desenvolve-se; como a árvore enraíza e estende seus ramos em frutos, ele se afirma e salienta-se na Estrada da Vida pela luz do seu Saber, pelos afetos do seu Amor, para nunca mais extinguir-se e sempre viver congregando em torno de si uma família, uma sociedade, um mundo de almas que, como imensa colméia, trabalha pelo desenvolvimento e bem estar da coletividade na obra imensa do Universo Infinito.
Tal é a Vida, tal é o Espírito, tais são os providenciais desígnios que o Supremo Senhor decretou ao criar a Vida e as Almas, entregando-lhes este campo de ação, onde se desenvolvem para os altos cometimentos, a fim de servirem de executores de suas leis, mensageiros dedicados de seus beneplácitos, de sua clemência, de sua inexprimível Caridade.
Vida, Progresso e Amor, eis os brasões do Universo, cujas irradiações se estendem a todas as criaturas, fazendo-as nascer, crescer e crescer sempre para não mais se extinguirem.
Tal é a Lei: Vida Eterna e Perfeição.
Nós somos como o astrônomo, ao iniciar os seus estudos, que trabalha para adquirir um certo grau de perfeição, constrói com dificuldade o seu observatório dotando-o dos instrumentos precisos para medir e pesar os astros, avaliar as distâncias e pesquisar no oceano etéreo os sóis, os planetas, os cometas, e depois da obra feita se extasia ante os esplendores celestes.
Nós somos um mundo que surgidos do caos, mas em movimento contínuo, aquecidos pelo Sol, banhados pelas chuvas, exalando o bafo cálido que nos vem das entranhas, ora recolhendo-nos ao frio tiritante que nos oprime, vamos nos consolidando através de sucessivos tremores, formando à custa de contínuas evoluções e nos apresentamos todos os dias em modelações mais perfeitas e de valor positivo para os meios em que nos achamos.
Somos como a semente de mostarda que, lançada em terra num dolente anseio, morre e desabrocha com verde haste trêmula aos primeiros lampejos da luz, mas afirma-se e cresce dia e noite tornando-se a maior das hortaliças que chega a abrigar em seus braços cobertos de folhas os pássaros do céu.
Fomos o mínimo, mas seremos o maximum; fomos pequenos, mas seremos grandes; saímos da Terra, mas seremos dos céus.
No fragor das lutas, nos embates consecutivos das vidas, no alvoroço contínuo dos choques, na sucessividade das quedas e levantes, das fadigas e fortalecimentos, das enfermidades e saúdes, das tristezas e alegrias, das mortes e ressurreições, o Espírito nasce, cresce e desenvolve-se; como a árvore enraíza e estende seus ramos em frutos, ele se afirma e salienta-se na Estrada da Vida pela luz do seu Saber, pelos afetos do seu Amor, para nunca mais extinguir-se e sempre viver congregando em torno de si uma família, uma sociedade, um mundo de almas que, como imensa colméia, trabalha pelo desenvolvimento e bem estar da coletividade na obra imensa do Universo Infinito.
Tal é a Vida, tal é o Espírito, tais são os providenciais desígnios que o Supremo Senhor decretou ao criar a Vida e as Almas, entregando-lhes este campo de ação, onde se desenvolvem para os altos cometimentos, a fim de servirem de executores de suas leis, mensageiros dedicados de seus beneplácitos, de sua clemência, de sua inexprimível Caridade.
Vida, Progresso e Amor, eis os brasões do Universo, cujas irradiações se estendem a todas as criaturas, fazendo-as nascer, crescer e crescer sempre para não mais se extinguirem.
Tal é a Lei: Vida Eterna e Perfeição.
por Cairbar Schutel
Artigo publicado no jornal O Clarim, em 17 de setembro de 1927.
Artigo publicado no jornal O Clarim, em 17 de setembro de 1927.
Faça seu tempo feliz
Se você caminha pelas estradas terrenas,
cotidianamente, percebe o quanto costumam ser negativas, pessimistas ou
depressivas as expressões da vida de cada um.
As falas diversas dos seus interlocutores, se é que você mesmo não se enquadra nesse rol de negativas e de negatividades.
Jamais, ou poucas vezes, acha-se alguém com entusiasmo pela existência, expressando tal entusiasmo.
Poucos bendizem as horas no corpo físico, com todos os seus acontecimentos a facultar crescimento amplo ou diminuto.
Abrem-se os comentários da vida, habitualmente, pelas afirmativas de que as coisas em torno estão muito ruins, quando menos, diz-se que as coisas estão mais ou menos.
É de costume a pessoa lamentar-se pelos familiares que não são carinhosos, que não são atenciosos, que não são dedicados.
De outro modo, fala-se que estão doentes, que são doentes, que são maus.
Vêem-se as conjunturas políticas e sociais do mundo com tamanho pessimismo, que costuma-se asseverar que “não há mais jeito”; “que tudo vai de mal a pior”; “nesse campo ninguém presta”.
Os amigos são para esses negativos, verdadeiros traidores, que não merecem a sua amizade; comenta-se que, em toda parte, o mal vai tomando dianteira.
Se o assunto é vício, drogas etc. Ouvem-se falas como “ninguém escapa”; “todo mundo usa”; “é uma calamidade”.
O trabalho profissional é chato, cansativo, expiatório, e, então, para que trabalhar?
Todavia, vale a pena meditar um pouco sobre tudo isso.
Pare um pouco e pense sobre a sua vida, seus objetivos.
Melhore o nível psíquico do seu dia-a-dia. Você não precisa ser deficiente intelectual diante dos fatos do mundo.
Porém, mesmo sabendo das coisas equivocadas que se passam no mundo a sua volta, procure extrair o melhor de cada dia.
Tente observar as coisas boas, bonitas, formosas que estão acontecendo ao seu derredor.
Você pode atrair bênção ou tormentos, luz ou sombra, tristeza ou alegria. Só depende da sua própria disposição.
Aprenda a extrair o que há de melhor na terra, ao redor dos seus passos.
Busque fazer o seu dia brilhante, feliz, inaugurando, onde se move, o regime de otimismo, de alegrias.
Trabalhe de tal maneira que a sua sensibilidade seja passada a todas as pessoas que estão ao seu redor.
Entusiasme-se com a sua saúde e a dos seus.
Sorria, a cada manhã, com o passeio do sol nas avenidas azuis do céu...
Agradeça ao Senhor supremo pela família, pela saúde, pelas chances de estudar, de trabalhar, sem maiores problemas.
Erga a sua oração ao Criador e, sintonizando nas faixas felizes do bem, transforme a sua existência no mundo físico num campo de muito boas realizações.
Faça do seu dia um dia venturoso, realizando a sua parte para que todo o mundo melhore, se aprimore, com um pouco do seu esforço.
Pense nisso!
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em mensagem do Espírito Joanes, psicografada pelo médium J. Raul Teixeira, em 15/03/2000, na Sociedade Espírita Fraternidade, Niterói - RJ.
fonte: WWW.ADDE.COM.BR
As falas diversas dos seus interlocutores, se é que você mesmo não se enquadra nesse rol de negativas e de negatividades.
Jamais, ou poucas vezes, acha-se alguém com entusiasmo pela existência, expressando tal entusiasmo.
Poucos bendizem as horas no corpo físico, com todos os seus acontecimentos a facultar crescimento amplo ou diminuto.
Abrem-se os comentários da vida, habitualmente, pelas afirmativas de que as coisas em torno estão muito ruins, quando menos, diz-se que as coisas estão mais ou menos.
É de costume a pessoa lamentar-se pelos familiares que não são carinhosos, que não são atenciosos, que não são dedicados.
De outro modo, fala-se que estão doentes, que são doentes, que são maus.
Vêem-se as conjunturas políticas e sociais do mundo com tamanho pessimismo, que costuma-se asseverar que “não há mais jeito”; “que tudo vai de mal a pior”; “nesse campo ninguém presta”.
Os amigos são para esses negativos, verdadeiros traidores, que não merecem a sua amizade; comenta-se que, em toda parte, o mal vai tomando dianteira.
Se o assunto é vício, drogas etc. Ouvem-se falas como “ninguém escapa”; “todo mundo usa”; “é uma calamidade”.
O trabalho profissional é chato, cansativo, expiatório, e, então, para que trabalhar?
Todavia, vale a pena meditar um pouco sobre tudo isso.
Pare um pouco e pense sobre a sua vida, seus objetivos.
Melhore o nível psíquico do seu dia-a-dia. Você não precisa ser deficiente intelectual diante dos fatos do mundo.
Porém, mesmo sabendo das coisas equivocadas que se passam no mundo a sua volta, procure extrair o melhor de cada dia.
Tente observar as coisas boas, bonitas, formosas que estão acontecendo ao seu derredor.
Você pode atrair bênção ou tormentos, luz ou sombra, tristeza ou alegria. Só depende da sua própria disposição.
Aprenda a extrair o que há de melhor na terra, ao redor dos seus passos.
Busque fazer o seu dia brilhante, feliz, inaugurando, onde se move, o regime de otimismo, de alegrias.
Trabalhe de tal maneira que a sua sensibilidade seja passada a todas as pessoas que estão ao seu redor.
Entusiasme-se com a sua saúde e a dos seus.
Sorria, a cada manhã, com o passeio do sol nas avenidas azuis do céu...
Agradeça ao Senhor supremo pela família, pela saúde, pelas chances de estudar, de trabalhar, sem maiores problemas.
Erga a sua oração ao Criador e, sintonizando nas faixas felizes do bem, transforme a sua existência no mundo físico num campo de muito boas realizações.
Faça do seu dia um dia venturoso, realizando a sua parte para que todo o mundo melhore, se aprimore, com um pouco do seu esforço.
Pense nisso!
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em mensagem do Espírito Joanes, psicografada pelo médium J. Raul Teixeira, em 15/03/2000, na Sociedade Espírita Fraternidade, Niterói - RJ.
fonte: WWW.ADDE.COM.BR
Vamos cultivar a alegria?
Não será pelo fato de viver num mundo marcado por provações imensas que cortaremos relações com a alegria.
Não
será porque passamos por situações difíceis, que nos dão ensejo de
restabelecer nosso equilíbrio perante as Leis Supremas da vida, que
cultivaremos a tristeza ou o negativismo.
Cada
vez que procuramos justificar nossas atitudes infelizes, nossos
comportamentos enfermiços, negativos, lamentáveis, alegando que vivemos
num mundo inferior, jogando a culpa no meio que nos rodeia, estaremos
culpando as Leis de Deus pelas desarmonias que nós insistimos em manter à
nossa volta, sem coragem de fazer com que melhorem.
Se
observarmos com atenção, veremos que ao lado da nossa dificuldade, Deus
sempre nos apresenta caminhos de soluções e apoios, e entenderemos que
temos motivos de sobra para cultivar as sementes da alegria que o
Criador depositou em todos nós.
Se
porventura nos chocamos com cenas patéticas ou com palavras ásperas que
alguém nos dirige, meditemos que, muito antes de chorar e sofrer por
causa da decepção, temos bons olhos e ouvidos que nos dão a honra de
poder ver e ouvir tudo o que se passa à nossa volta.
Se
a enfermidade nos prende ao leito por algum tempo, impedindo que
façamos o que gostaríamos de fazer, alegremo-nos porque, apesar de
momentaneamente impedidos, podemos pensar e encontrar na nossa lucidez a
chance de planejar o futuro, elaborando novos recursos, novos rumos na
busca da cura verdadeira.
Se
vivemos a tortura de filhos ingratos ou irresponsáveis, ou de afetos
presos a vícios perturbadores, meditemos na oportunidade que Deus nos
concedeu de amá-los, de socorrê-los até os limites das nossas forças,
liberando-nos de sérios compromissos fixados no passado.
Pensemos,
ainda, que essas almas são nossos filhos ou parentes somente pelos
laços carnais, fazendo maior ou menor sintonia conosco desde o ontem,
mais ou menos distante.
Contudo,
todos são filhos de Deus como nós mesmos o somos. E, embora nos caiba
orientá-los, aconselhá-los, exemplificar o bem para que o vejam, somente
ao Pai Criador cabe o juízo quanto às realidades de cada um dos Seus
filhos.
Em última análise, só poderemos fazer em favor dos afetos queridos aquilo que eles se permitam receber de nós.
Se
alguém não nos cumprimentou como gostaríamos, não percamos o espírito
desportivo, e pensemos que a pessoa pode não nos ter visto e que, por
outro lado, cada pessoa carrega suas enfermidades, seus problemas, havendo dias melhores e dias piores em suas vidas.
E alegremo-nos por exercitar o entendimento fraterno a respeito dos outros.
Se alguém nos calunia ou nos dirige palavras àsperas, não percamos nosso precioso tempo em vinganças ou em sofrimentos.
Pensemos que chegará o tempo de todos os acertos, sob o olhar do Criador, e cultivemos a alegria.
A alegria é um estado íntimo de integração consciente com as fontes Divinas de energias.
Alegrar-se é procurar cumprir cada compromisso para com a existência com boa disposição e com entusiasmo.
Seja
na família ou nos círculos das amizades, seja na área profissional ou
conosco mesmos, empenhemo-nos no desenvolvimento da alegria, superando
com vontade firme todas as lutas, todas as dificuldades com que nos
deparemos na caminhada terrena.
* * *
Cultiva
a alegria, que independe das coisas de fora, mas que nasce na fonte
cantante e abençoada do solo do coração e verte linfa abundante como rio
de paz, por todos os dias até a hora da libertação - começo feliz da
via por onde seguirás na busca da ventura plena.
do livro Para uso diário, pelo Espírito Joanes,
psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.
Em 19.07.2010.
fonte: WWW.ADDE.COM.BR