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ALGUNS DOS 242 FILMES: 1. A Vida é Bela 15. O Último Espírito 2. Amor Além da Vida 16. Os Outros 3. Conversando com Deus 17. O Pequeno Milagre 4 . Em Algum Lugar do Passado 18. Poder Além da Vida 5. Em Nome de Deus 19. Protegida Por Um Anjo 6. Fernão Capelo Gaivota 20. Um Amor Para Recordar 7. Irmão Sol, Irmã Lua 21. Dr. Bezerra de Menezes - O Diário de Um Espírito 8 . Joelma 23º Andar + Extras 22 . Eurípedes Barsanulfo - Educador e Médium + Extras 9. Manika: A Reencarnação de Uma Adolescente 23 . O Espiritismo: De Kardec aos Dias de Hoje 10. Minha Vida na Outra Vida + Extras 24. Suicídio Nunca 11. Minhas Vidas com Shirley Maclaine 25 . Ressurreição - Raridade - Inédito! 12. O Óleo de Lorenzo 26. Os Órfãos 13. O Pássaro Azul 27. Giordano Bruno 14. O Sexto Sentido 28 . Quem Somos Nós?
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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Os espíritas não sabem o que é o Centro Espírita.
Se os espíritas soubessem o que é o Centro Espírita, quais são realmente a sua função e a sua significação, o Espiritismo seria hoje o mais importante movimento cultural da Terra. Temos no Brasil – e isso é um consenso universal – o maior, mais ativo e produtivo movimento espírita do planeta. A expansão do Espiritismo em nossa terra é incessante e prossegue em ritmo acelerado. Mas o que fazemos, em todo este vasto continente espírita, é um esforço imenso de igrejificar o Espiritismo, de emparelhá-lo com as religiões decadentes e ultrapassadas, formando por toda parte núcleos místicos e portanto fanáticos, desligados da realidade imediata. Dizia o Dr. Souza Ribeiro, de Campinas, nos últimos tempos de sua vida de lutas espíritas: “Não compareço a reuniões de espíritas rezadores!” E tinha razão, porque nessas reuniões ele só encontrava a turba dos pedintes, suplicando ao Céu ajuda. Ninguém estava ali para aprender a Doutrina, para romper a malha de teias de aranha do igrejismo piedoso e choramingas. A domesticação católica e protestante criara em nossa gente uma mentalidade de rebanho. O Centro Espírita tornou-se uma espécie de sacristia leiga em que padres e madres ignorantes indicavam aos pedintes o caminho do Céu.
A caridade esmoler, fácil e barata, substituiu as gordas e faustosas doações à Igreja. Deus barateara a entrada do Céu, e até mesmo os intelectuais que se aproximam do Espiritismo e que tem o senso crítico, se transformam em penitentes. Associações espíritas, promissoramente organizadas, logo se transformam em grupos de rezadores pedinchões. O carimbo da Igreja marcou fundo a nossa mentalidade em penúria. Mais do que a subnutrição do povo, com seu cortejo trágico de endemias devastadoras, o igrejismo salvacionista depauperou a inteligência popular, com seu cortejo de carreirismo larvar, o que é pior, aparecimento de uma classe dirigente de supostos missionários e mestres farisaicos, estufados de vaidade e arrogância.
São os guardiães dos apriscos do templo, instruídos para rejeitar os animais sacrificiais impuros, exigindo dos beatos a compra de oferendas puras nos apriscos sacerdotais. Essa tendência mística popular, carregada de superstições seculares, favorece a proliferação de pregadores santificados, padres vieiras sem estalo, tribunos de voz empostada e gesticulação ensaiada. Toda essa carga morta esmaga o nosso movimento doutrinário e abre as suas portas para a infestação do sincretismo religioso afro-brasileiro, em que os deuses ingênuos da selva africana e das nossas selvas superam e absorvem os antigos e cansados deuses cristãos.
Não no clima para o desenvolvimento da Cultura Espírita. As grandes instituições Espíritas Brasileiras e as Federações Estaduais investem-se por vontade própria de autoridade que não possuem nem podem possuir, marcadas que estão por desvios doutrinários graves, como no caso do roustainguismo da FEB e dos pretensos retrógadas de grupelhos ignorantes de adulteradores. Teve razões de sobra André Dumas, do Espiritismo Francês, em denunciar recentemente, em entrevista à revista Manchete, a situação caótica e na verdade anti-espírita do Movimento Espírita Brasileiro. A domesticação clerical dos espíritas ameaça desfibrar todo o nosso povo, que por sua formação igrejeira tende a um tipo de alienação esquizofrênica que o Espiritismo sempre combateu, desde a proclamação da fé racional por Kardec, contra a fé cega e incoerente, submissa e farisaica das pregações igrejeiras.
Jesus ensinou a orar e vigiar, recomendou o amor e a bondade, pregou a humildade, mas jamais aconselhou a viver de orações e lamúrias, santidade fingida, disfarçada em vãs aparências de humildade, que são sempre desmentidas pelas ambições e a arrogância incontroláveis do homem terreno. Para restabelecermos a verdade espírita entre nós e reconduzirmos o nosso movimento a uma posição doutrinária digna e coerente, é preciso compreender que a Doutrina Espírita é um chamado viril à dignidade humana, à consciência do homem para deveres e compromissos no plano social e no plano espiritual, ambos conjugados em face das exigências da lei superior da Evolução Humana. Só nos aproximamos da Angelitude, o plano superior da Espiritualidade, depois de nos havermos tornado Homens.
Os espíritas atuais, na sua maioria, tanto no Brasil como no mundo, não compreenderam ainda que estão num ponto intermediária da filogênese da divindade. Superando os reinos inferiores da Natureza, segundo o esquema poético de Léon Denis, na sequencia divinamente fatal de Kardec: mineral, vegetal, animal e homem, temos o ponto neutro de gravidade entre duas esferas celestes, e esse ponto é o que chamamos ESPÍRITAS. As visões fragmentárias da Realidade se fundem dialeticamente na concepção monista preparada pelo monoteísmo. Liberto, no ponto neutro, da poderosa reação da Terra, o espírita está em condições de se elevar ao plano angélico. Mas estar em condições é uma coisa, e dar esse passo para a divindade é outra coisa. Isso depende do grau de sua compreensão doutrinária e da sua vontade real e profunda, que afeta toda a sua estrutura individual.
Por isso mesmo, surge então o perigo da estagnação no misticismo, plano ilusório da falsa divindade, que produz as almas viajoras de Plotino, que nada mais são do que os espíritos errantes de Kardec. Essas almas se projetam no plano da Angelitude, mas não conseguem permanecer nele, cedendo de novo à atração terrena da encarnação. Muitas vezes repetem a tentativa, permanecendo errantes entre as hipóstases do Céu e da Terra. Plotino viu essa realidade na sua intuição filosófica e na sua vidência platônica. Mas Kardec a verificou em suas pesquisas espíritas, escudadas na observação racional dos fatos. Apoiado na Razão, essa bússola do Real, ele nos livrava dos psicotrópicos do misticismo, oferecendo-nos a verdade exata da Doutrina Espírita. Nela temos a orientação precisa e segura dos planos ou hipóstases superiores, sem o perigo dos ciclos muitas vezes repetidos do chamado Circulo Vicioso das Reencarnações, que os ignorantes pretendem opor à realidade incontestável da reencarnação. Pois se existe esse círculo vicioso, é isso bastante para provar o processo reencarnatório. O vício não está no processo, mas na precipitação dos homens e dos espíritos não devidamente amadurecidos, que tentam forçar a Porta do Céu.
Se no Brasil sofremos os prejuízos do religiosismo ingênuo de nossa formação cultural, na França e nos demais países europeus – segundo as próprias declarações de André Dumas – o prejuízo provém de um cientificismo pretensioso, que despreza a tradição francesa da pesquisa científica espírita, procurando substituí-la pelas pesquisas e interpretações parapsicológicas. Esse menosprezo pedante pelo trabalho modelar de Kardec levou o próprio Dumas a desrespeitar a tradição secular da Revue Spirite, transformando-a num simulacro de revista científica do ano 2.000.
As pesquisas da Parapsicologia seguiram o esquema de Kardec e foram cobrindo no tempo, sucessivamente, todas as conquistas do sábio francês. Pegada por pegada, Rhine e seus companheiros cobriram o rastro científico de Kardec. O mesmo já acontecera com Richet na Metapsíquica, com Crookes e Zollner e todos os demais. Toda a pesquisa psíquica honesta é válida, nesse campo, até mesmo a dos materialistas russos atuais ficam presas ao esquema de Kardec, o que prova a validade irrevogável desta. Começando pela observação dos fenômenos físicos, todas as Ciências Psíquicas, nascidas do Espiritismo fizeram a trajetória fatal traçada pelo gênio de Kardec e chegaram as suas mesmas conclusões. As discordâncias interpretativas foram sempre marcadas indelevelmente pelos preconceitos e as precipitações da advertência de Descartes no Discurso do Método e pela sujeição aos interesses das Igrejas, como Kardec já assinalara em seu tempo. A questão da terminologia é puramente supérflua, e como dissera Kardec, serve apenas para provar a leviandade do espírito humano, mesmo dos sábios, sempre mais apegado à forma que ao fundo do problema.
No Espiritismo o quadro fenomênico foi dividido por Kardec em duas seções: Fenômenos Físicos e Fenômenos Inteligentes. Na Metapsíquica, Richet apresentou o esquema de Metapsíquica objetiva e Metapsíquica subjetiva. Na Parapsicologia os fenômenos espíritas passaram a chamar-se Fenômeno Psi, com a divisão de Psicapa (objetivos) e Psigama (subjetivos). Quanto aos métodos de pesquisa. Crookes e Richet ativeram-se à metodologia científica da época, e Rhine limitou-se a passar dos métodos qualitativos para os quantitativos, inventando aparelhagens apropriadas aos processos tecnológicos atuais, apelando à estatística como forma de controle e comprovação dos resultados, o que simplesmente corresponde às exigências atuais nas Ciências. Kardec teve a vantagem de haver acentuado enfaticamente a necessidade de adequação do método ao objeto específico da pesquisa. O próprio método hipnótico de regressão da memória, para as pesquisas da reencarnação, aplicado por Albert De Rochas do século passado, foi aproveitado pelo Prof. Vladimir Raikov. Na Romênia, o preconceito quanto ao Espiritismo gerou uma nova denominação para a Parapsicologia: Psicotrônica. Com esse nome rebarbativo, os materialistas romenos pretendem exorcizar os perigos de um renascimento espírita em seu país.
Todos esses fatos nos mostram que a Doutrina Espírita não chegou ainda a ser conhecida pelos seus próprios adeptos em todo o mundo. Integrado no processo doutrinário de trabalho e desenvolvimento, o Centro Espírita carecia até agora de um estudo sobre as suas origens, o seu sentido e a sua significação no panorama cultural do nosso tempo. É o que procuramos fazer neste volume, com as nossas deficiências, mas na esperança de que outros estudiosos procurem completar o nosso esforço.
Lembrando o Apóstolo Paulo, podemos dizer que os espíritas estão no momento exato em que precisam desmamar das cabras celestes para se alimentarem de alimentos sólidos. Os que desejam atualizar a Doutrina, devem antes cuidar de se atualizarem nela.
A caridade esmoler, fácil e barata, substituiu as gordas e faustosas doações à Igreja. Deus barateara a entrada do Céu, e até mesmo os intelectuais que se aproximam do Espiritismo e que tem o senso crítico, se transformam em penitentes. Associações espíritas, promissoramente organizadas, logo se transformam em grupos de rezadores pedinchões. O carimbo da Igreja marcou fundo a nossa mentalidade em penúria. Mais do que a subnutrição do povo, com seu cortejo trágico de endemias devastadoras, o igrejismo salvacionista depauperou a inteligência popular, com seu cortejo de carreirismo larvar, o que é pior, aparecimento de uma classe dirigente de supostos missionários e mestres farisaicos, estufados de vaidade e arrogância.
São os guardiães dos apriscos do templo, instruídos para rejeitar os animais sacrificiais impuros, exigindo dos beatos a compra de oferendas puras nos apriscos sacerdotais. Essa tendência mística popular, carregada de superstições seculares, favorece a proliferação de pregadores santificados, padres vieiras sem estalo, tribunos de voz empostada e gesticulação ensaiada. Toda essa carga morta esmaga o nosso movimento doutrinário e abre as suas portas para a infestação do sincretismo religioso afro-brasileiro, em que os deuses ingênuos da selva africana e das nossas selvas superam e absorvem os antigos e cansados deuses cristãos.
Não no clima para o desenvolvimento da Cultura Espírita. As grandes instituições Espíritas Brasileiras e as Federações Estaduais investem-se por vontade própria de autoridade que não possuem nem podem possuir, marcadas que estão por desvios doutrinários graves, como no caso do roustainguismo da FEB e dos pretensos retrógadas de grupelhos ignorantes de adulteradores. Teve razões de sobra André Dumas, do Espiritismo Francês, em denunciar recentemente, em entrevista à revista Manchete, a situação caótica e na verdade anti-espírita do Movimento Espírita Brasileiro. A domesticação clerical dos espíritas ameaça desfibrar todo o nosso povo, que por sua formação igrejeira tende a um tipo de alienação esquizofrênica que o Espiritismo sempre combateu, desde a proclamação da fé racional por Kardec, contra a fé cega e incoerente, submissa e farisaica das pregações igrejeiras.
Jesus ensinou a orar e vigiar, recomendou o amor e a bondade, pregou a humildade, mas jamais aconselhou a viver de orações e lamúrias, santidade fingida, disfarçada em vãs aparências de humildade, que são sempre desmentidas pelas ambições e a arrogância incontroláveis do homem terreno. Para restabelecermos a verdade espírita entre nós e reconduzirmos o nosso movimento a uma posição doutrinária digna e coerente, é preciso compreender que a Doutrina Espírita é um chamado viril à dignidade humana, à consciência do homem para deveres e compromissos no plano social e no plano espiritual, ambos conjugados em face das exigências da lei superior da Evolução Humana. Só nos aproximamos da Angelitude, o plano superior da Espiritualidade, depois de nos havermos tornado Homens.
Os espíritas atuais, na sua maioria, tanto no Brasil como no mundo, não compreenderam ainda que estão num ponto intermediária da filogênese da divindade. Superando os reinos inferiores da Natureza, segundo o esquema poético de Léon Denis, na sequencia divinamente fatal de Kardec: mineral, vegetal, animal e homem, temos o ponto neutro de gravidade entre duas esferas celestes, e esse ponto é o que chamamos ESPÍRITAS. As visões fragmentárias da Realidade se fundem dialeticamente na concepção monista preparada pelo monoteísmo. Liberto, no ponto neutro, da poderosa reação da Terra, o espírita está em condições de se elevar ao plano angélico. Mas estar em condições é uma coisa, e dar esse passo para a divindade é outra coisa. Isso depende do grau de sua compreensão doutrinária e da sua vontade real e profunda, que afeta toda a sua estrutura individual.
Por isso mesmo, surge então o perigo da estagnação no misticismo, plano ilusório da falsa divindade, que produz as almas viajoras de Plotino, que nada mais são do que os espíritos errantes de Kardec. Essas almas se projetam no plano da Angelitude, mas não conseguem permanecer nele, cedendo de novo à atração terrena da encarnação. Muitas vezes repetem a tentativa, permanecendo errantes entre as hipóstases do Céu e da Terra. Plotino viu essa realidade na sua intuição filosófica e na sua vidência platônica. Mas Kardec a verificou em suas pesquisas espíritas, escudadas na observação racional dos fatos. Apoiado na Razão, essa bússola do Real, ele nos livrava dos psicotrópicos do misticismo, oferecendo-nos a verdade exata da Doutrina Espírita. Nela temos a orientação precisa e segura dos planos ou hipóstases superiores, sem o perigo dos ciclos muitas vezes repetidos do chamado Circulo Vicioso das Reencarnações, que os ignorantes pretendem opor à realidade incontestável da reencarnação. Pois se existe esse círculo vicioso, é isso bastante para provar o processo reencarnatório. O vício não está no processo, mas na precipitação dos homens e dos espíritos não devidamente amadurecidos, que tentam forçar a Porta do Céu.
Se no Brasil sofremos os prejuízos do religiosismo ingênuo de nossa formação cultural, na França e nos demais países europeus – segundo as próprias declarações de André Dumas – o prejuízo provém de um cientificismo pretensioso, que despreza a tradição francesa da pesquisa científica espírita, procurando substituí-la pelas pesquisas e interpretações parapsicológicas. Esse menosprezo pedante pelo trabalho modelar de Kardec levou o próprio Dumas a desrespeitar a tradição secular da Revue Spirite, transformando-a num simulacro de revista científica do ano 2.000.
As pesquisas da Parapsicologia seguiram o esquema de Kardec e foram cobrindo no tempo, sucessivamente, todas as conquistas do sábio francês. Pegada por pegada, Rhine e seus companheiros cobriram o rastro científico de Kardec. O mesmo já acontecera com Richet na Metapsíquica, com Crookes e Zollner e todos os demais. Toda a pesquisa psíquica honesta é válida, nesse campo, até mesmo a dos materialistas russos atuais ficam presas ao esquema de Kardec, o que prova a validade irrevogável desta. Começando pela observação dos fenômenos físicos, todas as Ciências Psíquicas, nascidas do Espiritismo fizeram a trajetória fatal traçada pelo gênio de Kardec e chegaram as suas mesmas conclusões. As discordâncias interpretativas foram sempre marcadas indelevelmente pelos preconceitos e as precipitações da advertência de Descartes no Discurso do Método e pela sujeição aos interesses das Igrejas, como Kardec já assinalara em seu tempo. A questão da terminologia é puramente supérflua, e como dissera Kardec, serve apenas para provar a leviandade do espírito humano, mesmo dos sábios, sempre mais apegado à forma que ao fundo do problema.
No Espiritismo o quadro fenomênico foi dividido por Kardec em duas seções: Fenômenos Físicos e Fenômenos Inteligentes. Na Metapsíquica, Richet apresentou o esquema de Metapsíquica objetiva e Metapsíquica subjetiva. Na Parapsicologia os fenômenos espíritas passaram a chamar-se Fenômeno Psi, com a divisão de Psicapa (objetivos) e Psigama (subjetivos). Quanto aos métodos de pesquisa. Crookes e Richet ativeram-se à metodologia científica da época, e Rhine limitou-se a passar dos métodos qualitativos para os quantitativos, inventando aparelhagens apropriadas aos processos tecnológicos atuais, apelando à estatística como forma de controle e comprovação dos resultados, o que simplesmente corresponde às exigências atuais nas Ciências. Kardec teve a vantagem de haver acentuado enfaticamente a necessidade de adequação do método ao objeto específico da pesquisa. O próprio método hipnótico de regressão da memória, para as pesquisas da reencarnação, aplicado por Albert De Rochas do século passado, foi aproveitado pelo Prof. Vladimir Raikov. Na Romênia, o preconceito quanto ao Espiritismo gerou uma nova denominação para a Parapsicologia: Psicotrônica. Com esse nome rebarbativo, os materialistas romenos pretendem exorcizar os perigos de um renascimento espírita em seu país.
Todos esses fatos nos mostram que a Doutrina Espírita não chegou ainda a ser conhecida pelos seus próprios adeptos em todo o mundo. Integrado no processo doutrinário de trabalho e desenvolvimento, o Centro Espírita carecia até agora de um estudo sobre as suas origens, o seu sentido e a sua significação no panorama cultural do nosso tempo. É o que procuramos fazer neste volume, com as nossas deficiências, mas na esperança de que outros estudiosos procurem completar o nosso esforço.
Lembrando o Apóstolo Paulo, podemos dizer que os espíritas estão no momento exato em que precisam desmamar das cabras celestes para se alimentarem de alimentos sólidos. Os que desejam atualizar a Doutrina, devem antes cuidar de se atualizarem nela.
Escrito por José Herculano Pires no livro “O Centro Espírita”
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
PROGRAMAÇÃO*
ENTREMÉDIUNS 2012 – Inovação na prática espírita
QUINTA-FEIRA, 26/4
Pré-evento | Culto de Louvor**
SEXTA-FEIRA, 27/4
Entrada franca
18h45 Recepção
20h00 Abertura oficial
20h10 Apresentação artística
20h45 Palestra inaugural: Entremédiuns 2012 – Inovação na prática espírita
21h45 Encerramento
SÁBADO, 28/4
MINICURSOS***
1 | Inovação na prática da mediunidade | Robson Pinheiro e Marcos Leão
2 | Retomando a pesquisa espírita | Cláudio Zanatta
07h30 Recepção e credenciamento
09h00 Início minicursos
12h00 Término minicursos
12h30 Recepção e credenciamento
13h50 Abertura
14h00 Apresentação artística
14h20 Mesa-redonda: O fundamentalismo espírita e a reação à inovação | Marcos Leão, Cláudio Zanatta, Djalma Argollo, Kau Mascarenhas
15h40 Palestra: A relação com o dinheiro na casa espírita | Djalma Argollo
16h40 Intervalo
17h35 Oficinas
18h55 Painel: Novas práticas no centro espírita: doutrinário ou antidoutrinário? | Robson Pinheiro, Leonardo Möller, Cláudio Zanatta
20h10 Palestra: A trilogia “O Reino das sombras” e a inovação da prática espírita | Robson Pinheiro
21h00 Encerramento
DOMINGO, 29/4
MINICURSOS**
3 | Allan Kardec, um inovador: conhecendo melhor seus métodos, suas reflexões, seu trabalho | Leonardo Möller
4 | Novas técnicas no diálogo com os espíritos na desobsessão (PNL e técnicas psicológicas) | Kau Mascarenhas e Djalma Argollo
08h00 Recepção e credenciamento
09h00 Início minicursos
12h00 Término minicursos
13h00 Recepção
13h45 Abertura
13h50 Apresentação artística
14h15 Palestra: A casa espírita – Inovando nos relacionamentos | Marcos Leão
15h20 Palestra: Como fazer ciência no centro espírita? | Cláudio Zanatta
16h20 Intervalo
17h15 Oficinas
18h35 Mesa-redonda: Quais espíritos podem trabalhar conosco? Nazismo e senzala espirituais: isso existe?
| Robson Pinheiro, Djalma Argollo, Cláudio Zanatta
19h30 Encerramento
* Essa programação pode sofrer alterações pela organização do evento sem prévio aviso.
** O culto de louvor será realizado na Sociedade Espírita Everilda Batista | R. Turquesa, 308, Bairro São Joaquim, Contagem, MG |
Informações: (31) 3357-2970
** Inscrições à parte
ENTREMÉDIUNS 2012 – Inovação na prática espírita
QUINTA-FEIRA, 26/4
Pré-evento | Culto de Louvor**
SEXTA-FEIRA, 27/4
Entrada franca
18h45 Recepção
20h00 Abertura oficial
20h10 Apresentação artística
20h45 Palestra inaugural: Entremédiuns 2012 – Inovação na prática espírita
21h45 Encerramento
SÁBADO, 28/4
MINICURSOS***
1 | Inovação na prática da mediunidade | Robson Pinheiro e Marcos Leão
2 | Retomando a pesquisa espírita | Cláudio Zanatta
07h30 Recepção e credenciamento
09h00 Início minicursos
12h00 Término minicursos
12h30 Recepção e credenciamento
13h50 Abertura
14h00 Apresentação artística
14h20 Mesa-redonda: O fundamentalismo espírita e a reação à inovação | Marcos Leão, Cláudio Zanatta, Djalma Argollo, Kau Mascarenhas
15h40 Palestra: A relação com o dinheiro na casa espírita | Djalma Argollo
16h40 Intervalo
17h35 Oficinas
18h55 Painel: Novas práticas no centro espírita: doutrinário ou antidoutrinário? | Robson Pinheiro, Leonardo Möller, Cláudio Zanatta
20h10 Palestra: A trilogia “O Reino das sombras” e a inovação da prática espírita | Robson Pinheiro
21h00 Encerramento
DOMINGO, 29/4
MINICURSOS**
3 | Allan Kardec, um inovador: conhecendo melhor seus métodos, suas reflexões, seu trabalho | Leonardo Möller
4 | Novas técnicas no diálogo com os espíritos na desobsessão (PNL e técnicas psicológicas) | Kau Mascarenhas e Djalma Argollo
08h00 Recepção e credenciamento
09h00 Início minicursos
12h00 Término minicursos
13h00 Recepção
13h45 Abertura
13h50 Apresentação artística
14h15 Palestra: A casa espírita – Inovando nos relacionamentos | Marcos Leão
15h20 Palestra: Como fazer ciência no centro espírita? | Cláudio Zanatta
16h20 Intervalo
17h15 Oficinas
18h35 Mesa-redonda: Quais espíritos podem trabalhar conosco? Nazismo e senzala espirituais: isso existe?
| Robson Pinheiro, Djalma Argollo, Cláudio Zanatta
19h30 Encerramento
* Essa programação pode sofrer alterações pela organização do evento sem prévio aviso.
** O culto de louvor será realizado na Sociedade Espírita Everilda Batista | R. Turquesa, 308, Bairro São Joaquim, Contagem, MG |
Informações: (31) 3357-2970
** Inscrições à parte
