Kardec e o auto conhecimento
Complicado andar por terras estranhas, em uma viagem onde falta
conhecimento do caminho a seguir. Quando isso ocorre as chances de erro
são grandes. Imprescindível, portanto, se munir de todas as condições
para que essa viagem transcorra da melhor forma possível.
A viagem que nos referimos aqui é o retorno do Espírito ao mundo da matéria, pelas portas sagradas da reencarnação.
Mas e o planejamento? Não planejamos essa viagem de retorno ao mundo
físico? Se planejamos, não será algo tão estranho, afinal, é como se
relembrássemos os caminhos a percorrer, basta seguir o planejado e não
nos perderemos.
Sim, é verdade, se seguirmos o planejamento elaborado, procurando
cumpri-lo, tudo é mais fácil, contudo, todo planejamento está sujeito à
mudança de rumo, porquanto, depende de nossas escolhas.
Podemos seguir o que foi planejado no plano dos Espíritos, como podemos,
entorpecidos pelos sentidos da carne, adentrarmos outros caminhos.
Então, como lograr êxito em nossa jornada terrena se não cumprimos o que
nos foi traçado outrora, no plano espiritual? Afinal, se optamos por
outros caminhos que não os estudados e planejados, nossas chances de
sucesso ficam mais difíceis.
Sim, podem até ficar mais difíceis, mas não impossíveis, a saída do que foi planejado não quer dizer fracasso existencial.
Entretanto, há em toda essa história um ingrediente que faz a diferença em nosso favor: o auto conhecimento!
Auto conhecimento que está explícito na codificação da Doutrina
Espírita, mais precisamente na questão de nº 919, de “O livro dos
Espíritos”, onde os benfeitores indicam o auto conhecimento como
condição essencial para o sucesso nos palcos da vida.
Quem exercita o auto conhecimento sabe as virtudes que possui e
limitações a superar. E diga-se de passagem, conhecer as virtudes não
quer dizer ser prepotente, mas sim saber as conquistas efetuadas, ou
alguém duvida que temos muitas conquistas?
Sim, temos muitas virtudes, muitas habilidades que desenvolvemos ao
longo de nossas existências. O grande problema é que muitos consideram
que saber da existência dessas virtudes é se vangloriar.
Nada disso, isso é se auto conhecer, saber o que já foi conquistado. O
que não pode é descambar aos excessos e idolatrar a própria figura, ou
utilizar as conquistas efetuadas no campo da cultura, por exemplo, para
constranger o semelhante, ai é outra história.
Quem se considera professor da vida, ser efetivamente pronto a ocupar
digníssimo lugar ao lado do PAI, entra em marco passo existencial
deixando de avançar pela simples razão de se considerar pronto. Somos
todos seres em constante construção, inseridos em um incessante processo
de aquilatar virtudes e superar limitações, contudo, é necessário
conhecer as virtudes que faltam conquistar e as mazelas que se deve
depurar.
É ilustrativo o caso do alcoolismo, uma doença que só é vencida quando o
alcoólatra toma ciência de sua condição. Precisa o alcoólatra primeiro
admitir que está doente, para depois vencer o vício. Enquanto o
alcoólatra tenta se enganar, considerando que nada tem, persistirá
doente por um simples motivo: ignorância!
Esse exemplo apenas demonstra a necessidade constante que temos de
cultivar o auto conhecimento, nos estudando permanentemente para que não
fiquemos a mercê de nossas mazelas.
E no quesito auto conhecimento, vale a pela lembrar Kardec, porquanto,
se auto conhecia e sabia das virtudes que possuía, como também tinha
plena ciência de que não era o único capaz de desempenhar o trabalho de
organização da Doutrina Espírita.
E demonstra isso de maneira objetiva e segura, sem ares de superioridade
que caracteriza o ser prepotente. Nos diz em “Obras Póstumas”,
referindo-se a caridade: (…) “Certamente não me cabe fazer o inventário
do bem que pude fazer; mas, num momento em que parece tudo esquecer-se,
é-me muito permitido, creio, chamar à minha lembrança que a minha
consciência me diz que não fiz mal a ninguém, que fiz todo o bem que
pude, e isso o repito sem ostentação; sob esse aspecto, a minha
consciência está tranqüila”(…)
E na mesma obra acima citada, extraímos outra prova de auto conhecimento
que possuía o codificador, que não se considerava insubstituível,
deixando explícito que uma obra gigantesca como o Espiritismo, não fica
subordinada à apenas um homem, prova cabal da magnitude divina: (…) “Não
tenho a pretensão de ser o único ser indispensável; que Deus é muito
sábio para fazer repousar o futuro de uma doutrina, que deve regenerar o
mundo, sobre a vida de um homem; que, aliás, sempre me foi dito que a
minha tarefa era constituir a Doutrina, e que me será dado o tempo
necessário”(…)
Na família, na sociedade, no trabalho e nas atividades voluntárias que
desempenhamos, somos todos importantes, contudo, não insubstituíveis.
Ter consciência da condição de eternos alunos da vida é o segredo para
que não estagnemos na prepotência, nem nos afundemos nas obscuras águas
da falta de confiança em nós mesmos. Todos temos virtudes, é importante
saber disso. Todos temos limitações, e é mais importante ainda não
ignorá-las, para que cumpramos fielmente os desígnios do criador, que
almeja a todos um futuro promissor.
Pensemos nisso.
Site: Espiritismo
fonte: http://blog.forumespirita.net/2012/09/14/kardec-e-o-auto-conhecimento/
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Inesquecíveis benfeitores
“Acima de tudo (…) esteja o amor, que é o vínculo da perfeição.”
Paulo, Cl. 3:14. Há pessoas que passaram por nossa vida, sem jamais dela se afastarem, graças a Deus!
A generosidade e a doação constantes com que agiram são marcas discretas, mas indeléveis, eis que o correr dos anos mais acentua sua presença em nossas lembranças. São as marcas deixadas pelo amor, o laço da perfeição.
*
Não há como falar de José, sem mencionar Maria. Junto do homem de voz rouquenha e bondade sem par, lá estava ela, a santa mulher.
Sempre receptivos, amáveis, cordiais. Daquela cordialidade sincera que nos deixa à vontade. Prontos a ouvir e a ajudar. Sobretudo a ajudar. Suas mãos, sempre estendidas, doaram ilimitadamente.
A pureza de seus propósitos, de suas almas generosas, estampava-se-lhes nos olhares de bondade, em seus gestos de ternura.
No lar acolhiam conterrâneos, familiares ou não, que vinham à Capital à procura de médicos ou de outras providências. Era o bom José a encaminhar, a orientar, a ouvir, a doar-se. E era a boa Maria – as mãos sempre no trabalho, o sorriso nos lábios, o olhar bondoso sobre os óculos da costura, a mão na massa do biscoito saboroso! – a servir, a amar, com humildade. Nas faces, a bondade e o riso mais puro, delicado.
Nos idos de 1960, órfão de pai, acolheram-me em seu lar, por alguns meses. Trataram-me como a um filho. Amaram-me e me compreenderam. Além dos corações abertos, o copo de leite quente, o biscoito, o bolo e a boa palavra, amiga, a encorajar, a estimular. Com sua ternura, adubaram-me o coração em momentos cruciais da vida, dando-me alento à alma, adolescente ainda.
Às vezes, doía-lhes o próprio coração, pelas lutas da vida, mas não repassavam aos demais suas dores mais íntimas. Nem por isso deixavam de sorrir, de servir e de amar. Calavam suas dores, lenindo dores menores.
Jamais lhes percebi qualquer dissimulação ou impaciência.
A sinceridade de seus corações dava-lhes aura de paz, de amor, que os envolvia e se estendia aos demais, a todos contagiando, pacificando, encorajando, transmitindo otimismo e confiança em Deus e na vida!
Ele, embora generoso, se foi em maio de 1964, apartando-se fisicamente de nós.
Ela, contudo, doou-se aos familiares e aos amigos até abril de 1995. Em agosto desse ano, faria 86 anos, pois nasceu em 1909. Partiu suavemente, depois de cumprir, além do dever, a própria missão.
Amou a todos que dela se aproximaram, pessoas e animais. Era de ver como tratava seu cão, seu papagaio e seus gatos. Hospitalizava-os amiúde, condoída de seus penares. Em tudo deixou a marca de sua ternura, de seu sorriso franco, espontâneo.
Ao partir, sua filha escreveu:
“Mater mea
Maria, Esposa de José.
Maria Perdão.
Maria, mamãe Maria.
Maria Sapiência.
Maria, vovó Maria.
Maria Bondade.
Maria, Dona Maria.
Maria Exemplo.
Maria, linda Maria.
Maria Renúncia.
Maria, Pura Maria.
Maria Eternidade.”
E digo mais: poderíamos acrescentar ao seu nome quantos adjetivos bons existam!
Maria Alegria. Maria Humildade. Maria Amor. Maria Ternura. Maria Esperança. Maria Fé. Maria Paciência. Maria Perseverança. Maria Compreensão. Maria Simplicidade. Maria Brandura. Maria Meiguice. Maria Santidade. Maria Beleza, pois, em seus traços, que o tempo não desfigurou, percebíamos que foi jovem belíssima, quando então cantava no coro da Igreja, com sua voz maviosa.
Maria e José Honradez e Trabalho. Maria e José Nobreza e Amizade.
Agora, no meu coração e nos corações daqueles que os amam, viraram José e Maria Saudades.
Onde quer que se encontrem, possam ouvir nossa sincera gratidão, nossa prece de amor, nosso “Deus lhes pague”, nossas lágrimas de doce saudade! E – quem sabe? – nosso até breve!
Mirando em seus exemplos, que possamos nos tornar dignos deles.
Que Deus os abençoe na caminhada evolutiva, sempre! Que o Divino Mestre – que entende de Maria e José! – ilumine seus passos, seus corações!
Como veem, esquecê-los quem há-de?
Gebaldo José de Sousa
fonte: http://blog.forumespirita.net/2012/11/27/inesqueciveis-benfeitores/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+blogforumespirita+%28Blog+F%C3%B3rum+Esp%C3%ADrita%29
Paulo, Cl. 3:14. Há pessoas que passaram por nossa vida, sem jamais dela se afastarem, graças a Deus!
A generosidade e a doação constantes com que agiram são marcas discretas, mas indeléveis, eis que o correr dos anos mais acentua sua presença em nossas lembranças. São as marcas deixadas pelo amor, o laço da perfeição.
*
Não há como falar de José, sem mencionar Maria. Junto do homem de voz rouquenha e bondade sem par, lá estava ela, a santa mulher.
Sempre receptivos, amáveis, cordiais. Daquela cordialidade sincera que nos deixa à vontade. Prontos a ouvir e a ajudar. Sobretudo a ajudar. Suas mãos, sempre estendidas, doaram ilimitadamente.
A pureza de seus propósitos, de suas almas generosas, estampava-se-lhes nos olhares de bondade, em seus gestos de ternura.
No lar acolhiam conterrâneos, familiares ou não, que vinham à Capital à procura de médicos ou de outras providências. Era o bom José a encaminhar, a orientar, a ouvir, a doar-se. E era a boa Maria – as mãos sempre no trabalho, o sorriso nos lábios, o olhar bondoso sobre os óculos da costura, a mão na massa do biscoito saboroso! – a servir, a amar, com humildade. Nas faces, a bondade e o riso mais puro, delicado.
Nos idos de 1960, órfão de pai, acolheram-me em seu lar, por alguns meses. Trataram-me como a um filho. Amaram-me e me compreenderam. Além dos corações abertos, o copo de leite quente, o biscoito, o bolo e a boa palavra, amiga, a encorajar, a estimular. Com sua ternura, adubaram-me o coração em momentos cruciais da vida, dando-me alento à alma, adolescente ainda.
Às vezes, doía-lhes o próprio coração, pelas lutas da vida, mas não repassavam aos demais suas dores mais íntimas. Nem por isso deixavam de sorrir, de servir e de amar. Calavam suas dores, lenindo dores menores.
Jamais lhes percebi qualquer dissimulação ou impaciência.
A sinceridade de seus corações dava-lhes aura de paz, de amor, que os envolvia e se estendia aos demais, a todos contagiando, pacificando, encorajando, transmitindo otimismo e confiança em Deus e na vida!
Ele, embora generoso, se foi em maio de 1964, apartando-se fisicamente de nós.
Ela, contudo, doou-se aos familiares e aos amigos até abril de 1995. Em agosto desse ano, faria 86 anos, pois nasceu em 1909. Partiu suavemente, depois de cumprir, além do dever, a própria missão.
Amou a todos que dela se aproximaram, pessoas e animais. Era de ver como tratava seu cão, seu papagaio e seus gatos. Hospitalizava-os amiúde, condoída de seus penares. Em tudo deixou a marca de sua ternura, de seu sorriso franco, espontâneo.
Ao partir, sua filha escreveu:
“Mater mea
Maria, Esposa de José.
Maria Perdão.
Maria, mamãe Maria.
Maria Sapiência.
Maria, vovó Maria.
Maria Bondade.
Maria, Dona Maria.
Maria Exemplo.
Maria, linda Maria.
Maria Renúncia.
Maria, Pura Maria.
Maria Eternidade.”
E digo mais: poderíamos acrescentar ao seu nome quantos adjetivos bons existam!
Maria Alegria. Maria Humildade. Maria Amor. Maria Ternura. Maria Esperança. Maria Fé. Maria Paciência. Maria Perseverança. Maria Compreensão. Maria Simplicidade. Maria Brandura. Maria Meiguice. Maria Santidade. Maria Beleza, pois, em seus traços, que o tempo não desfigurou, percebíamos que foi jovem belíssima, quando então cantava no coro da Igreja, com sua voz maviosa.
Maria e José Honradez e Trabalho. Maria e José Nobreza e Amizade.
Agora, no meu coração e nos corações daqueles que os amam, viraram José e Maria Saudades.
Onde quer que se encontrem, possam ouvir nossa sincera gratidão, nossa prece de amor, nosso “Deus lhes pague”, nossas lágrimas de doce saudade! E – quem sabe? – nosso até breve!
Mirando em seus exemplos, que possamos nos tornar dignos deles.
Que Deus os abençoe na caminhada evolutiva, sempre! Que o Divino Mestre – que entende de Maria e José! – ilumine seus passos, seus corações!
Como veem, esquecê-los quem há-de?
Gebaldo José de Sousa
fonte: http://blog.forumespirita.net/2012/11/27/inesqueciveis-benfeitores/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+blogforumespirita+%28Blog+F%C3%B3rum+Esp%C3%ADrita%29
OTRATAMENTO DAS DOENÇAS E O ESPIRITISMO – PATOLOGIA DA ALMA -
1 - O Espiritismo pode contribuir para o tratamento das doenças?
Emmanuel - A doutrina Espírita, expressando o Cristianismo Redivivo, não apenas descortina os panoramas radiantes da imortalidade, ante o grande futuro, mas é igualmente luz para o homem, a clarear-lhe o caminho; desse modo, desempenha função específica no tratamento das doenças que fustigam a Humanidade, por ensinar a medicina da alma, em bases no amor construtivo e reedificante.
Nas trilhas da experiência terrestre, realmente, a cada trecho, surpreendemos desequilíbrios, a se exprimirem por enfermidades individuais ou coletivas.
2 - Existe uma patologia da alma?
Emmanuel - Mágoas, ressentimentos, desesperos, atritos e irritações entretecem crises do pensamento, estabelecendo lesões mentais que culminam em processos patológicos, no corpo e na alma, quando não se convertem, de pronto, em pábulo da loucura ou em sombra da morte.
3 - Por que acontece assim?Emmanuel - Isso acontece porque milhões de criaturas, repostas no lar, recapitulam amargosas e graves experiências, junto àqueles que atormentaram outrora ou que outrora lhes foram implacáveis verdugos; metamorfoseados em companheiros que, às vezes, trazem o nome de pais e figuram-se adversários intransigentes; responderam por filhos e mais se assemelham a duros algozes dos corações afetuosos que lhes deram o tesouro do berço; carregam a certidão de esposos e parecem forçados, em algemas duplas na pedreira do sofrimento; fazem-se conhecidos por titulares da parentela e exibem-se, à feição de carrascos tranquilos.
4 - Como classificar o reduto doméstico, onde se reúnem sob os mesmos interesses e sob o mesmo sangue os inimigos de existências passadas?Emmanuel - Do ponto de vista mental, os adversários do pretérito, reencarnados no presente, expandem entre si tamanha carga vibratória de crueldade e rebeldia, que transfiguram o ninho familiar em furna, minado por miríades de raios destrutivos de azedume e aversão.
5 - Qual o papel dos princípios espíritas diante dos conflitos familiares?Emmanuel - Diante dos conflitos familiares, surgem os princípios espíritas por medicação providencial.
6 - Qual o ponto fundamental do socorro espírita nos males de origem doméstica?Emmanuel - Claramente, na educação individual e, evidenciando a reencarnação, destaca o impositivo da tolerância mútua, por terapêutica espiritual imediata, a fim de que os pontos nevrálgicos do indivíduo ou do grupo sejam definitivamente sanados.
7 - Como classificam a Doutrina Espírita as pessoas difíceis da convivência ou da consangüinidade?Emmanuel - A Doutrina Espírita, proclamando o entendimento fraterno por medida inalienável, perante os ajustes precisos, cataloga os irmãos transviados na ficha dos enfermos carecentes de compaixão e socorro.
8 - Como funcionam os ensinamentos espíritas na cura dos males que infelicitam as criaturas humanas?Emmanuel - Os ensinamentos espíritas, despertando a mente para a necessidade do trabalho e do estudo espontâneo, preparam a criatura em qualquer situação, para a obra do aperfeiçoamento próprio e desvelando a continuidade da vida, para lá da morte, patenteiam ao raciocínio de cada um que a individualidade não encontrará, além-túmulo, qualquer prerrogativa e sim a felicidade ou o infortúnio que construiu para si mesma, através daquilo que fez aos semelhantes.
9 - A caridade pode auxiliar nas curas dos males humanos?Emmanuel - Fácil verificar, assim, que a Doutrina Espírita encerra a filosofia do pensamento reto, por agente preservativo da saúde moral, e consubstancia a religião natural do bem, cujas manifestações definem a caridade por terapêutica de alívio e correção de todos os males que afligem a existência.
10 - Em que fórmulas essenciais se baseiam a terapêutica espírita?Emmanuel - Com os ensinamentos espíritas aprendemos que os atos de bondade, ainda os mais apagados e pequeninos, são plantações de alegrias eternas e que o perdão incondicional das ofensas é a fórmula santificante para supressão da dor e renovação do destino.
11 - Quais são os medicamentos do espírito?Emmanuel - Nas atividades espíritas, colhemos do magnetismo sublimados benefícios imediatos, seja no clima do passe, sob o influxo da oração, ou no culto sistemático do Evangelho no Lar, por intermédio dos quais, benfeitores e amigos desencarnados nos reequilibram as forças, através da inspiração elevada, apaziguando-nos os pensamentos, ou se valem de recursos mediúnicos esparsos no ambiente, a fim de nos propiciarem socorro à alma aflita ou às energias exaustas.
Se abraçastes, pois, a Doutrina Espírita, perlustra-lhes os ensinos e compreenderás que a humildade e a benevolência, o serviço e a abnegação, a paciência e a esperança, a solidariedade e o otimismo são medicamentos do Espírito, transformando lutas em lições e dificuldades em bênçãos, porque no fundo de cada esclarecimento e de cada mensagem consoladora, que te fluem da inspiração, ouvirás a palavra do Cristo:
FORMATAÇÃO E PESQUISA: MILTER - 25-11-2012
fonte: www.adde.com.br

Emmanuel - A doutrina Espírita, expressando o Cristianismo Redivivo, não apenas descortina os panoramas radiantes da imortalidade, ante o grande futuro, mas é igualmente luz para o homem, a clarear-lhe o caminho; desse modo, desempenha função específica no tratamento das doenças que fustigam a Humanidade, por ensinar a medicina da alma, em bases no amor construtivo e reedificante.
Nas trilhas da experiência terrestre, realmente, a cada trecho, surpreendemos desequilíbrios, a se exprimirem por enfermidades individuais ou coletivas.
2 - Existe uma patologia da alma?
Emmanuel - Mágoas, ressentimentos, desesperos, atritos e irritações entretecem crises do pensamento, estabelecendo lesões mentais que culminam em processos patológicos, no corpo e na alma, quando não se convertem, de pronto, em pábulo da loucura ou em sombra da morte.
3 - Por que acontece assim?Emmanuel - Isso acontece porque milhões de criaturas, repostas no lar, recapitulam amargosas e graves experiências, junto àqueles que atormentaram outrora ou que outrora lhes foram implacáveis verdugos; metamorfoseados em companheiros que, às vezes, trazem o nome de pais e figuram-se adversários intransigentes; responderam por filhos e mais se assemelham a duros algozes dos corações afetuosos que lhes deram o tesouro do berço; carregam a certidão de esposos e parecem forçados, em algemas duplas na pedreira do sofrimento; fazem-se conhecidos por titulares da parentela e exibem-se, à feição de carrascos tranquilos.
4 - Como classificar o reduto doméstico, onde se reúnem sob os mesmos interesses e sob o mesmo sangue os inimigos de existências passadas?Emmanuel - Do ponto de vista mental, os adversários do pretérito, reencarnados no presente, expandem entre si tamanha carga vibratória de crueldade e rebeldia, que transfiguram o ninho familiar em furna, minado por miríades de raios destrutivos de azedume e aversão.
5 - Qual o papel dos princípios espíritas diante dos conflitos familiares?Emmanuel - Diante dos conflitos familiares, surgem os princípios espíritas por medicação providencial.
6 - Qual o ponto fundamental do socorro espírita nos males de origem doméstica?Emmanuel - Claramente, na educação individual e, evidenciando a reencarnação, destaca o impositivo da tolerância mútua, por terapêutica espiritual imediata, a fim de que os pontos nevrálgicos do indivíduo ou do grupo sejam definitivamente sanados.
7 - Como classificam a Doutrina Espírita as pessoas difíceis da convivência ou da consangüinidade?Emmanuel - A Doutrina Espírita, proclamando o entendimento fraterno por medida inalienável, perante os ajustes precisos, cataloga os irmãos transviados na ficha dos enfermos carecentes de compaixão e socorro.
8 - Como funcionam os ensinamentos espíritas na cura dos males que infelicitam as criaturas humanas?Emmanuel - Os ensinamentos espíritas, despertando a mente para a necessidade do trabalho e do estudo espontâneo, preparam a criatura em qualquer situação, para a obra do aperfeiçoamento próprio e desvelando a continuidade da vida, para lá da morte, patenteiam ao raciocínio de cada um que a individualidade não encontrará, além-túmulo, qualquer prerrogativa e sim a felicidade ou o infortúnio que construiu para si mesma, através daquilo que fez aos semelhantes.
9 - A caridade pode auxiliar nas curas dos males humanos?Emmanuel - Fácil verificar, assim, que a Doutrina Espírita encerra a filosofia do pensamento reto, por agente preservativo da saúde moral, e consubstancia a religião natural do bem, cujas manifestações definem a caridade por terapêutica de alívio e correção de todos os males que afligem a existência.
10 - Em que fórmulas essenciais se baseiam a terapêutica espírita?Emmanuel - Com os ensinamentos espíritas aprendemos que os atos de bondade, ainda os mais apagados e pequeninos, são plantações de alegrias eternas e que o perdão incondicional das ofensas é a fórmula santificante para supressão da dor e renovação do destino.
11 - Quais são os medicamentos do espírito?Emmanuel - Nas atividades espíritas, colhemos do magnetismo sublimados benefícios imediatos, seja no clima do passe, sob o influxo da oração, ou no culto sistemático do Evangelho no Lar, por intermédio dos quais, benfeitores e amigos desencarnados nos reequilibram as forças, através da inspiração elevada, apaziguando-nos os pensamentos, ou se valem de recursos mediúnicos esparsos no ambiente, a fim de nos propiciarem socorro à alma aflita ou às energias exaustas.
Se abraçastes, pois, a Doutrina Espírita, perlustra-lhes os ensinos e compreenderás que a humildade e a benevolência, o serviço e a abnegação, a paciência e a esperança, a solidariedade e o otimismo são medicamentos do Espírito, transformando lutas em lições e dificuldades em bênçãos, porque no fundo de cada esclarecimento e de cada mensagem consoladora, que te fluem da inspiração, ouvirás a palavra do Cristo:
“Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”.
EMMANUEL
(Do livro “Leis Do Amor”, Francisco Cândido Xavier E Waldo Vieira) Fonte: Universo Espírita
(Do livro “Leis Do Amor”, Francisco Cândido Xavier E Waldo Vieira) Fonte: Universo Espírita
fonte: www.adde.com.br
sábado, 24 de novembro de 2012
As paredes de um Centro Espírita não são sagradas.
A crença de que esta ou aquela sala é protegida, é folclore. Dizer ou acreditar que os Espíritos ficam fazendo assepsia no ambiente é acomodar-se e ignorar as Leis de atração e repulsão dos fluidos ambientais pelo pensamento. Do lado de cá, somos sempre nós os comandantes, ou seja, os responsáveis
pela qualidade ambiente do Centro Espírita que frequentamos. Tudo está em nossos pensamentos; vem de nós e não dos Espíritos. Os Espíritos secundam as nossas tendências conforme nos ensina Allan Kardec em O Livro dos Médiuns (cap. 23). Nós é que devemos prezar pela harmonia da casa espírita que frequentamos a fim de mantermos a sintonia com os bons Espíritos e fazermos prevalecer a sua ajuda, repelindo a influência dos maus. O hábito de crer sem pensar gera resultados insatisfatórios e faz da Doutrina uma religião mística, o que foge absolutamente de sua proposta. Os Espíritos desencarnados só podem agir sobre a matéria com a ajuda de um encarnado que lhe cede as energias necessárias a esta interação, através do seu períspirito; sem isso, não encontram meios de manifestação. São as energias dos encarnados que criam a ponte de interação dos Espíritos com o mundo material. A ajuda que recebemos dos bons Espíritos está absolutamente em relação com a sintonia que mantemos com eles e quando falamos em sintonia, não nos referimos a um pensamento vago que cria mantras ou ações externas como a desejar obter, com isso, a atenção dos Espíritos superiores. Esta sintonia vem da sinceridade de coração e isso dispensa qualquer tipo de rituais ou rezas ou roupas e acessórios especiais. É o que sai do coração, como nos ensina o Cristo e não o que entra, ou seja, são os sentimentos sinceros que carregamos em nós e não ações externas que haverão de determinar a qualidade de nossas relações com os Espíritos superiores. Salas reservadas a estas ou aquelas atividades, como se nada mais pudesse ocorrer naquele cômodo, é uma crença destituída de bom senso, pois se um Centro Espírita só possuir um cômodo e se essa crença fosse lógica, equivaleria dizer que este Centro só poderia ter essa ou aquela atividade e nada mais! E quantas casas espíritas de um cômodo só existem pelo mundo afora! Se essa ideia fosse racional, o Centro de um cômodo só não poderia ter duas atividades distintas, muito menos fazer uma festa do pastel. Se usasse a sala para o passe, não poderia fazer mediúnicas; se usasse para mediúnicas, não poderia ter
palestras; se tivesse palestras, não poderia ter o passe nem as mediúnicas e por aí vai.Deixemos de reverenciar o externo e mergulhemos em nosso mundo íntimo onde tudo acontece. Os bons Espíritos
estão sempre ao nosso lado e não somente quando adentramos a casa espírita. A assepsia do ambiente não é feita pelos Espíritos da forma que se crê, mas um trabalho em conjunto com a equipe encarnada que se
trata não de um dia de faxina, mas de uma ação constante que se inicia do lado de cá e recebe o apoio do lado de lá. Essa assepsia (limpeza) é determinada pela nossa intenção e vontade, ou seja, pela qualidade das
nossas ideias e dos nossos pensamentos. Assim, repelimos os maus fluidos e fazemos prevalecer os bons. Se esse fosse um trabalho dos Espíritos desencarnados somente, onde estaria o nosso compromisso neste sentido? A nossa parte ainda não é toda mental, pois a casa espírita pede nosso concurso no atendimento às pessoas, na elucidação, na aplicação magnética, nas palestras, na oração. Não basta entrar no centro
acreditando que tudo está pronto; não basta crer que os Espíritos superiores já prepararam o ambiente; que não existem maus Espíritos dentro do Centro. O que repele ou atrai os bons ou os maus Espíritos é sempre o nosso pensamento, seguindo a regra de que "semelhante atrai semelhante". É cômodo crer que basta estar dentro de um Centro Espírita para estarmos livres da interferência dos maus Espíritos, pois assim nada mais resta a fazer. A realidade, porém, é outra. “O Espírito sopra onde quer” como nos ensina o Cristo. Se dentro dos Centros Espíritas o acesso aos maus Espíritos fosse bloqueado; se houvessem Espíritos com lanças e cães nas portas dos Centros Espíritas, afastando os maus; se uma barreira de luz estivesse sempre protegendo os encarnados, dentro do Centro, contra a interferência dos maus Espíritos, então como explicaríamos os grupos fascinados, obsedados, os oradores suspeitos, os assédios, os palavrões, as incoerências éticas, etc. que ocorrem dentro das casas espíritas mais sérias? Quantos Centros Espíritas fecham literalmente por intrigas, discussões, chefias e outros comportamentos que fogem totalmente da proposta do Espiritismo?
Se o fato de estarmos dentro do Centro nos livra da interferência dos maus, então tais cenas não deveriam existir dentro das casas espíritas. Ocorre que a tendência dos encarnados mantém a sintonia com tais Espíritos; o Centro Espírita é feito de tijolos e tijolos não repelem nem criam barreira aos Espíritos, nem aos bons, nem aos maus. Se os nossos pensamentos estão conectados aos maus Espíritos, receberemos deles a sua influência. Outro ponto a considerar é o da análise das comunicações constantemente observada por Allan Kardec. Se o Centro Espírita tem proteção absoluta contra a investida dos maus Espíritos, a análise das comunicações é ilógica, pois basta entrar no Centro Espírita para libertar-se da influência dos maus e assim só se obter comunicação dos bons. Se assim fosse, Allan Kardec perdeu o seu tempo ensinando a filtrar as comunicações através do estudo da linguagem dos Espíritos.
Deixemos de lado estas crenças exteriores e lancemos um olhar ao que realmente importa que é o nosso interior. É dentro de nós e não fora, onde tudo se inicia. Ampliar o nosso conhecimento acerca do Espiritismo nos livra de crenças que nos limitam, ao invés de aperfeiçoar o nosso crescimento. É o que nos ensina Santo Agostinho em O Livro dos Espíritos, ao afirmar que o meio prático mais eficaz para se melhorar nesta vida e resistir aos arrastamentos do mal é o Autoconhecimento (919).
O Centro Espírita é escola abençoada que reúne pessoas com o interesse comum de aprender sobre Espiritismo e de melhorar a si mesmo, mas se não começarmos de dentro para fora, será apenas um amuleto que não terá nenhuma influência satisfatória sobre nós.
A NECESSIDADE DO TRABALHO
Estudo com base no livro terceiro, caps. III do O Livro dos Espíritos (Allan Kardec)
Pesquisa: ClaudiaC e Elio Mollo
O trabalho é uma lei da
Natureza e por isso mesmo é uma necessidade. A civilização obriga o
homem a trabalhar mais, porque aumenta as suas necessidades e
satisfações. (1) Porém não se deve entender por trabalho somente as
ocupações materiais, pois o Espírito também trabalha como o corpo. Toda
ocupação útil é trabalho. (2)O trabalho é uma conseqüência da natureza corpórea do homem. A vida corpórea é necessária ao Espírito, para que possa cumprir no mundo material as funções que lhe são designadas pela Providência: é uma das engrenagens da harmonia universal. A atividade, através do trabalho, lhe surge naturalmente, sem o suspeitar, e na função apropriada. Acreditando agir por si mesmo, desenvolve sua inteligência e facilita o seu adiantamento. (3)
O trabalho pode ser uma prova ou uma expiação, e ao mesmo tempo um meio de aperfeiçoar a sua inteligência. Sem o trabalho, o homem permaneceria na infância intelectual. O homem busca a sua alimentação, a sua segurança e o seu bem-estar pelo seu trabalho e à sua atividade. (4)
Tudo trabalha na Natureza, até os animais, se bem que o trabalho dos animais, assim como a inteligência, é limitado aos cuidados da conservação. Por isso, entre eles, o trabalho não conduz a um progresso semelhante ao do homem. No homem o trabalho tem duplo objetivo: a conservação do corpo e ao desenvolvimento do pensamento, cuja necessidade, o eleva acima de si mesmo. (5)
Quando se diz que o trabalho dos animais é limitado aos cuidados de sua conservação, refere-se ao fim a que eles se propõem, laborando, mesmo sem terem noção, eles se entregam inteiramente a prover as suas necessidades materiais e ao mesmo tempo, se tornam agentes que colaboram com os desígnios do Criador. Portanto, o trabalho dos animais concorre com o objetivo final da Natureza, embora muitas vezes não se possa observar o seu resultado imediato. (5)
A natureza do trabalho é relativa à natureza das necessidades; quanto menos necessidades materiais, menos material será o trabalho. Mas não se deve julgar, por isso, que o homem permanecerá inativo e inútil, pois a ociosidade lhe seria um suplício, ao invés de um benefício. (6)
Ninguém esta livre do trabalho, talvez aquele que possui bens suficientes esteja fora do labor material, mas não da obrigação de se tornar útil na proporção dos seus meios e de aperfeiçoar a sua inteligência ou a dos outros, o que também é um trabalho. Se o homem a quem Deus concedeu bens suficientes para assegurar sua subsistência não está obrigado a comer o pão com o suor da fronte, a obrigação de ser útil a seus semelhantes é tanto maior para ele, quanto a parte que lhe coube por adiantamento lhe der maior lazer para fazer o bem. (7)
Diz Kardec na Revista Espírita de julho de 1862: Considerando as coisas deste mundo do ponto de vista extra-corpóreo, o homem, longe de ser excitado pela negligência e pela ociosidade, compreende melhor a necessidade do trabalho. Falando do ponto de vista terrestre, esta necessidade é uma injustiça, aos seus olhos, quando se compara com aqueles que podem viver sem fazer nada: tem-lhes ciúme, os inveja. Falando do ponto de vista espiritual, esta necessidade tem sua razão de ser, sua utilidade, e a aceita sem murmurar, porque compreende que, sem trabalho, ficaria indefinidamente na inferioridade e privado da felicidade suprema a que aspira, e que não saberia esperar se não se desenvolve intelectualmente e moralmente. (8)
A lei natural prevê direitos e deveres, assim, a solidariedade é sempre necessária. Os homens devem trabalhar em prol de seu conjunto de relação. Faz parte do progresso geral. Eis porque Deus fez do amor filial e do amor paterno um sentimento natural, a fim de que, por essa afeição recíproca, os membros de uma mesma família sejam levados a se auxiliarem mutuamente. (9)
Porém, não basta dizer ao homem que ele deve trabalhar, é necessário que ele encontre uma ocupação, e isso nem sempre acontece. Então, quando a falta de trabalho se generaliza, toma as proporções de um flagelo e surge a miséria. A humanidade procura uma solução para que haja equilíbrio entre a produção e o consumo, mas esse equilíbrio, supondo-se que seja possível, sempre terá intermitências e durante essas fases o trabalhador tem necessidade de viver. Mas, há um elemento que é importante analisar, e sem o qual a ciência econômica não passa de teoria: é a educação moral, pois é nela que consiste a arte de formar os caracteres, aquela que cria os hábitos, porque educação é conjunto de hábitos adquiridos.
Quando se analisa sobre a massa de indivíduos que diariamente são lançados no meio da população, sem regras, sem educação, entregue aos próprios instintos, pode-se prever as conseqüências desastrosas desse fato. Contudo, quando essa arte for conhecida, compreendida e praticada, o homem poderá melhorar os hábitos de ordem e previdência para si mesmo e para os seus, com respeito. E estes novos costumes lhe permitirão atravessar os inevitáveis maus dias de maneira menos dolorosa.
A desordem e a imprevidência são duas chagas que somente uma educação bem compreendida pode curar. Nisso está o ponto de partida, o elemento real do bem-estar, a garantia da segurança de todos. (10)
Se o homem necessita passar por situações que lhe oferecem o aprendizado moral, ou seja, da boa conduta, pela experiência precisa aprender o que é o bem e o mal. O trabalho como é sempre uma atividade coletiva, fornece ao espírito as provas essenciais para este aprendizado.
fonte: www.ceecal.com
"Profecia de 2012 será sobre crise de consciência":
Fernando Malkún
O tempo de
Fernand Malkun é dividido entre a investigação e conferências.
Recentemente, fez palestras em Bogotá, e no próximo mês será ao sul do
continente.explica o que esta civilização escreveu durante o próximo ano.
Há quinze anos atrás, Fernando Malkun, barranquillero ( natural de Barranquilla, uma cidade da Colômbia) de origem libanesa, deixou a arquitetura que tinha estudado na Universidade de los Andes, e a qual havia se dedicado por quase uma década, para responder às perguntas que se atravessaram em sua vida. Durante esse tempo, ele se encontrou com a cultura Maia e dedicou-se completamente ao seu estudo. Hoje é um especialista no tema, com reconhecimento internacional e continua viajando pelo mundo explicando a mensagem que esta civilização deixou para os seres humanos.
Os maias disseram que o mundo iria acabar em 2012?
Estão gerando um pânico coletivo absurdo aduzindo que eles tinham anunciado que o mundo iria acabar em dezembro de 2012. Não é verdade. Os Maias nunca usaram a palavra fim. Anunciaram um momento de mudança, de grande aumento de energia do planeta, o que causaria "eventos de destino", isto é, definitivos, nas pessoas. O problema é que o nível de consciencia da maioria das pessoas atinge apenas o fim do mundo e não a transformação de consciencia.
Quando isso vai acontecer?
Não vai acontecer, está acontecendo. As pessoas não estão juntando todas as peças do quebra-cabeças para perceber isso. Acreditam apenas que estes eventos atuais são causados por um conjunto de "coincidencias" evolutivas. Mas estamos em uma onda de mudanças como nunca antes.
O que se percebe, segundo o que é dito pelos Maias?
A profecia anunciou que o planeta aumentaria a sua freqüência vibracional, o que é um fato: esta freqüência, que se mede com a ressonância Schumann, passou de 8 a 13 ciclos. Todos os planetas do sistema solar estão mudando. De 1992 até hoje, os pólos de Marte desapareceram 60 por cento e Vênus tem quase o dobro de luminescência. Passamos 300 anos registrando o Sol e as tempestades solares maiores têm ocorrido nos últimos seis meses. Houve um aumento de terremotos de 425 por cento. Tudo está acelerado dos pontos de vista geofísico e solar. Nosso cérebro, que irradia suas próprias ondas, é afetado por essa maior irradiação do sol. Essa carga eletromagnética é o motivo por que sentimos o tempo mais rápido. Não é o tempo físico, mas o tempo de percepção emocional.
Fale sobre 1992. Por que este ano? O que aconteceu ?
A essência das profecias maias é comunicar a existência de um ciclo de 26.000 anos, chamado "o grande ciclo cósmico". Tudo, estações, meses, dias se ajustam a esse ciclo. Há 13 mil anos atrás, o sol –assim como agora- irradiou mais energia no planeta e derreteu a camada de gelo . Essa camada desaguou no mar, elevou o seu nível em 120 metros e ocorreu o chamado "Dilúvio Universal ". Os Maias disseram que quando o sistema solar estiver novamente a 180 graus de onde estava a 13.000 anos atrás, a Estrela do Norte brilha sobre o pólo, a constelação de Aquário aparece no horizonte e o trânsito décimo terceiro de Vênus se der - o que vai acontecer em 6 de junho de 2012 - o centro da galáxia pulssará e haverá manifestações de fogo, água, terra, ar. Eles falam, especificamente, de dois períodos de vinte anos , de 1992 a 2012 e 2012-2032 - de intensas mudanças.
Que anunciavam isso?
A proximidade da morte faz com que as pessoas repensem suas vidas, examinem e corrijam a direção que tomam. Isso é algo que ocorre somente se algo se aproxima de você, ou você passa diretamente, te impacta tremendamente. Isto é o que tem acontecido com os tsunamis,os terremotos, as catástrofes naturais de que vivemos, os conflitos sociais, economicos, etc.
Então, eles falam de morte.
Eles falam de mudança, de um despertar da consciência. Tudo o que está errado com o planeta está se potencializando com o objetivo de que a mente humana se dedique a resolvê-lo. Há uma crise de consciência individual. As pessoas estão vivendo "eventos de destino", seja em seus relacionamentos, seus recursos, em sua saúde. É um processo de mudança que se baseia principalmente no desdobramento invisível, e está afetando em especial à mulher.
Por que as mulheres?
A mulher é quem terá o poder de criar a nova era, devido à sua maior sensibilidade. De acordo com as profecias - não só as maias, mas muitas-, a era que se aproxima é de harmonia e espiritualidade. As coisas que estão mal vão se resolver no período que os Maias chamaram de "tempo do não tempo", que será de 2012-2032. Desde 1992, o percentual de mulheres que vêem a aura (seres curadores) do planeta tem aumentado. Hoje, é de 8,6 por cento. Imagine que em 2014 seja de 10 por cento. Isso significaria o início de um período mais transparente. Essa seria a direção da mudança não violenta.
Mas o que se vê hoje é um aumento na agressividade ...
As duas polaridades são intensificadas. Estão abertos os dois caminhos, o negativo, escuro, destruição, de confronto do homem com o homem; e o de crescimento da consciência. Existem várias vozes que estão levando os seres humanos a pensar sobre isso. Desde 1992, as informações proibidas dos gnósticos, dos maçons, dos Illuminati, estão abertas para que se utilize no processo de mudança de si mesmo. A religião esta acabando e a religiosidade é que irá permanecer.
Tudo isso , os Maias deixaram de escrito, assim específico?
Não a esse ponto. Eles disseram que o sol iria mudar as condições do planeta e criar "eventos de destino ". O sol bateu todos os recordes este ano. Os Terremotos aumentaram 425 por cento. A mudança de temperatura é muito intensa: de 92 para cá aumentou quase um grau, o mesmo que subiu nos últimos 100 anos anteriores. Antes, havia 600 ou 700 tormentas elétricas simultâneas, hoje há duas mil. Antes se registravam 80 raios por segundo, agora caem entre 180 e 220.
Como eles sabiam que isso ia acontecer?
Eles tinham uma tecnologia extraordinária. Em suas pirâmides havia altares de onde eles estudaram o movimento do sol no horizonte. Produziam gráficos com os quais sabiam quando haveria as manchas solares, quando aconteceriam tempestades elétricas. Foi um conhecimento que receberam dos egípcios, que, por sua vez, o receberam dos sacerdotes sobreviventes da Atlântida, civilização destruída 13.000 anos atrás. Os Maias aperfeiçoaram o conhecimentos e foram os criadores dos calendários mais precisos. Um deles, chamado “Conta larga” termina em 21 de dezembro de 2012, e marca o ponto do centro exato do período de 26.000 anos. Eles sabiam que essas mudanças estavam vindo e o que eles fizeram foi dar essa informação para o homem de 2012.
Será que estas mudanças só foram levantadas por eles?
Todas as profecias falam da mesma coisa. Os hindus, por exemplo, anunciam o momento de mudança e falam sobre a chegada de um ser extraordinário qual o mundo ocidental cristão apregoa. Os Maias nunca falaram de um ser extraordinário que viria para nos salvar, mas falaram de crescer em consciência e assumir a responsabilidade, cada ser na sua individualidade.
E se as pessoas não acreditam nisso?
Acreditando ou não, vai senti-lo no seu interior. A mudança que estamos vivenciando não é algo de se acreditar ou não. Neste momento, a maioria está vivendo um tempo de avaliação de sua vida. Por que estou aqui, o que está acontecendo, para onde eu quero ir? Basta olhar o crescimento da busca de espiritualidade, não de religiosidade, porque a religião não está dando mais respostas às pessoas.
A sua vida pessoal mudou?
Há quinze anos atrás, eu era tremendamente materialista. Minha conduta é muito diferente hoje. Eu me perguntei por que estava aqui, para quê, e por razões especiais acabei metido no mundo Maia. E posso afirmar que não se tratam de crenças falsas para substituir crenças falsas. Tirei muitas histórias da minha mente, mas eu ainda estou no terceiro nível de consciência, que é dominante no planeta.
Quem está mais em cima?
Há pessoas que estão em um nível 4 ou 5. São as menos famosas, de perfil baixo. Em uma viagem conheci um jardineiro extraordinário, por exemplo. Estes seres estão em serviço permanente, afetando a vida de muitas pessoas, mas não publicamente.
O que devemos fazer, de acordo com essa teoria?
O universo está nos dando uma oportunidade individual para reestruturar nossas vidas. A maneira de sincronizar-nos é, primeiro, não ter medo, perceber que podemos mudar nossa consciência. A física quântica já disse: a consciência modifica a matéria. O que significa que sua vida depende daquilo que você pensa. A distância entre causa e efeito tem diminuído. Há vinte anos atrás, para que se manifestasse algo em sua vida, necessitava-se de muita energia. A vinte anos atrás qualquer fator de punição de um ato maldoso ganhavam-se os anos para receber alarde. Hoje tudo ganha destaque rápido. A corrupção pelo mundo a fora tem ganhado destaque internacional. As ditaduras estão caindo. As religiões estão a cada dia mais problemáticas, Hoje, você pensa algo e em uma semana está acontecendo. Sua mente causa isso. O que devemos é buscar, as respostas estão aí. Basta ter olhos para ver e ouvidos para ouvir.
Fonte
http://www.eltiempo.com/gente/ARTICULO-WEB-NEW_NOTA_INTERIOR-10532169.htmlMensaje traducido por Isabel Porras-España.
Em: 03.01.2012.
ADE-SERGIPE-BRASIL-Website: www.ade-sergipe.com.br
fonte: www.ceecal.com
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Entendendo os chakras - Parte I
Durante as próximas semanas falaremos sobre os chacras. Esses textos
fazem parte do curso "Cuidadores da Alma" desenvolvido na Comunidade
Espírita Ramatís em Goiânia, visando formar cuidadores com conhecimento
em técnicas complementares, visando o acolhimento amoroso dos irmãos em
sofrimento.
Os chakras são as portas ou portais de entrada e saída de
energia do nosso corpo. A palavra chakra vem do sânscrito e significa “roda”,
pois os chakras têm esta aparência – rodas girantes trocando energia com o meio
ambiente físico e espiritual. Pode ser escrito como chacra, chakra, centro
vital, centro de força, são diversos termos para definir a mesma coisa. Do
ponto de vista de entendimento seria melhor definir como campo magnético da
região laríngea do que como chacra laríngeo. Explicamos a frente.
Eles são “centros de
força”, isto é, centros energéticos do nosso corpo que funcionam como portais
de energia fazendo a captação, contenção e distribuição desta energia para
todos os corpos que compõem a aura. São verdadeiros vórtices por onde os
dinâmicos campos magnéticos dos corpos espirituais se ligam ao físico. De certa
forma, eles parecem atuar como transformadores de energia, reduzindo sua forma
e frequência para adequá-la ao nível de energia imediatamente inferior.
Vamos tentar fazer um paralelo entre o magnetismo que a
Terra exerce sobre o sol e os chacras com nosso corpo físico. É sabido que o
Sol é a estrela do nosso sistema solar. Sabemos também que ele emite milhões de
partículas por segundo para todas as direções do espaço. Percebemos essas
radiações eletromagnéticas, também chamadas de ventos solares, em forma de
calor e luz.
A quantidade de radiação que chega até a
Terra é menor por conta da proteção exercida pelo campo magnético terrestre. O
campo magnético da Terra interage com as radiações eletromagnéticas fazendo com
que elas sejam freadas e também atua desviando-as de sua trajetória inicial.
Por esse motivo é que podemos dizer que a Terra se comporta como um ímã
gigante.

Assim também funcionam os nossos chakras. Formados por
centenas de milhares de canais de energias que circulam em velocidade altíssima
pelo nosso corpo, eles se concentram em determinados lugares, formando plexos,
exatamente da mesma forma que no nosso corpo físico temos os plexos nervosos,
constituídos de neurônios e os plexos vasculares formados por artérias e veias
que afluem para determinados locais do nosso corpo. Voltando aos chakras, nesses locais de maior afluência
energética, formam-se campos de força com características próprias,
diferenciando os chakras entre si.
Sabemos que toda energia é matéria em movimento, em
vibração. Essa vibração ocorre em determinado padrão de onda, de velocidade,
com características que podem ser mensuráveis, conforme nos mostram as técnicas
de bioenergia, de foto kirlian, etc...
Na tabela abaixo vemos que a depender do comprimento da onda
desse campo magnético o chakra apresentará determinada cor. É por isso que os
médiuns e videntes podem observar e relatar durante as assistências que o
chakra tal está de tal jeito.
Nos próximos artigos vamos detalhar sobre o funcionamento de
cada chakra, mas é sempre importante observar que a importância dos chakras é
sempre relativa dentro do contexto holístico. Quem realmente é importante é o
espírito, a centelha divina. Todo o resto, que incluem os corpos, os chakras, entre
outros, é secundário dentro do todo.
Os chakras tem funcionamento automático, ou seja, não
guardam em si a qualidade da energia, uma vez que essa é gerada pelo espírito.
A função que executam, com primordial atenção para a concentração energética e
distribuição dessa energia, é feita de forma autônoma, não havendo um
raciocínio por trás dessa função. É exatamente como funciona nosso Sistema
Nervoso Autônomo, que controla nossas funções vitais, como respirar, batimento
cardíaco, funcionamento cerebral, glandular, e outros.
Os chakras se constituem em importante mecanismo de proteção
automática da nossa energia e podem ser ativados pela nossa vontade, através da
meditação, da oração, das terapias energéticas complementares. Da mesma forma
pode ser agredido pelos nossos pensamentos, pelo excesso de comida, pela droga,
cigarro e bebida alcoólica.
Entender o funcionamento dessas estruturas está na base do
nosso processo de auto conhecimento, visando saber nos preservar para evoluir
de forma mais tranquila.
Paz e luz!
Postado por
Sérgio Vencio
às
sexta-feira, novembro 16, 2012Ciência e espiritualidade
A história nos narra que a crença na capacidade do homem em
interagir no processo de saúde e doença vem de longe. Os magos da Caldéia e os
brâmanes da Índia buscavam curar pela aplicação do olhar, estimulando o sono e
a letargia.
No templo da deusa Ísis, às margens do Nilo, a imposição das
mãos era usada pelos sacerdotes iniciados, para tentar aliviar o sofrimento de
milhares de pessoas. Os gregos, que incluíram no seu modo de vida muita coisa
do Egito, usavam a fricção das mãos no tratamento dos doentes.
Na antiga Grécia havia templos dedicados ao deus da medicina
(Esculápio ou Asclépio), onde os doentes eram curados de forma sobrenatural
durante o sono.
Nesse processo de pesquisa, o homem refuta tudo que não pode
ser provado e vai se afastando do
imponderável.
O método científico pode ser timidamente resumido em 4 itens
:
1 – fazer observações;
2 – formar uma hipótese testável para explicar as observações;
3 – deduzir predições a partir das hipóteses;
4 – buscar confirmações das predições; se as predições contradizem a observação empírica, volta-se ao passo 2.
2 – formar uma hipótese testável para explicar as observações;
3 – deduzir predições a partir das hipóteses;
4 – buscar confirmações das predições; se as predições contradizem a observação empírica, volta-se ao passo 2.
A palavra "método" sugere uma espécie de fórmula
secreta, disponível apenas para cientistas altamente treinados, mas isso não
procede. O método científico é algo que todos nós podemos usar a qualquer
momento. De fato, adotar algumas das atividades básicas do método científico -
ser curioso, fazer perguntas, procurar respostas - é algo natural em todo ser
humano. A característica que define a ciência é o conceito da hipótese testável.
Uma hipótese testável deve fazer predições que podem ser
validadas por observadores independentes.
O método científico é comprovadamente uma ferramenta
poderosa, mas tem suas limitações. Essas limitações se baseiam no fato de que
uma hipótese precisa ser passível de teste e de refutação, e que experiências e
observações precisam ser passíveis de repetição. Isso coloca certos tópicos
além do alcance do método científico. Por exemplo, a ciência não pode provar ou
refutar a existência de Deus ou de qualquer outra entidade sobrenatural.
O terceiro milênio nos coloca, profissionais da saúde que
acreditamos na existência do imponderável, na obrigação de confrontarmos nossas
crenças milenares e admitirmos que algo além da matéria existe e pode ser
manipulável, para nos ajudar no processo de saúde holística.
Quando pesquisamos no site pubmed.org, que é uma grande
biblioteca online podemos facilmente comprovar que os cientistas vanguardeiros
tem feito a sua parte. Se digitarmos a
palavra prayer (do inglês; oração) veremos que aparecerão mais de 48.000
trabalhos. Se no lado esquerdo da tela do pubmed clicarmos em “Randomized
controlled Trial” veremos que mesmo assim ainda teremos 900 trabalhos. Os
trabalhos randomizados controlados prospectivos são pesquisas feitas com
metodologia mais clara e transparente, com menor chance de erro. Se partirmos
para a pesquisa de metanalises, que são trabalhos que verificam o resultado de
centenas de outros trabalhos dentro de um tema, concluímos que existem
evidências científicas importantes sobre o efeito da prece na melhora da saúde,
com excelentes trabalhos feitos nos grandes centros universitários mostrando
que a oração, seja ela proveniente de pessoas queridas ou não se constitui em
um fator externo de ajuda, acelerando a recuperação de doenças as mais
variadas.
Esses dados são importantes para embasar a nossa crença na
espiritualidade, na continuação da vida, na ação da prece e na tentativa de
manter uma vida mais regrada dentro de limites éticos de respeito e amor.
Chegará o dia em que a prescrição formal de uma terapia
complementar, que utilize a manipulação da energia como ponto central, passará
a ser mais uma opção terapêutica. Nessa visão não há uma terapia melhor que a
outra, nem a medicina oficial deixará de ser importante, pelo contrário,
esperamos que médicos, psicólogos e terapeutas das mais variadas áreas
trabalhem juntos em busca da cura verdadeira, a cura da alma.
Paz e luz!
Postado por Sérgio Vencio às domingo, novembro 11, 2012
fonte:
http://medicinaespiritual.blogspot.com.br/
Nos Momentos Graves
Texto extraído do livro “Agenda Cristã “, Chico Xavier (André Luiz)
Use calma. A vida pode ser um bom estado de luta, mas o estado de guerra nunca uma vida boa.
Não delibere apressadamente. As circunstâncias, filhas dos Designios Superiores, modificam-nos a experiência, de minuto a minuto.
Evite lágrimas inoportunas. O pranto pode complicar os enigmas ao invés de resolvê-los.
Se você errou desastradamente, não se precipite no desespero. O reerguimento é a melhor medida para aquele que cai.
Tenha paciência. Se você não chega a dominar-se, debalde buscará o entendimento de quem não o compreende ainda.
Se a questão é excessivamente complexa, espere mais um dia ou mais uma semana, a fim de solucioná-la. O tempo não passa em vão.
A pretexto de defender alguém, não penetre o círculo barulhento. Há pessoas que fazem muito ruído por simples questão de gosto.
Seja comedido nas resoluções e atitudes. Nos instantes graves, nossa realidade espiritual é mais visível.
Em qualquer apreciação, alusiva a segundas e terceiras pessoas, tenha cuidado. Em outras ocasiões, outras pessoas serão chamadas a fim de se referirem a você.
Em hora alguma proclame seus méritos individuais, porque qualquer qualidade excelente é muito problemática no quadro de nossas aquisições.
Lembre-se de que a virtude não é uma voz que fala, e, sim, um poder que irradia.
fonte: http://blog.forumespirita.net/2012/11/19/nos-momentos-graves-2/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+blogforumespirita+%28Blog+F%C3%B3rum+Esp%C3%ADrita%29
Não delibere apressadamente. As circunstâncias, filhas dos Designios Superiores, modificam-nos a experiência, de minuto a minuto.
Evite lágrimas inoportunas. O pranto pode complicar os enigmas ao invés de resolvê-los.
Se você errou desastradamente, não se precipite no desespero. O reerguimento é a melhor medida para aquele que cai.
Tenha paciência. Se você não chega a dominar-se, debalde buscará o entendimento de quem não o compreende ainda.
Se a questão é excessivamente complexa, espere mais um dia ou mais uma semana, a fim de solucioná-la. O tempo não passa em vão.
A pretexto de defender alguém, não penetre o círculo barulhento. Há pessoas que fazem muito ruído por simples questão de gosto.
Seja comedido nas resoluções e atitudes. Nos instantes graves, nossa realidade espiritual é mais visível.
Em qualquer apreciação, alusiva a segundas e terceiras pessoas, tenha cuidado. Em outras ocasiões, outras pessoas serão chamadas a fim de se referirem a você.
Em hora alguma proclame seus méritos individuais, porque qualquer qualidade excelente é muito problemática no quadro de nossas aquisições.
Lembre-se de que a virtude não é uma voz que fala, e, sim, um poder que irradia.
fonte: http://blog.forumespirita.net/2012/11/19/nos-momentos-graves-2/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+blogforumespirita+%28Blog+F%C3%B3rum+Esp%C3%ADrita%29
Aflições e Livre-Arbítrio
Ao simples prenúncio do sofrimento logo te insurgiste contra Deus, assumindo uma posição rebelde e tomando uma atitude derrotista.
Quando foste, então, colhido pelos problemas, comezinhos, aliás e a todas as criaturas comuns, blateraste: “Deus me esqueceu!”
Convidado a uma mudança de comportamento sob o impositivo da dor, exteriorizaste a irritação, gritando: “Deus me abandonou!”
Instado ao crescimento ritual’>espiritual e ao valor moral mediante a complexa engrenagem das provações redentoras, estertoraste com violência: “Deus está de mal comigo!”
Açodado pelas injunções do pretérito ritual’>espiritual e pela aflição impelido à meditação, estrugiste: “Estou de mal com Deus!”
Surpreendido pela lei natural das condições humanas, que se estribam nas ações passadas de cada rito’>espírito em crescimento, a expressar-se em dificuldade e luta contínua, arrazoaste, finalista: “Deus morreu para mim!”
As tuas são reações emocionais infantis, que denotam a necessidade premente que tens de mais dores e mais aflições, a fim de organizares o mapa de crescimento e de burilamento interior.
Todas as criaturas ascendem ao bem mediante os contributos da experiência, na incessante luta a travar dentro de si mesmas.
Ninguém que transite na Terra aquinhoado por um regime de exceção.
A ganga, a impureza das gemas preciosas é retirada a golpes de escopros rudes e resistentes.
As arestas são sempre arrancadas através de hábeis esforços e de técnicas apuradas.
Imprescindível preservar o interior, de modo a preencher a finalidade a que se destina.
As aflições têm suas causas atuais no mau uso do livre-arbítrio, por impositivo do egoísmo individual.
A escolha errônea de comportamento gera as conseqüências lamentáveis para a retificação.
Entre uma e outra atitude a tomar, a livre opção traçará o destino feliz ou desventurado de quem a elege.
As causas anteriores das aflições se fixam nas experiências malogradas, nas reencarnações anteriores, decorrência, ainda, do livre-arbítrio utilizado erroneamente.
Em ti, portanto, os fatores causais das dores que te cumpre vencer a qualquer esforço.
Sem te deteres na rebeldia contumaz ou na dureza dos sentimentos apaixonados, aplica-te a produzir causas novas impeditivas de aflições. Assim, à medida em que resgatares as passadas, encontrarás os abençoados frutos da nova sementeira aguardando por ti, um pouco mais à frente.
Não procrastines os deveres nobres.
Um minuto de atenção a alguém angustiado poderá evitar-lhe o inditoso autocídio.
Uma observação gentil, quando convidado a opinar, certamente se fará valiosa junto aos que esperam ajuda.
Um gesto de simpatia, esquecendo o mal estar íntimo, criará solidariedade e interesse em tua volta.
Quantas coisas poderás fazer e de quantos recursos poderás dispor, se quiseres!
Muitas vezes tens dificuldade em discernir para acertar.
Não te olvides, porém, que as leis de Deus estão escritas na consciência de cada ser. Consulta-a, honestamente, e esta te responderá com segurança.
Se perdurar a dificuldade para que logres a opção feliz, ergue-te pela oração ao Senhor, suplicando-Lhe claridade mental. Ele te inspirará a gerares hoje as causas ditosas, a fim de que não seres surpreendido por novas e futuras aflições.
fonte: http://blog.forumespirita.net/2012/11/21/aflicoes-e-livre-arbitrio/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+blogforumespirita+%28Blog+F%C3%B3rum+Esp%C3%ADrita%29
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Chamados e Escolhidos
Texto extraído do livro “Instrumentos do Tempo”, Chico Xavier (Emmanuel)
Estejamos convencidos de que ainda nos achamos a longa distância do convívio com os eleitos da Vida Celeste; entretanto, pelo chamamento da fé viva que hoje nos trás ao conhecimento superior, guardemos a certeza de que já somos os escolhidos:
- para a regeneração de nós mesmos;
- para o cultivo sistemático e intensivo do bem;
- para o esquecimento de todas as faltas do próximo, de modo a recapitular com rigor as nossas próprias imperfeições redimindo-as;
- para o perdão incondicional, em todas as circunstâncias da vida;
- para a atividade infatigável na confraternização verdadeira;
- para auxiliar os que erram;
- para ensinar aos mais ignorantes que nós;
- para suportar o sacrifício no amparo aos que sofrem, sem a graça da fé renovadora que já nos robustece o espírito;
- para servir além de nossas próprias obrigações, sem direito àrecompensa;
- para compreender os nossos irmãos de jornada evolutiva, sem exigir que nos entendam;
- para apagar as fogueiras do ódio e da incompreensão, ao preço denossa própria renúncia;
- para estender a caridade sem ruído, como quem sabe que ajudar aos outros é enriquecer a própria existência;
- para persistir nas boas obras sem reclamações e sem desfalecimentos, em todos os ângulos do caminho;
- para negar a nossa antiga vaidade e tomar, sobre os próprios ombros,cada dia, a cruz abençoada e redentora de nossos deveres, marchando, com humildade e alegria, ao encontro da vida sublime…
A indicação honrosa nos felicita.
Nossa presença nos estudos do Evangelho expressa o apelo que flui do Céu no rumo de nossas consciências. Chamados para a luz e escolhidos para o trabalho.
Eis a nossa posição real nas benções do “hoje”. E se quisermos aceitar a escolha com que fomos distinguidos,estejamos certos igualmente de que em breve, “amanhã”, comungaremos felizes com o nosso Mestre e Senhor.
Do livro “Instrumentos do Tempo”, psicografia de Francisco Candido Xavier pelo espírito Emmanuel.
fonte: http://blog.forumespirita.net/2012/11/15/chamados-e-escolhidos/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+blogforumespirita+%28Blog+F%C3%B3rum+Esp%C3%ADrita%29
Estejamos convencidos de que ainda nos achamos a longa distância do convívio com os eleitos da Vida Celeste; entretanto, pelo chamamento da fé viva que hoje nos trás ao conhecimento superior, guardemos a certeza de que já somos os escolhidos:
- para a regeneração de nós mesmos;
- para o cultivo sistemático e intensivo do bem;
- para o esquecimento de todas as faltas do próximo, de modo a recapitular com rigor as nossas próprias imperfeições redimindo-as;
- para o perdão incondicional, em todas as circunstâncias da vida;
- para a atividade infatigável na confraternização verdadeira;
- para auxiliar os que erram;
- para ensinar aos mais ignorantes que nós;
- para suportar o sacrifício no amparo aos que sofrem, sem a graça da fé renovadora que já nos robustece o espírito;
- para servir além de nossas próprias obrigações, sem direito àrecompensa;
- para compreender os nossos irmãos de jornada evolutiva, sem exigir que nos entendam;
- para apagar as fogueiras do ódio e da incompreensão, ao preço denossa própria renúncia;
- para estender a caridade sem ruído, como quem sabe que ajudar aos outros é enriquecer a própria existência;
- para persistir nas boas obras sem reclamações e sem desfalecimentos, em todos os ângulos do caminho;
- para negar a nossa antiga vaidade e tomar, sobre os próprios ombros,cada dia, a cruz abençoada e redentora de nossos deveres, marchando, com humildade e alegria, ao encontro da vida sublime…
A indicação honrosa nos felicita.
Nossa presença nos estudos do Evangelho expressa o apelo que flui do Céu no rumo de nossas consciências. Chamados para a luz e escolhidos para o trabalho.
Eis a nossa posição real nas benções do “hoje”. E se quisermos aceitar a escolha com que fomos distinguidos,estejamos certos igualmente de que em breve, “amanhã”, comungaremos felizes com o nosso Mestre e Senhor.
Do livro “Instrumentos do Tempo”, psicografia de Francisco Candido Xavier pelo espírito Emmanuel.
fonte: http://blog.forumespirita.net/2012/11/15/chamados-e-escolhidos/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+blogforumespirita+%28Blog+F%C3%B3rum+Esp%C3%ADrita%29
Perseverar
…perseveremos no bem sobretudo.
…a estrada provavelmente se nos erigirá lodacenta ou agressiva pelos tropeços e espinhos que apresente …
Perseveremos servindo para transpô-la.
…o ambiente terá surgido carregado de nuvens, na condensação de injúrias ou incompreensões que nos circundem…
Perseveremos ofertando aos outros o melhor de nós em favor dos outros e os outros nos auxiliarão para vencer as sombras e dissipá-las.
…ansiedades e esperanças nos visitam a alma, transformando-se em obstáculos para a obtenção da alegria que nos propomos alcançar…
Perseveremos agindo na prática do bem e, dentro desse exercício salutar de sublimação, surpreenderemos, por fim, a região de acesso às bênçãos que buscamos.
…as lutas e desafios se nos avolumam na marcha…
perseveremos na humildade e na paciência que nos garantirão a segurança e a tranqüilidade das quais não prescindimos para seguir adiante.
…discórdias e problemas repontam das tarefas a que consagramos as nossas melhores forças…
Perseveremos na serenidade e na elevação, dentro dos encargos que nos assinalem a presença onde estivermos, e seremos aqueles ingredientes indispensáveis de união e de paz nos grupos do serviço de que partilhamos atendendo às obrigações que nos competem ao espírito de equipe.
…filhos, provas e tribulações, pedras e espinhos, conflitos e lágrimas, desarmonias e empeços existirão sempre na estrada que se nos desdobra à visão…
no entanto, se é fácil começar o apostolado do amor, é sempre difícil continuar em direção do remate vitorioso.
…perseverar é o impositivo de que não nos será lícito fugir…
Perseverar trabalhando e servindo, entendendo e edificando, aprendendo e redimindo…
…perseverar sempre de modo a nunca desanimar na construção do bem a fim de merecermos o bem maior.
Autor: Bezerra de Menezes
Psicografia de Chico Xavier. Livro: Bezerra, Chico e Você
fonte: http://blog.forumespirita.net/2012/09/30/perseverar/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+blogforumespirita+%28Blog+F%C3%B3rum+Esp%C3%ADrita%29
…a estrada provavelmente se nos erigirá lodacenta ou agressiva pelos tropeços e espinhos que apresente …
Perseveremos servindo para transpô-la.
…o ambiente terá surgido carregado de nuvens, na condensação de injúrias ou incompreensões que nos circundem…
Perseveremos ofertando aos outros o melhor de nós em favor dos outros e os outros nos auxiliarão para vencer as sombras e dissipá-las.
…ansiedades e esperanças nos visitam a alma, transformando-se em obstáculos para a obtenção da alegria que nos propomos alcançar…
Perseveremos agindo na prática do bem e, dentro desse exercício salutar de sublimação, surpreenderemos, por fim, a região de acesso às bênçãos que buscamos.
…as lutas e desafios se nos avolumam na marcha…
perseveremos na humildade e na paciência que nos garantirão a segurança e a tranqüilidade das quais não prescindimos para seguir adiante.
…discórdias e problemas repontam das tarefas a que consagramos as nossas melhores forças…
Perseveremos na serenidade e na elevação, dentro dos encargos que nos assinalem a presença onde estivermos, e seremos aqueles ingredientes indispensáveis de união e de paz nos grupos do serviço de que partilhamos atendendo às obrigações que nos competem ao espírito de equipe.
…filhos, provas e tribulações, pedras e espinhos, conflitos e lágrimas, desarmonias e empeços existirão sempre na estrada que se nos desdobra à visão…
no entanto, se é fácil começar o apostolado do amor, é sempre difícil continuar em direção do remate vitorioso.
…perseverar é o impositivo de que não nos será lícito fugir…
Perseverar trabalhando e servindo, entendendo e edificando, aprendendo e redimindo…
…perseverar sempre de modo a nunca desanimar na construção do bem a fim de merecermos o bem maior.
Autor: Bezerra de Menezes
Psicografia de Chico Xavier. Livro: Bezerra, Chico e Você
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Gratidão e Evolução Pessoal
Todas as criaturas têm papéis de relevante importância a desempenhar no
universo, permitindo que a consciência reflita as ocorrências do cosmo e
logre introjetá-las na consciência individual, por fim na coletiva.
Herdeiro das experiências pessoais, o ser humano é convidado a crescer
em cada etapa do seu processo de desenvolvimento ético-moral,
experienciando pequenos valores que se transformam em significados
profundos. A solidariedade, por exemplo, raramente é exercitada como
aplicativo gratulatório, devendo ensejar o hábito de ser-se útil, de
estar-se vigilante e lúcido sempre para ajudar, contribuindo em favor da
mudança para um patamar histórico e moral mais elevado. Essa cooperação
expressa-se mediante o interesse de tornar a existência na Terra mais
feliz, diminuindo os nexos de atritos e de desconforto moral, social e
econômico, através das pontes da gentileza e do auxílio que se pode
colocar ” a disposição daquele que o necessita. Esse esforço faculta
consciência ao ego sobre a sua responsabilidade de superar a sombra e
vincular-se ao self em ação dinâmica e portadora de edificações
significativas. Tal conduta favorece o indivíduo com a alegria de viver,
auxilia-o na libertação do estresse, evitando que tombe na neurastenia e
na depressão. Exercitando-se o sentimento gratulatório, automatiza-se o
comportamento que se fixa no inconsciente, passando a exteriorizar-se
noutras oportunidades sem nenhum esforço. Ampliando o elenco da
gratidão, vale considerar-se a ternura que vem perdendo espaço no
comportamento dos indivíduos armados contra as ocorrências
perturbadoras, e praticamente só é expressa nos relacionamentos mais
íntimos, nos momentos de emoção afetiva especial entre os familiares e
amigos mais próximos. A ternura, no entanto, deveria ser uma conduta
natural, irradiante gentileza e prazer na convivência com tudo quanto
cerca o indivíduo. A gratidão contribui para essa batalha silenciosa que
se trava na psique , porque oferece uma visão ampla do mundo e profunda
de todos aqueles que fazem parte do círculo das amizades humanas.”
Autor: Joanna de Ângelis Psicografia de Divaldo Franco. Livro:
Psicologia da Gratidão.
fonte: http://blog.forumespirita.net/2012/10/02/gratidao-e-evolucao-pessoal/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+blogforumespirita+%28Blog+F%C3%B3rum+Esp%C3%ADrita%29
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sábado, 17 de novembro de 2012
Como Sofres?
Mas, se padece como cristão, não se envergonhe, antes glorifique a Deus nesta parte.” – Pedro. (I PEDRO, 4:16.)
Não basta sofrer simplesmente para ascender à glória espiritual. Indispensável é saber sofrer, extraindo as bênçãos de luz que a dor oferece ao coração sequioso de paz. Muita gente padece, mas quantas criaturas se complicam, angustiadamente, por não saberem aproveitar as provas retificadoras e santificantes? Vemos os que recebem a calúnia, transmitindo-a aos vizinhos; os que são atormentados por acusações, arrastando companheiros às perturbações que os assaltam; e os que pretendem eliminar enfermidades reparadoras, com a desesperação. Quantos corações se transformam em poços envenenados de ódio e amargura, porque pequenos sofrimentos lhes invadiram o circulo pessoal? Não são poucos os que batem à porta da desilusão, da descrença, da desconfiança ou da revolta injustificáveis, em razão de alguns caprichos desatentidos. Seria útil sofrer com a volúpia de estender o sofrimento aos outros? não será agravar a divida o ato de agressão ao credor, somente porque resolveu ele chamar-nos a contas? Raros homens aprendem a encontrar o proveito das tribulações. A maioria menospreza a oportunidade de edificação e, sobretudo, agrava os próprios débitos, confundindo o próximo e precipitando companheiros em zonas perturbadas do caminho evolutivo. Todas as criaturas sofrem no cadinho das experiências necessárias, mas bem poucos espíritos sabem padecer como cristãos, glorificando a Deus.
Texto extraído do livro “Vinha de Luz”, Chico Xavier (Emmanuel)
fonte: http://blog.forumespirita.net/2012/11/17/como-sofres/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+blogforumespirita+%28Blog+F%C3%B3rum+Esp%C3%ADrita%29
Pensamento e Atitude Mental
Para
que possamos refletir sobre nossas responsabilidades individuais e
sobre os caminhos que deveremos trilhar, apresentamos a seguir uma
reflexão sobre pensamento e atitude mental.
A
mecânica quântica, a física quântica, ramo da ciência moderna que tem
evoluído enormemente, em suas teorias e postulados, tem desenvolvido
análises e pesquisas que levam os cientistas à suposição de, que a
realidade imediata da matéria só existe porque pensamos.
Nessa
linha de raciocínio, a matéria tem, fisicamente, apenas tendência a
existir. A ação do pensamento efetivamente a materializa e lhe dá
existência real.
Isso
quer significar que tudo o que existe na realidade palpável, é fruto do
que pensamos, do que acreditamos. Notem que isso não é esoterismo,
misticismo. É Ciência! A energia do pensamento, da atitude mental,
plasma, molda a matéria, cria a realidade em que vivemos, com suas
nuances, suas cores, suas formas, seus relacionamentos.
Como
existimos coletivamente, nossa realidade global é fruto do pensamento
coletivo. Como somos ainda, enquanto coletividade, egoístas,
desequilibrados e sem solidariedade, isso se reflete na situação social,
econômica e cultural conturbada, injusta, desumana e insustentável que
existe hoje.
Também
ainda, enquanto como coletividade, não temos respeito pela natureza;
alteramos os seus delicados equilíbrios, criamos os grandes desastres
naturais, liberamos novos agentes patogênicos, até então confinados em
pequenos nichos naturais, mantidos antes sob controle pelo equilíbrio
biológico, que nossas atitudes e ações rompem.
Como
fazemos parte da coletividade humana, nossa parcela individual de
pensamento, de atitudes mentais, pode contribuir para piorar, manter ou
melhorar essa situação.
Só
esse fato já serviria para nos alertar quanto a nossa responsabilidade
social individual, no que se refere ao que pensamos, ao que acreditamos
verdadeiramente, ao que adotamos como atitude mental, aquela que norteia
verdadeiramente nossa ação e nossa intervenção na sociedade e na
natureza.
Mas
é preciso também inferir, notar que, se a realidade social é fruto do
pensamento coletivo, a realidade individual, o nosso caminho, a nossa
trilha, é conseqüência imediata de nossa individualidade, manifesta pela
nossa atitude mental.
Isso
que dizer que o caminho que trilhamos, o que encontraremos ao longo
desse caminho, como ele se apresentará para nós, é fruto daquilo que
acreditarmos verdadeiramente, daquilo que manifestarmos em nossas
atitudes mentais e, portanto, em nossas ações.
Claro
que sofreremos a influência do pensamento coletivo, mas nosso caminho
continuará sendo aquele que estabelecermos pelos nossos pensamentos e
atitudes.
Sem
sombra de dúvida, nosso sucesso é função direta daquilo que programamos
mentalmente para nós, que mentalizamos, que estabelecemos como meta,
que ousarmos sonhar, pensar e agir.
Como responsabilidade e contribuição individual, devemos tentar mudar e melhorar o mundo, a sociedade.
No entanto, para que o bem impere, é necessário que se pense o bem, que se aja no bem.
A
ética deve ser o guia seguro da nossa atitude mental e da
materialização de nossas ações. Devemos ser pessoas “do bem”, pois as
vibrações do bem e do amor costumam aplainar os caminhos e iluminar as
sendas mais escuras que talvez tenhamos que atravessar. Assim,
efetivamente, estaremos fazendo a nossa parte para melhorar o mundo.
Aliás, já disse o poeta(1): “...quem sabe faz a hora, não espera acontecer...”.
Para
deixar uma outra imagem poética dessas constatações científicas (e
filosóficas), ouso, mais uma vez, tomar uma parte de um verdadeiro
poema, utilizado como letra de uma música, escrito por Renato Teixeira(2):
“...penso
que cumprir a vida / seja simplesmente / compreender a marcha / ir
tocando em frente./ Como um velho boiadeiro / levando a boiada / eu vou
tocando os dias / pela longa estrada eu vou / estrada eu sou...”
Sejamos
os boiadeiros de nossas boiadas, que são as preocupações, as
dificuldades, as lutas, os fracassos, as frustrações, as vitórias, as
conquistas, as realizações, a família, o emprego, o salário, etc.
Vamos tocar os dias pela longa estrada da construção de nossa existência, mas não nos esqueçamos jamais que “...estrada eu sou...”, que o caminho, como ele será, somente a nós pertence.
No
mesmo poema a que me referi, o autor coloca, em outro trecho, talvez
uma das mais belas frases poéticas já escritas, que contém uma grande
verdade da vida:
“...cada um de nós / compõe a própria história / cada ser em si carrega / o dom de ser capaz / de ser feliz....”
Devemos
desejar a felicidade, persistir no pensamento da felicidade, mentalizar
o melhor dos caminhos, ser pessoas “do bem”. Devemos compor a melhor
das histórias. Todos temos o dom Divino de sermos capazes de “...ser feliz...”.
Curitiba, 03 de fevereiro de 2006
Carlos Augusto P. Parchen
(1) Geraldo Vandré – “Pra não dizer que não falei de flores”
(2) “Tocando em Frente” – Letra de Renato Teixeira e música de Almir Sater
-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-
fonte: www.adde.com.br
LEMBRA-TE
Analisando o conceito de superioridade na esfera carnal, quase sempre
demoras, desavisado, no fácil julgamento dos companheiros em prova...
E observas o usuário infeliz, confinado às ganas da sovinice, entre a perturbação e a insensatez, acentuando os desvarios da posse, como se a vida pudesse esperar dele vantagens imediatas... Recordas o condutor humano, atrabiliário e impulsivo, entre a ilusão e a loucura, nos cargos a que se junge, desesperado, à caça e o poder, como se pudesse, de improviso, recolher-lhe o concurso na edificação do progresso. Reportas-te a legisladores e juízes, a generais e sacerdotes, a tiranos e senhores da convivência terrestre como se fossem super-homens, de cuja fulguração passageira o campo social devesse aguardar a consolidação dos valores eternos do espírito... Em verdade, cada criatura responderá pelos compromissos que assume, à frente da Lei, e mordomos e apóstolos da evolução planetária serão constrangidos à prestação de contas dos bens que houveram usufruído para a melhoria e iluminação do mundo, no entanto, não olvides a superioridade espiritual com Cristo e nem te esqueças de que foste chamado por Jesus a partilhar-Lhe o Conhecimento Divino da paz e da justiça, e da tolerância fraterna. Na orientação ou na subalternidade, na carência de recursos materiais, ou na abundância deles, na cultura menos compacta ou na exaltação dos recursos intelectuais, não desdenhes servir. Com o Divino Mestre aprendemos que somente a altura do amor prevalece, na direção da Luz Imperecível. Descera, assim, a própria alma ao entendimento cristão e caminhemos com o Senhor, aprendendo e auxiliando incessantemente. Onde a ignorância ensombra o caminho, seja tua fé, viva e operante, um raio de luz que diminua a extensão das trevas... Onde a miséria se agigante, multiplicando angústias e problemas, seja tua bondade a migalha de carinho e reconforto que atenue o sofrimento... Lembra-te do Eterno Benfeitor na extrema renúncia e, em matéria de superioridade, não olvides, com o Evangelho, que o maior no Reino dos Céus será sempre aquele que se fizer o mais simples e mais diligente servidor na Terra. |
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pelo Espírito Emmanuel - Do livro: Tarefa Espírita, Médium: Francisco Cândido Xavier. |
terça-feira, 13 de novembro de 2012
CHICO XAVIER
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